segunda-feira, 7 de outubro de 2013

SEGURANÇA NA WEB


SEGURANÇA NA WEB

Quando o assunto é segurança na web, a primeira coisa que nos vem à cabeça é o uso de um bom firewall e um antivirus atualizado, não é mesmo? Embora estas sejam ferramentas imprescindíveis na vida dos internautas, tem muita gente por aí brincando com a sorte e facilitando a vida dos cibercriminosos sem nem mesmo se dar conta disso.

Mesmo munido de tais ferramentas em seu computador, é essencial evitar algumas práticas inocentes que podem custar muito caro depois. Por isso, veja uma lista de situações simples, mas que podem causar muita dor de cabeça para usuários e pequenas e médias empresas. Confira:

Abrir um pendrive sem procedência e utilizá-lo no PC
Discos removíveis são tão bons em armazenamento de arquivos importantes quanto em disseminação de malware. Se você trabalha em uma empresa ou estuda em uma instituição em que o uso de pendrives é tão comum que, vez ou outra, você acaba encontrando um deles perdido pelas mesas, tome cuidado antes de verificar de quem é o dispositivo (ou de verificar o que há dentro dele): você pode simplesmente estar "injetando" uma boa quantidade de arquivos/programas maliciosos em seu computador. Utilize um aplicativo que protege o computador a cada pendrive conectado ou evite o autorun (reprodução automática) do dispositivo.

Anunciar sua ausência do escritório
Muitas pessoas adoram anunciar tudo que fazem enquanto estão conectadas à Internet. É comum entre funcionários de empresas anunciar pelas redes sociais, programas de bate-papo e até e-mails automáticos que não há ninguém ali no momento. Portanto, se você saiu para almoçar ou resolver um problema fora do escritório, esqueça as respostas automáticas: elas podem ser um prato cheio para cibercriminosos que estiverem de olho em sua máquina.

Aceitar pedidos de amizade de desconhecidos
Redes sociais são um parque de diversões para os mal-intencionados da Internet. Eles podem utilizar um avatar com um rostinho bonito para começar a fazer um networking similar ao seu e, de repente, adicioná-lo na rede social, tendo acesso a seus hábitos, locais frequentados, fotos, informações, check-ins e muito mais. Evite problemas da maneira mais simples possível: não conhece? Não adicione.
Não proteger a tela do gadget
Se seu gadget tem a função de senha para proteção da tela, nada melhor que utilizá-la sempre. Afinal, o que pode acontecer se você esquecer seu tablet ou smartphone em algum lugar? Mesmo que você o deixe em cima da mesa do escritório, nunca se sabe as intenções de quem encontrá-lo. E se você perder o smartphone em local público, o prejuízo pode ser bem maior que o valor que você pagou no aparelho: suas informações, dados pessoais e registros profissionais possuem um valor incalculável, não é mesmo?

Baixar apps de sites não recomendados
Aplicativos mal intencionados não são incomuns. O número de malware para dispositivos móveis cresce a uma média de 55% a cada ano! Evite surpresas desagradáveis e roubo de informações importantes: baixe seus aplicativos de lojas legítimas, como a Google Play e a iTunes App Store, sem deixar de ler a descrição do desenvolvedor, bem como os comentários de quem já baixou o app antes de prosseguir com o download e a instalação.

Ingenuidade em rede Wi-Fi pública
É perfeitamente aceitável utilizar uma rede sem fio pública para navegar na Internet e ler umas notícias, verificar a previsão do tempo, conferir a programação de eventos de sua cidade ou visitar um site bacana. O problema é utilizar a rede pública para enviar dados sensíveis, como o relatório financeiro de sua empresa, para outras pessoas. Portanto, lembre-se: nada de envio de dados para seu chefe enquanto estiver conectado a uma rede Wi-Fi pública. Se a necessidade for grande demais, prefira encriptar seus dados, utilizando um protocolo HTTPS ou um aplicativo que trate de realizar toda a encriptação para você.

Transporte de dados confidenciais
Se você trabalha em uma empresa que precisa de cuidados ao transferir dados, evite problemas no futuro: não leve dados confidenciais em pendrives, cartões de memória ou outras unidades físicas para sua casa. E se você não tiver permissão, evite também a nuvem para compartilhar informações como essas. Vale lembrar: se é confidencial, trate a informação como tal, encriptando-a sempre.

Cair na velha pegadinha do 'clique aqui'
Você pode até estar pensando que esse tipo de golpe é velho e que ninguém mais cai nele. Mas o 'clique aqui' ainda pega muitos usuários desavisados por aí, e o que é pior: os redireciona para sites maliciosos, repletos de malware que podem sequestrar informações, utilizar arquivos espiões e instalar programas mal-intencionados no computador. O mesmo ocorre com e-mails. Portanto, fique esperto e não saia clicando a torto e a direito sobre links absurdos, como os famosos "você foi selecionado", "clique aqui para reclamar o prêmio" ou "vencedor".

Deixar os backups sempre para depois
Quanto mais moderna se torna a Internet, mais espertos devem ficar os internautas. Se você tem preguiça de fazer backup de seus arquivos importantes em um disco físico ou na nuvem, é melhor rever seus conceitos. Gastar uma hora do seu dia para guardar seus dados em local seguro é indispensável. Afinal, nunca se sabe quando seu computador será invadido, danificado ou até mesmo perdido.

Utilizar senhas óbvias
Sua senha é sua data de nascimento? O nome de seus filhos? O nome de seu animal de estimação? Se for, mude-a agora mesmo. Pesquisas mostram que 82% dos usuários usam as mesmas senhas em vários serviços e 40% deles as deixam anotadas em algum local de fácil acesso. Você pode até utilizar a mesma senha em mais de um serviço, mas seja criativo: misture caracteres, números e letras maiúsculas e minúsculas – e nunca deixe sua senha anotada em um post-it ou em uma agenda.

SOTERIOLOGIA:


SOTERIOLOGIA:

A FÉ não se explica através da lógica humana. Fé é crença, convicção, certeza, confiança, entrega. É a certeza de que algo vai acontecer, não importando se as condições sejam contrárias. A definição bíblica para a fé é a seguinte:

"É a CERTEZA das coisas que se esperam, e a prova das coisas QUE NÃO SE VÊEM" (Hb 11.1).

Fé é a crença de que o Senhor está no comando de todas as coisas, em quem depositamos total e irrestrita confiança.

IMAGEM ILUSTRATIVA



IMAGEM ILUSTRATIVA

Um jovem de apenas 15 anos… estava no ônibus quando Deus tocou no coração dele. Deus pediu que ele levantasse do banco e dissesse aos passageiros sobre a volta de Cristo, quando um homem que estava sentado lá trás gritou: - cale a boca e senta! o jovem envergonhado sentou, mas novamente foi tocado e levantou dizendo as mesmas palavras, o homem o ameaçou em dar alguns tapas e o jovem se calou, mas Deus continuava a incomodá-lo, ele se levantou e gritou que Jesus estava voltando, o homem com uma criança no colo foi em direção a ele para agredi-lo, quando a criança disse: - papai não bate nele não, ele é enviado de Deus! este homem se colocou em lágrimas. e o jovem perguntou: - porque estás chorando? o homem, ainda em lágrimas, respondeu: - o meu filho era mudo e agora está falando!

Pare de Lutar Com Deus


Pare de Lutar Com Deus

Abraão, Isaque e Jacó estão entre as pessoas mais importantes do Antigo Testamento. É preciso notar que esta importância não está baseada no caráter pessoal de cada um deles, mas no caráter de Deus. Estes homens conquistaram grande respeito e até mesmo temor de seus conhecidos. Eram ricos e poderosos, e, contudo, egoístas, capazes de mentir e enganar. Não se tratava de heróis perfeitos, como poderíamos esperar; ao contrário, eram pessoas como nós, tentando agradar a Deus mas sempre tropeçando.
Jacó era o terceiro elo no plano de Deus para iniciar uma nação descendente de Abraão. O sucesso deste plano se deu mais "apesar de" do que "em razão da" vida de Jacó. Antes de Jacó nascer, Deus prometera que o plano se desenvolveria através dele, e não de seu irmão gêmeo, Esaú. Embora os métodos de Jacó nem sempre fossem respeitáveis, suas habilidades, determinação e paciência tinham de ser reconhecidos.
A vida de Jacó possui quatro estágios, cada qual marcado por um encontro pessoal com Deus. No primeiro estágio, Jacó corresponde à expectativa de seu nome, que significa "ele agarra o calcanhar" (de forma figurada: "ele engana"). Ele agarrou o calcanhar de Esaú ao nascer e, quando fugiu de casa, também agarrou a bênção e a primogenitura do irmão. Durante sua fuga, Deus lhe apareceu no caminho, não apenas lhe confirmando a bênção, mas também despertando nele um conhecimento pessoal sobre si mesmo. No segundo estágio, Jacó experimentou a vida pelo outro ângulo ao ser manipulado e enganado por Labão. Então ocorre uma mudança curiosa: o Jacó do primeiro estágio teria simplesmente abandonado Labão, porém o Jacó do estágio dois, após ter decidido partir, aguardou seis anos pela permissão de Deus. No terceiro estágio, Jacó estava em um novo papel como agarrador. Desta vez, às margens do rio Jordão, ele agarrou-se com Deus e não queria deixá-lo partir. Ele percebeu sua dependência do Deus que continuara a abençoá-lo. Seu relacionamento com Deus tornou-se essencial para a sua vida, e seu nome foi mudado para Israel, que significa "ele luta com Deus". O último estágio da vida de Jacó foi ser agarrado - Deus realmente o segurou. Ao responder o convite de José para ir ao Egito, Jacó demonstrou claramente não querer tomar nenhuma decisão sem a aprovação de Deus.
Você consegue lembrar-se de alguns momentos em que Deus se revelou a você? Você se permite encontrar a Deus enquanto estuda a sua Palavra? Que diferença essas experiências têm feito em sua vida? Você é mais parecido com o jovem Jacó, forçando Deus a seguí-lo no deserto de seus próprios planos e enganos? Ou você é mais parecido com o velho Jacó, que apresentou seus desejos e planos a Deus, buscando sua aprovação antes de tomar qualquer atitude?
Agora vamos imaginar a seguinte cena: Um grupo de cristãos está sentado em volta de uma lareira, numa sala bem grande. Eles estão compartilhando testemunhos sobre suas jornadas espirituais. Um homem barbado fala sobre o vício nas drogas que lhe custou a família e os negócios. Ao chegar ao "fundo do poço", encontrou Jesus numa missão de recuperação de viciados. Com voz baixa, uma mulher bem vestida fala sobre um abuso sofrido no passado e como quase chegou a cometer suicídio. Encontrou Cristo através de um ministério com universitários. Sua vida nunca mais foi a mesma. Um senhor de idade conta como pegou uma Bíblia deixada pelos Gideões num quarto de hotel numa noite triste de uma solitária viagem de negócios.
Toda jornada espiritual é única, e isso nem poderia ser diferente. Mas, embora cada um de nós tenha suas peculiaridades, todas as histórias de salvação compartilham de elementos comuns. Talvez seja por isso que todos nós nos identificamos com a conhecida história de Jacó, lutando com Deus (ver Gênesis, cap. 32).
Jacó estava num ponto crítico de sua vida. Anos atrás tinha trapaceado seu irmão mais velho, roubando-lhe o direito e a bênção da primogenitura. Naquele momento, Esaú estava vindo ao seu encontro, trazendo consigo quatrocentos homens. Jacó temia pelo pior e, por isso, orou. Estava em pânico. Enviou uma porção de presentes para tentar acalmar os ânimos de Esaú, mas, ainda assim, estava assustado.
Então, sozinho, no meio da noite, Jacó encontro um "homem", que não era um homem comum, mas divino (Gen 32.24,30). O que exatamente aconteceu não está claro. As Escrituras simplesmente dizem que eles "lutaram" (Gen 32.24). O texto nos dá poucos esclarecimentos sobre essa luta divina - o suficiente para sabermos que foi dolorosa, agonizante e difícil. O homem estava inflexível, e Jacó foi persistente. Quando tudo acabou, Jacó, ferido e cansado, era outro homem. Recebera um outro nome e andaria coxeando para o resto da sua vida. Cada passo dado a partir daquele momento até a sua morte seria uma lembrança do encontro com Deus no vau de Jaboque, o qual mudou a sua vida.
Não é assim que a salvação chega a cada um de nós, quer no plano temporal, quer no espiritual? É típico do ser humano lutar para mudar as coisas, sem perceber que, no fundo, está lutando com o próprio Deus. Essa luta não é sobre "coisas", mas está relacionada a aceitarmos ou não a vontade de Deus. À beira do desespero total, clamamos a Deus dizendo: "o que o Senhor realmente quer de mim?" A resposta de Deus é um gentil "eu quero apenas você".
Mesmo então, deixar isso acontecer é uma coisa difícil. Lutamos, batemos, algumas vezes choramos. É comum terminarmos esse processo com cicatrizes do combate, lembranças eternas da forma como nos encontramos com Deus. Mas quando finalmente entregamos completamente nossas vidas a Deus, somos transformados por Ele. Recebemos uma nova identidade, tornamo-nos filhos de Deus (João 1.12) e somos feitos novas criaturas (2Coríntios 5.17).
A salvação é um dom gratuito de Deus, mas ela nem sempre vem de modo fácil. Às vezes, ela chega num encontro difícil com Deus, mas encontrar-se com Deus sempre traz uma recompensa: a bênção de uma vida tocada por Ele.
Amigo, Deus não está assim tão longe de você, busque-O e terá a verdadeira vida.

"BUSCAR-ME-EIS, E ME ACHAREIS, QUANDO ME BUSCARDES DE TODO O VOSSO CORAÇÃO" (Jeremias 29.13).

ANGEOLOGIA:



ANGEOLOGIA:

Os Querubins da Arca da Aliança - Indicação para Adorarmos Imagens?

"As imagens dos querubins na arca do concerto não eram adoradas (Êx 25.18). Não eram padroeiras dos hebreus, não intercediam por eles, nem eram a recordação de alguém que eles amavam. Eram ornamentos e simbolizavam a presença de Deus (Dt 10.1-3; 2 Cr 5.10; Hb 9.4-5)" (Bíblia Apologética).
Acrescento: Os querubins não eram carregados em procissão; o povo não cantava louvores a eles; não eram coroados; não eram iluminados por meio de velas; não eram tocados e beijados; não eram reproduzidos para serem guardados em casa, em redoma, no pescoço, e colocados nas praças e em lugar de destaque; não havia fábricas de querubins com fins lucrativos; não eram colocados nas sinagogas. Mais: a igreja primitiva não precisou usar querubins nem qualquer tipo de imagens. O mesmo raciocínio serve para a serpente de metal, edificada no deserto. Foi destruída exatamente quando o povo se inclinava a adorá-la.

"Ele [rei Ezequias] tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram de Neustã [hebraico: pedaço de bronze]" (2 Reis 18.4).

Não houve outro que confiasse tanto no Senhor Deus... “Assim foi o Senhor com ele" (18.5-6). Podemos dizer que quanto mais o rei Ezequias destruísse imagens, mais demonstrava confiança no Senhor e mais o Senhor era com ele.
As figuras do Antigo Testamento eram sombras das coisas futuras (Cl 2.17), mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo... Entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro...” (Hb 9.6-24).
Portanto, as imagens devem ser queimadas, quebradas, feitas em pedaços e totalmente destruídas, porque para nada servem. Servem apenas para fomentar uma idolatria destruidora, que afasta o homem de Deus e o faz confiar mais em pedaços de pau, de mármore, pedra, gesso do que no Senhor.
A proibição de Êxodo 20.4-5:

“Não farás PARA TI imagens de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus... Não te encurvarás a elas nem as servirás” Êxodo 20.4-5

– inclui, de forma bem clara, as imagens de pessoas falecidas, dos anjos e da Trindade. “Para ti” significa para adoração particular. Por isso, a Palavra acrescenta que não devemos nos prostrar (“não te encurvarás”, isto é, não fazer gestos de reverência, tirar o chapéu, inclinar o corpo, ajoelhar-se). Encurvar-se ou ajoelhar-se é a mais visível manifestação de adoração. É a adoração interior, do coração, que se exterioriza.
Em diversas praças das capitais brasileiras, há imagens esculpidas de homens públicos ou de feitos históricos. Deus não as proíbe, exceto se forem adoradas como deuses.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Independência

A independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país. Pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta da corte de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta ideia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este propósito. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.” Após sua decisão de ficar no Brasil, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradou a metrópole, pois preparava caminho para a independência do Brasil. Convocou uma assembléia constituinte, organizou a marinha de guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem a sua aprovação.
Além disso, o futuro imperador do Brasil conclamava o povo a lutar pela independência. Com a forte pressão por parte de Portugal, no dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro I as margens do Ipiranga, levantou a espada e gritou: “Independência ou morte!”. Declarando assim, a liberdade da nação brasileira.
Essa história nos lembra o que acontecera cerca de 2000 anos atrás quando, um homem chamado Jesus, o filho de Deus, revelado, chegou a esta terra com um único propósito, nos libertar da escravidão do maligno, com sua própria morte,  Garantiu a nossa independência. O seu grito não foi as margens do Ipiranga e sim, na cruz, com um grande brado de vitória. Ele disse: “… está consumado…”, essas palavras foram suficientes para declarar que hoje não devemos mais viver debaixo de tanta opressão, perseguição, condenação, nada pode mais nos prender, para isso, temos que viver ao lado daquele que promoveu a nossa independência através da sua própria vida. Creia!
“Estai pois, firmes no caminho, pois Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão”. Gálatas 5.1

SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR: 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.


..................................................................................... ....................................................................................

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

MORTOS ESPÍRITUAIS

COMO CONHECER OS MORTOS ESPIRITUAIS



Os salvos têm a obrigação de louvar o Senhor, pois sabem o que se passou com eles. A sua entrada no Reino de Jesus não foi uma mera troca de religião, mas, sim, uma obra grandiosa que o Altíssimo fez em sua vida. Sem a salvação, todos os homens são iguais. Muitos praticam o que é errado e não são descobertos, por isso passam por boa gente. No entanto, os que experimentaram a salvação viram o poder de Deus tirá-los da perdição e, por esse motivo, hoje já não fazem  mais as obras que faziam. Agora, eles devem louvá-Lo, pois ser liberto do pecado é uma maravilha. Não há ninguém que viva em pecado e ainda desfrute de paz e segurança.

Os que ainda não foram salvos estão mortos espiritualmente. Muitos deles são nossos amigos, colegas de trabalho ou profissionais liberais, dos quais utilizamos os serviços, como médicos, advogados, dentistas e demais pessoas que nos ajudam e servem. Por não terem a vida espiritual, eles não conseguem louvar a Deus nem reconhecer a Sua existência e soberania. Em caso de morto, o remédio não é o mesmo usado para os moribundos; mas, se você apresentar o problema ao Senhor, Ele lhe dará a melhor solução.

Os perdidos que já conseguem falar um pouco de Deus e reconhecer o que Ele faz ou é capaz de fazer estão começando a ressuscitar. Para esses, o remédio é diferente, porém, em ambos os casos, é preciso pedir ao Senhor que nos dirija em tudo. Como sabemos que Ele não fará nada fora da Sua Palavra, precisamos ministrar aquilo que aprendemos pelas Escrituras e, sob inspiração divina, outras passagens bíblicas virão. O Altíssimo declara que, se formos sábios, alegraremos Seu coração (Pv 27. 11).

É preciso notar aquele familiar, amigo ou conhecido que está conosco na mesma fé, mas já não ora como antes, não tem mais ânimo para evangelizar ou ajudar a obra de Deus. Pode ser que aquela pessoa esteja morrendo ou já tenha morrido espiritualmente. Se estiver morrendo, o Senhor pode curá-la e devolvê-la ao nosso convívio; contudo se estiver morta, Ele pode dar vida de novo a ela. Jesus disse que aquele que nEle cresse, ainda que estivesse morto, viveria (Jo 11. 25). Se essa for a sua condição, seja ressuscitado agora, em Nome de Jesus.

Há casos em que a família inteira está morta espiritualmente. Um membro começou a fazer negócios e a ganhar um pouco mais de dinheiro, contaminando todos. Jesus avisou que que a fascinação das riquezas, os cuidados da vida e a ambição de outras coisas fariam a Palavra ficar infrutífera (Mc 4. 19). 
Cuidado! 
Não caia nessa armadilha, pois essas coisas levam os mais santos ao pecado.

Os que experimentaram a salvação viram o poder de Deus tirá-los da perdição.

Pai! 
Hoje sei o que significa ser salvo, pois, quando vivia no pecado, eu não tinha noção de como era usado pelo inimigo. Eu me sujava e levava outros a também se sujarem, mas, desde que fui salvo,  a minha vida tem sido um exemplo de honradez.
Venho pedir pelo meu irmão que ainda não percebeu bem que Tu fizeste para com ele. A pessoa que está no pecado é como a que sonha; por isso, eu Te peço, tira-a do mundo da fantasia e traze-a para a realidade.
Sei o que se passou comigo, e, por isso, suplico a Tua misericórdia para todos os que estão no erro. 
Pai, o que mais posso fazer para abrir os olhos dos irmãos que são fracos na fé e, por isso, deixam-se levar pelas tentações?


Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem à região do silêncio.
Salmo 115. 17

x_3cebcff8

COPIADO DO BLOG FRUTO DO ESPÍRITO DE LUCY ARAÚJO


SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR: 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.


..................................................................................... ....................................................................................

ALMA E ESPÍRITO




A Alma Pode Separar-se do Espírito?


Há duas interpretações sobre a composição físico-espiritual do homem. A primeira, defendida pelos “tricotomistas”, diz ser o homem formado de corpo, alma e espírito. A segunda, a dos “dicotomistas”, sustenta que o homem possui apenas corpo e alma, sendo esta dividida em duas substâncias: a alma propriamente dita, ligada aos nossos sentimentos, e o espírito, que tem consciência e possui o conhecimento de Deus. O Antigo Testamento não faz muita distinção entre alma e espírito: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida. E o homem foi feito ALMA VIVENTE” (Gn 2.7).


O termo “espírito” deriva do hebraico “ruah”, do grego “pneuma”, do latim “spiritus”, e significa sopro, hálito, vento, princípio de vida. Logo, nossa parte imaterial ou espiritual foi formada de uma parte da essência (do sopro) de Deus (Ez 3.19; Pv 23.14; Sl 33.19). O Novo Testamento também não estabelece uma clara distinção entre os dois termos: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lc 1.46-47). Outras referências: Hb 4.12; 1 Ts 5.23. Jesus disse: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23.46). Antes, porém dissera: “A minha alma está cheia de tristeza até a morte” (Mt 26.38).


A verdade é que o homem possui uma parte material (o corpo) e uma imaterial (o espírito) formadas por Deus. Quando esta parte imaterial se relaciona com a carne (sensações, emoções, vontade), chama-se ALMA; quando serve de ligação com Deus, chama-se ESPÍRITO. Considero ser esta uma explicação razoável.
Quanto à “divisão da alma do espírito” (Hb 4.12), o texto, objeto da consulta, não está afirmando que esses dois elementos podem ser separados em algum momento. Na verdade, o texto enfatiza o poder da Palavra, como espada, capaz de separar o inseparável.


“Ordinariamente, os escritores sagrados referem-se ao homem como sendo um composto de corpo e alma, ou corpo e espírito, e não de corpo, alma e espírito, a não ser as passagens em 1 Co 15.44 e 1 Ts 5.23; e em Hebreus 4.12, em que se faz distinção entre a alma animal e a racional, para fins de pura argumentação” (Dicionário da Bíblia, John D. Davis). Uma tese equilibrada sobre o assunto é a seguinte:


“Em geral os escritores bíblicos, de uma forma especial os do Antigo Testamento, não fazem distinção precisa entre psyche, alma animal, que é a parte inferior do ser humano, e pneuma, espírito ou alma racional, parte superior do homem. Por isso é comum o uso de ambos os vocábulos como designando uma mesma coisa. Escreve Scofield: “Sendo o homem `espírito´, é capaz de ter conhecimento de Deus e comunhão com ele; sendo `alma´, ele tem conhecimento de si próprio; sendo `corpo´, tem através dos sentidos, conhecimento do mundo”. O corpo é tabernáculo da alma, a alma a sede da personalidade, e o espírito o canal de comunhão com Deus” (As Grandes Doutrinas da Bíblia – Raimundo de Oliveira, CPAD, 2ª Edição/1992, p. 161)



SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR: 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.


..................................................................................... ....................................................................................

terça-feira, 16 de julho de 2013

SERGIO B. BARROS

DIÁCONO SERGIO B, BARROS


PARA QUEM NÃO CONHECE O DIÁCONO SERGIO PODE CONFERIR AQUI ALGUMAS FOTOS E ATÉ MESMO SEU PERFIL NO FACEBOOK:

OU SE QUISER SABER SOBRE SUA ATIVIDADE PROFISSIONAL E CURTIR SUA PÁGINA:



SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR: 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.


..................................................................................... ....................................................................................

AS PARÁBOLAS DE JESUS



AS PARÁBOLAS

Jesus não foi soldado, nem estadista, nem comerciante. Ele era mestre, único e incomparável, mas mestre (Mateus 4:23). Aqueles que o ouviram ficaram "maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas" Mateus 7:28-29). Mesmo seus inimigos relatavam que jamais tinham ouvido um homem falar como Ele (João 7:46). E por que não? Ele era a mensagem do céu encarnada -- o Verbo se fez carne (João 1:14). Em Jesus os homens viam, com também ouviam, a verdade. Palavra, pensamentos e atos eram maravilhosamente unidos nele. E em sua voz estavam os confiantes ecos da eternidade. Ele tanto sabia, como era, a própria Verdade (João 14:6).

Como mestre, a missão do Filho de Deus era revelar o coração de seu Pai aos homens, para que conhecessem e entendessem sua graciosa vontade para as vidas deles. Tal entendimento não poderia ser criado por divino "faça-se". As maravilhas que Jesus fazia eram notáveis, mas serviam apenas para confirmar sua mensagem (João 3:1-2) que, como a verdadeira fonte da energia salvadora de Deus (Romanos 1:16), tinha, finalmente que ser aceita e entendida como eficaz (João 6:44-45). Por toda sua magnífica demonstração de poder divino, os milagres não poderiam forçar esse entendimento. Tinha que ser atingido por instrução paciente e muitas vezes laboriosa que, mesmo depois de longas horas, dias e meses era submetida a completa rejeição.

Mas por amor perseverante de seu coração Jesus buscava fazer com que todos os homens entendessem, e escolhia abordagens que eram notáveis por sua simplicidade. Ele pegava os homens onde eles estavam e buscava levá-los a onde era necessário que estivessem. Ele se valia do conhecimento deles deste mundo para ensinar-lhes sobre o porvir. Nada há no estilo de Jesus como professor que seja maior expressão disto do que suas parábolas, e aqueles que quiserem entender Jesus precisam chegar finalmente a entender aquelas poderosas histórias ilustrativas que se tornaram o veículo característico de tantas de suas lições. As parábolas de Jesus passaram para a História e se tornaram parte intrínseca de nossa cultura. Ele poderia ter sido imortalizado nos relatos da literatura apenas por causa delas. Se não fosse por toda sua celebridade, elas seriam tão pouco entendidas por esta geração como por aquela à qual foram dirigidas primeiro.

"Parábola", a forma aportuguesada da palavra grega, parabole, vem de um verbo grego que significa "atirar para o lado". Uma parábola é uma história que coloca uma coisa ao lado de outra com o propósito de ensinar. É uma comparação, colocando o conhecido ao lado do desconhecido. Memoravelmente expressada, ela é "uma história terrestre com um significado celestial".

A palavra grega para parábola ocorre cerca de cinqüenta vezes no Novo Testamento, somente duas vezes fora dos evangelhos (Hebreus 9:9 e 11:19, onde é traduzida como "figuradamente"). Em Lucas 4:23 ela é traduzida "provérbio" (RA2,NVI). É conhecida característicamente como uma narrativa "um pouco longa ... tirada da natureza ou das circunstâncias humanas, o objeto da qual é dar uma lição espiritual" mas também é "usada como um breve ditado ou provérbio" (W. E. Vine, Expository Dictionary of NT Words, p. 158).

Por causa da incerteza do que exatamente constitui uma parábola, as listas das parábolas de Jesus que têm sido compiladas variam em extensão de acordo com o julgamento do compilador. As listas mais longas incluem tais ilustrações como "o bom pastor" (João 10) e "os dois construtores" (Mateus 7:24-27). As listas mais curtas excluem-nas.

Se não podemos determinar com exata certeza se algumas ilustrações de Jesus merecem ser chamadas parábolas, há algumas coisas sobre parábolas que estão fora de dúvida.

Parábolas não são fábulas ou mitos. Não há elementos irreais ou situações impossíveis nelas. De fato, sua força está em serem absolutamente concebíveis e na plausibilidade das circunstâncias que elas descrevem. Elas falam de situações familiares, da vida real.

As parábolas são mais do que provérbios, ainda que às vezes semelhantes em propósito. Nos evangelhos, os provérbios são referidos às vezes como "parábolas": "Médico, cura-te a ti mesmo" (Lucas 4:23); "Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco"(Mateus 15:14-15); "Ninguém tira um pedaço de veste nova e o põe em veste velha;" "E ninguém põe vinho novo em odres velhos..."(Lucas 5:36-37). Mas um provérbio é caracteristicamente um ditado curto e direto, cujo significado é evidente. Uma parábola tende a ser mais longa, mais envolvida, e o significado não tão facilmente visto.

Jesus, até onde sabemos, não começou a ensinar por parábolas antes do fim do segundo ano de seu ministério público (há uma única exceção, Lucas 7:41-42). Foi na presença de uma imensa multidão próximo do Mar da Galiléia, e suas comparações ilustrativas vieram com um ímpeto que surpreendeu seus discípulos (Mateus 13). Em histórias maravilhosamente concretas e simples, Jesus revelou aos seus seguidores os mistérios do reino do céu. Era apenas o começo. Este é um convite para estudar aquelas narrativas maravilhosas que nos convidam a olhar para o próprio coração de Deus.

SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR: 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.
..................................................................................... ....................................................................................

quinta-feira, 6 de junho de 2013

PAI NOSSO

ESTUDANDO O PAI NOSSO

1º - REDENÇÃO - Pai nosso ...
Podemos dizer Pai nosso, porque os que aceitaram Jesus são feitos filhos de Deus. (João 1:12)

2º - AUTORIDADE - ... que estás nos céus ...
Ele é o Senhor soberano, criador, todo-poderoso, tem autoridade e nos dá autoridade (Mc. 16:17; Lc. 10:19)

3º - ADORAÇÃO - ... santificado seja o Teu nome ...
O Senhor procura verdadeiros adoradores que O adorem em espírito e em verdade. (Jo. 4:23-24). A expressão “Teu nome” se refere a Deus na Sua totalidade, significa Deus em todos os Seus atributos, é a preocupação genuína em dar toda a glória a Deus Pai. (João 8:50).

4º - GOVERNO - ...venha a nós o Teu reino ...
Deus governa todo o Universo e governa também minha vida, o governo de Deus implica em impactar o mundo através do Evangelho, quando vidas são libertas, famílias restauradas, enfermos são curados, pecadores transformados em santos, o Reino de Deus está sendo implantado. Quando oramos: “venha o Teu reino”, estamos orando pelo sucesso do evangelho, em sua amplitude e poder, é uma oração missionária, e também indica que estamos esperando e apressando a vinda do dia de Deus. (II Pe. 3:12; Mt. 24:14).

5º - SUBMISSÃO - ... seja feita a Tua vontade assim na Terra como no céu ...
Quando eu começo a desejar a vontade de Deus e não a minha, os itens anteriores são verdade, sou filho, reconheço Sua autoridade, O adoro, estabeleço o Seu governo e não do homem, enfim, seja na Terra ou no céu, Sua vontade é perfeita, boa e agradável. (Rm. 12:2). Esse deve ser o desejo de todo crente sincero ansiando para que o mundo inteiro venha a conheçê-Lo também.

6º - PROVISÃO - ... o pão nosso de cada dia nos dá hoje ...
Deus garante a provisão necessária para os seus filhos, isso é a expressão do Seu cuidado conosco. A nós cabe viver na Sua dependência, confiando nas Suas promessas. Cristo começa pedindo pelo corpo.

7º - PERDÃO - ... perdoa as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores ...
Perdoar não é uma condição para sermos perdoados por Ele, as palavras demonstram o Seu interesse em nos lembrar da necessidade e importância do perdão. A parábola do credor incompassivo ensinam que a prova que você e eu fomos perdoados é que perdoamos aos outros. O homem que sabe que foi perdoado em virtude do sangue vertido por Cristo, e nada mais, é o indivíduo que sente a compulsão de perdoar os outros.

8º - PROTEÇÃO - ... não nos deixes cair em tentação ...
Assim como Jesus estendeu a Sua mão e segurou a Pedro, assim devemos estar pedindo que Deus nos segure com Sua mão porque Ele conhece nossa fraqueza. Jesus é o nosso Pastor e nos guiará em proteção. Nesse sentido Jesus nos ensina a orar e vigiar para não entrar em tentação (Mt. 26:41).

9º - LIBERTAÇÃO - ... mas livra-nos do mal ...
Por qual motivo deveríamos pedir a Deus para sermos resguardados do mal? Pelo grande e admirável motivo que a nossa comunhão com Deus jamais venha a sofrer interrupção. O mal aqui inclui não somente o diabo mas também todas as formas e variedades do mal. Só está livre quem é redimido por Cristo (Jo. 8:32)

10º - SEGURANÇA - ... pois Teu é o Reino, o poder e a glória para sempre.
Quando consideramos as nossas necessidades e também o quanto dependemos d'Ele e as nossas relações com Ele, não podemos parar, dizendo: “livra-nos do mal”. Precisamos terminar nossa oração conforme havíamos começado, isto é, louvando ao Senhor. Podemos chegar com confiança diante do Trono da graça (Hb. 4:16)

SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR : 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.


..................................................................................... ....................................................................................

ORANDO


A Oração Eficaz e Inteligente



"O que vou fazer, então? Vou orar com o meu espírito, mas também vou orar com a minha inteligência; vou cantar com o meu espírito, mas também vou cantar com a minha inteligência." 1 Co 14:15

Muitas critãos muitas vezes reclamam que suas orações não são respondidas, e muitas vezes não nos damo conta de que estamos orando da forma errada. Entendi isso quando li na carta do apóstolo Paulo aos Corintios , que , devemos orar com o nosso espírito , ou seja , de coração , em espíirito e em vedade, mas também devemos orar com a nossa inteligência. Cemecei a tentar orar com inteligência, mas o Espírito Santo me guiou e fez meus olhor sautarem para esse trecho abaixo extraído do Livro BOM DIA ESPÍRITO SANTO , do autor BENNY HINN (pag. 102 a 104).

"Os Passos da Oração são Sete.

O primeiro é a confissão.

Se quer que fogo do Céu caia, começe confessando quem é Deus.Comece reconhecendo quem Deus é. Abraão o chamou de "o Senhor, o Deus altíssimo, o que possui os céus e a terra "
(Gen. 14:22). Comece por declarar o poder do Todo poderoso. Elias começou sua oração no Monte Carmelo com as palavras: Senhor, Deus de Abrão, de Isaque e de Israel" (1 Rs 18:36).

O nível seguinte da oração é a súplica.

Simplismente "apresente seu pedido ao Senhor". Este passo é infelizmente aquele que as pessoas costumam passar tempo demais. Toda a sua vida de oração parece concentrar-se em necessidades e desejos. É claro que os seus problemas pessoais são dignos de atenção de Deus, mas depois de falar deles, não está na hora do "Amém". O melhor ainda está por vir.

O terceiro passo é a adoração.

Esse deve ser um período de absoluta beleza e culto. Amá-Lo. Adorá-Lo. Ele pode começar com as palavras "Jesus, eu Te amo". Repentinamente, você sente a presença do Espírito Santo e horas mais tarde olha no relógio e não acredita que o tempo passou tão depressa.

Quarto, há um tempo de intimidade.

Ele é quase cheio demais de amor, de sagrado, de beleza, para ser descrito. Houve ocasiões em que, envolvido na oração, senti como se o Senhor estivesse comigo acariciando a minha testa. Era como se o Senhor estivesse dizento, _ Obrigado, estou contente por me achar na sua companhia.
Lembre-se, o Espírito Santo jamias irá forçar a Sua presença sobre você.Ele não faz exigências quanto a sua vida de oração. Mas se você disser, _ Ajuda-me a orar_ Ele está pronto para responder.A intimidade não é um ponto para começar. Nem é possível passar por cima dos primeiros passas para chegar a este.

O quinto nível da oração é a intercessão.

Jesus disse que o Espírito nos revelaria coisas. Quando você convida o Espírito para ajudá-lo a orar, Ele não focaliza suas necessidades e dejesos egoístas. Nada disso! O foco é externo. Mas não pense que esse é um período de alegria e adoração.
Quero adivertir a você. É impossível chegar ao ponto de intercessão num picar de olhos. Ela não vem instataneamente, por ser associação com Deus que requer um relacionamento profundo e intensamente pessoal. O Espírito Santo guia a sua vida de oração passo a passo.Isso não aconteceu comigo no primeiro dia , no segundo ou no terceiro.Levou pelo menos seis meses para que eu entrasse nas profundezas da oração. A Escritura nos ensina que se fomos fiéis nas pequenas coisas, Deus nos dará mais. É isso que Ele faz. Ele é o Pai perfeito. O mestre perfeito.

O sexto passo na oração é o agradecimento.

Paulo escreveu: "Graças a Deus que nos dará a vitória por intermédio do nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Co 15:57)
Por último, o sétimo passo na oração é o louvor. Algumas vezes eu canto. Outra falos em linguagem espiritual. Mas do fundo do meu ser minha atitude é de louvor total. É a forma mais pura de louvor que experimentei."

Texto extraído do Livro BOM DIA ESPÍRITO SANTO , do autor BENNY HINN.


SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR : 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.



..................................................................................... ....................................................................................

JEJUM?



O Verdadeiro Jejum Bíblico

Gostou? Comente este artigo no fim da página

O jejum é uma abstinência voluntária de alimentos por um período definido e propósito específico. Ele pode ser total ou parcial. Vem
sendo praticado pela humanidade em todas as épocas, nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo.


Com o assustador advento da nova era, a filosofia oriental e suas religiões tem sido amplamente divulgadas em nossa cultura, muitas dessas religiões pagãs trazem consigo uma prática assídua do jejum e da alimentação vegetariana, o que tem levantado em nosso meio um certo preconceito a esses assuntos.

Graças a Deus a igreja de nossos dias está redescobrindo o que a Bíblia diz acerca do jejum. Ensinos distorcidos ou simplesmente nenhum estímulo ao jejum também são freqüentes ainda em nossos dias.

Creio que a Igreja de hoje vive dividida entre dois extremos: aqueles que não dão valor algum ao jejum e aqueles que se excedem em suas ênfases, confundindo-se ao antigo gnosticismo cristão. Penso que Deus queira despertar-nos para a compreensão e prática deste princípio que, sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.

Não há regras fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal. O princípio básico para essa prática é: "Abster-se voluntariamente de alguma coisa importante a fim de dedicar maior tempo a Deus".

Tendo em mente esse princípio afirmo ser possível praticarmos em nossos dias jejum de televisão, festas, excesso de trabalho, ou qualquer outro elemento em nossas vidas.


Na Antiga Aliança o Jejum era Obrigatório? E Hoje?

No Antigo Testamento, na lei de Moisés, os judeus tinham um único dia por ano de jejum instituído: o do Dia da Expiação (Lv.16:29,31 e 23:27), que também ficou conhecido como "o dia do jejum" (Jr.36:6) e ao qual Paulo se referiu como "o jejum" (At.27:9). Depois no período do exílio foram estabelecidos para cada ano, quatro dias de jejum nacional: 1) Pela queda de Jerusalém (Jr 52:6); 2) Pela destruição do templo (2 Rs 25:8,9 e Jr 52:12); 3) Pelo assassinato de Gedalias (2 Rs25:25; Jr 41:1,2); 4) princípio do cerco (2 Rs 25:1; Jr 52:4 e Zc 8:19,20).

Ainda na Antiga Aliança encontramos o jejum relacionado ao:

- Luto pelos mortos (1 SM 31:13 e 2 Sm 1:12)

- Infortúnio e profunda tristeza (Jz 20:25; 1 Sm 1:7; 20:34; Ne 1:4; Sl 35:13; 109:24 e Jl 1:14; 2:12,15)

- Com expressão de dor e arrependimento pelos pecados (Dt 9:18; 1 Sm 7:6; 1 Rs 21:27; Ed 10:6; Ne 9:1; Sl 69:10; Jn 3:5)

Mas no Novo Testamento percebemos que a prática do jejum continua, sem haver ênfase na prática do mesmo como forma de obedecer a lei, mas sim a ênfase esta na disciplina individual de quem o pratica.

Apesar de não haver um imperativo acerca desta prática, a Bíblia esta cheia de menções ao jejum. Fala não apenas de pessoas que jejuaram e da forma como o fizeram, mas infere que nós também jejuaríamos e nos instrui na forma correta de faze-lo.

Muitos educadores falharam de maneira grave ao dizer que, por não haver nenhuma ordem específica para o jejum, então não deveríamos jejuar. Mas quando consideramos o ensino de Jesus sobre o jejum, não há como negar que o Mestre esperava que jejuássemos: "Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará." Mateus 6:16-18.

Embora Jesus não esteja mandando jejuar, suas palavras revelam que ele esperava de nós esta prática. Ele nos instruiu até na motivação correta que se deve ter ao jejuar. E quando disse que o Pai recompensaria a atitude correta do jejum, nos mostrou que tal prática produz resultados!

Algumas pessoas dizem que se as epístolas não dizem nada sobre jejuar é porque não é importante, e desprezam o ensino de Jesus sobre o jejum. Isto é errado! Jesus não veio ensinar os judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele veio instituir a Nova Aliança, e todos os seus ensinos apontavam para as práticas dos cidadãos do reino de Deus.

Quando estava para ser assunto ao céu, deu ordem aos seus apóstolos que ensinassem as pessoas a guardar TUDO o que Ele tinha ordenado (Mt.28:20), inclusive o modo correto de jejuar!

O próprio Jesus praticou o jejum, os líderes da Igreja também o faziam. (Atos 13:1-3; 14:23 e 27:9). Registros históricos dos pais da igreja também revelam que o jejum continuou sendo observado como prática dos cristãos durante muito tempo depois dos apóstolos. O jejum, portanto, deve ser parte de nossas vidas e praticado de forma equilibrada, dentro do ensino bíblico.

Embora o próprio Senhor Jesus tenha jejuado por quarenta dias e quarenta noites no deserto, e muitas vezes ficava sem comer (quer por falta de tempo ministrando ao povo - Mc.6:31, quer por passar as noites só orando sem comer - Mc.6:46), devemos reconhecer que Ele e seus discípulos não observavam o jejum dos judeus de seus dias.

Era costume dos fariseus jejuar dois dias por semana (Lc.18:12), mas Jesus e seus discípulos não o faziam. Aliás, chegaram a questionar Jesus acerca disto: "Disseram-lhe eles: Os discípulos de João e bem assim os fariseus freqüentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem. Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão." Lucas 5:33-35.

O Mestre mostrou não ser contra o jejum, e disse que depois que Ele fosse "tirado" do convívio direto com os discípulos (voltando ao céu) eles haveriam de jejuar. Jesus não se referiu ao jejum somente para os dias entre sua morte, ressurreição e reaparição aos discípulos (ao mencionar os dias que eles estariam sem o noivo), e sim aos dias a partir de sua morte.

Contudo, Jesus deixou bem claro que a prática do jejum nos moldes do que havia em seus dias não era o que Deus esperava. A motivação estava errada, as pessoas jejuavam para provar sua religiosidade e espiritualidade, e Jesus ensinou a faze-lo em secreto, sem alarde.

O jejum pode ser uma prática vazia se não for feito da maneira correta. Isto aconteceu no Antigo Testamento, quando o povo começou a indagar: "Por que jejuamos nós, e não atentas para isto? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta?" Isaías 58:3a.

E a resposta de Deus foi exatamente a de que estavam jejuando de maneira errada: "Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e para rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto." Isaías 58:3b,4. Por outro lado, o versículo está inferindo que se observado de forma correta, Deus atentaria para isto e a voz deles seria ouvida.

Tiago 1:27 "A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo."


A motivação do seu coração é a chave para um jejum eficiente.

Muitos confundem a disciplina de jejuar para reservar mais tempo ao Senhor com o ensino errôneo de auto-flagelação. O ensino de algumas religiões chega a ser pecaminoso, nenhuma forma de auto-justiça, auto-piedade, auto-sacrifício será aceita por Deus.

Deus não é um Deus sanguinário que aguarda pelo sofrimento e flagelação de seu povo para em troca abençoa-lo. Não tente cambiar, barganhar, fazer negócio com Deus para em troca obter respostas as suas orações.

Salmos 51:16 "Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos. Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus."

Isaías 58:5-6 "Seria este o jejum que escolhi, que o homem um dia aflija a sua alma, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aceitável ao SENHOR? Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo?"

É uma ilusão pensar que qualquer sacrifício pessoal de nossa parte possa comover o coração de Deus, o único sacrifício que Ele reconhece foi aquele oferecido por Jesus na cruz do Calvário! Jejuar e orar acreditando que com esse "sacrifício" você vai conseguir persuadir a Deus a satisfazer seus desejos narcisistas e hedonistas é pecado! Ainda que inconscientemente é um meio de tentar competir com aquilo que Jesus já realizou na cruz do Calvário.

Precisamos e devemos jejuar para exercitarmos nossa vida de oração. Os pais da igreja primitiva reuniam-se semanalmente para consagrar suas vidas e buscarem a Deus, esses encontros eram marcados por jejum e oração.

Sempre que me dedico a longos períodos de jejum e oração, fico muito mais sensível a voz do Espírito Santo. Tenho maior discernimento espiritual das circunstâncias que estão ao meu redor. Sempre que meu organismo reclama por alimento, lembro-me que preciso orar mais um pouco.

Porém assim que observo estar passando mau, ou que meu rosto já está tão desfalecido que todos percebem, oro a Deus entregando aquele período de jejum e procuro alimentar-me.

Quando entramos em longos períodos de jejum e oração, precisamos preparar nosso organismo para o mesmo, e mesmo depois ao terminarmos períodos com mais de 7 ou 10 dias de jejum ininterrupto, precisamos absorver alimentos leves.

Para quem nunca jejuou e orou, parece impossível passar 10 dias seguidos em jejum total de alimentos, apenas bebendo líquidos. Porém quero lhe dizer que a maior dificuldade será o apenas os três primeiros dias, depois deles a dor de cabeça vai embora, a dificuldade para pegar no sono desaparece e seu organismo começa a absorver energia de suas reservas.

Porém se você não esta acostumado a passar longos períodos em jejum, não fique frustrado. Você pode jejuar três dias seguidos e todas as noites fazer um lanche leve ou ainda fazer jejum de apenas 24 horas. Lembre-se que o Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas.

Não recomendo a ninguém praticar o jejum absoluto, aquele em que até o líquido foi eliminado. Existem evidências de que Moisés quando recebeu as tábuas da lei praticou esse tipo de jejum, (Êx 34:28 e Dt 9:9) e Elias (1 Rs 19:8). Acredito que ele só possa ser praticado por um meio sobrenatural.

O próprio Senhor Jesus ao jejuar no deserto, depois de 40 dias e 40 noites teve "fome" e que foi tentado a "comer" e não a beber. O texto não fala que Ele teve sede, o que nos leva a crer que Ele tenha feito abstinência apenas de alimentos e não líquidos (Mt 4:1-3, 11). Outro aspecto interessante é que Ele foi levado, impelido, conduzido pelo Espírito Santo a esse longo período de jejum e que "não teve fome" durante os dias de consagração.

Podemos perfeitamente jejuar e orar enquanto seguimos nossa rotina semanal, de estudos, trabalhos e demais compromissos. Veja o que diz 1 Reis 19:8 "Levantou-se, pois, comeu e bebeu; e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus". Quem quer encontrará um meio, quem não quer encontrará uma bela desculpa.

"O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus". K. H.


Vejamos alguns exemplos bíblicos de jejum:

Consagração - O voto do nazireado envolvia a abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm.6:3,4);

Arrependimento de pecados - Samuel e o povo jejuando em Mispa, como sinal de arrependimento de seus pecados (I Sm.7:6, Ne.9:11);

Luto - Davi jejua em expressão de dor pela morte de Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (II Sm.1:12 e 3:35);

Aflições - Davi jejua em favor da criança que nascera de Bate-Seba, que estava doente, à morte (II Sm.12:16-23); Josafá apregoou um jejum em todo Judá quando estava sob o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas (II Cr.20:3);

Buscando Proteção - Esdras proclamou jejum junto ao rio Ava, pedindo a proteção e benção de Deus sobre sua viagem (Ed.8:21-23); Ester pede que seu povo jejue por ela, para proteção no seu encontro com o rei (Et.4:16);

Em situações de enfermidade - Davi jejuava e orava por outros que estavam enfermos (Sl.35:13);

Intercessão - Daniel orando por Jerusalém e seu povo - 21 dias (Dn.9:3, 10:2,3);

Preparação para a Batalha Espiritual - Jesus mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, que trazem um maior revestimento de autoridade (Mt.17:21);

Estar com o Senhor - Ana não saía do templo, orando e jejuando freqüentemente (Lc.2:37);

Preparar-se para o Ministério - Jesus só começou seu ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum (prolongado) no deserto (Lc.4:1,2);

Ministrar ao Senhor - Os líderes da igreja em Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At.13:2);

Enviar ministérios - Na hora de impor as mãos e enviar ministérios comissionados (At.13:3);

Estabelecer presbíteros - Além de impor as mãos com jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de governo na igreja local, o que revela que o jejum era um princípio praticado nas ordenações de ministros (At.14:23).

Nas Epístolas só encontramos menções de Paulo de ter jejuado (II Co.6:3-5; 11:23-27).


Diferentes Formas de Jejum

Jejum PARCIAL. - Normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo). Lemos sobre esta forma de jejum no livro de Daniel:

"Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que se passaram as três semanas." Daniel 10:2,3.

O profeta Daniel diz exatamente o quê ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável. Provavelmente se restringiu à uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao certo. O fato é que se absteve de alimentos, porém não totalmente.

E embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se à ela por três semanas. Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn.9:3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum. Ao fim deste período, um anjo do Senhor veio a ele e lhe trouxe uma revelação tremenda.

Jejum NORMAL. - É a abstinência de alimentos mas com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto. "Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome." Mateus 4:2.

Jejum TOTAL - É abstinência de tudo, inclusive de água. Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo três dias. A água não é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas não se acumulem no organismo. Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um no Velho outro no Novo Testamento:

Ester, num momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte por um decreto do rei, pede a seu tio Mardoqueu que jejuem por ela: "Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci." (Ester 4:16).

Paulo, na sua conversão também usou esta forma de jejum, devido ao impacto da revelação que recebera: "Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu" (Atos 9:9).

Não há qualquer outra menção de um jejum total maior do que estes (a não ser o de Moisés e Elias numa condição sobrenatural). Veja Dt 9:9, Ex 34:28 e 1 Rs 19:8.

A medicina adverte contra um período de mais de três dias sem água, como sendo nocivo. Devemos cuidar do corpo ao jejuar e não agredi-lo; lembre-se de que estará lutando contra sua carne (natureza e impulsos) e não contra o seu corpo.


A Duração do Jejum:

1 dia - O jejum do Dia da Expiação

3 dias - O jejum de Ester (Et.4:16) e o de Paulo (At.9:9);

7 dias - Jejum por luto pela morte de Saul (I Sm.31:13);

14 dias - Jejum involuntário de Paulo e os que com ele estavam no navio (At.27:33)

21 dias - O jejum de Daniel em favor de Jerusalém (Dn.10:3);

40 dias - O jejum do Senhor Jesus no deserto (Lc.4:1,2);

Bíblia fala de Moisés (Ex.34:28) e Elias (I Re.19:8) jejuando períodos de quarenta dias. Porém vale ressaltar que estavam em condições especiais, sob o sobrenatural de Deus. Moisés nem sequer bebeu água nestes 40 dias, o que humanamente é impossível.

Mas ele foi envolvido pela glória divina. O mesmo se deu com Elias, que caminhou 40 dias na força do alimento que o anjo lhe trouxe. Isto é um jejum diferente que começou com um belo "depósito", uma comida celestial. Jesus, porém, fez um jejum normal com esta duração.

Muitas pessoas erram ao fazer votos ligados à duração do jejum... Não aconselho ninguém fazer um voto de quanto tempo vai jejuar, pois isso te deixará "preso" no caso de algo fugir ao seu controle. Siga o conselho bíblico:

"Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras". Eclesiastes 5:4-5.

É importante que haja uma intenção e um alvo quanto à duração do jejum no coração, mas não transforme isto em voto. Já intentei jejuns prolongados e no meio do caminho fui forçado a interromper. Mas também já comecei jejuns sem a intenção de prolongá-lo e, no entanto, isto acabou acontecendo mesmo sem ter feito os planos para isto.


O Jejum Prolongado:

Há algo especial num jejum prolongado, mas deve ser feito sob a direção de Deus. Conheço irmãos que tem jejuado por trinta e até quarenta dias, embora eu, pessoalmente, não tenha feito um jejum tão longo. Cada um deles confirma ter recebido de Deus uma direção para tal.

Vale ressaltar também que certos cuidados devem ser tomados. Não podemos brincar com o nosso corpo. Uma dieta para desintoxicação do organismo antes do jejum é recomendada, e também na quebra do jejum prolongado (mais de 3 dias).

Podemos Falar que Estamos Jejuando?

Algumas pessoas são extremistas quanto a discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança dos fariseus, tocam trombeta diante de si. Em Mateus 6:16-18, Jesus condena o exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para atestar sua espiritualidade.

Ele não proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao contar o jejum que Jesus fez... Como souberam que Cristo (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele contou! Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos.

Eu, particularmente, comecei a jejuar estimulado pelo relato das experiências de outros irmãos. Depois é que comecei (aos poucos) a entender o ensino bíblico sobre o jejum. E louvo a Deus pelas pessoas que me estimularam! Sabe, precisamos tomar cuidado com determinadas pessoas que não tem o que acrescentar à nossa edificação e somente atacam e criticam.

Lembro-me que o primeiro jejum que fiz na minha adolescência, teve a duração de 24 horas, cortei só o alimento e tomei muito líquido ao longo do dia.

Desafio: Haverá períodos em que o Espírito Santo vai nos atrair mais para o jejum, e épocas em que quase não sentiremos a necessidade de faze-lo. Já passei longos períodos sem receber nenhum impulso especial para jejuns de mais de três dias e, mesmos estes, foram poucos. E houve épocas em que, seguidamente sentia a necessidade de faze-lo.

Porém, penso que o jejum normal de um dia de duração é algo que os cristãos deveriam praticar mais, mesmo sem sentir nenhuma "urgência" espiritual para isto.

Devemos ser sensíveis e seguir os impulsos do Espírito de Deus nesta área. Isto vale não só para começar a jejuar mas até para quebrar o jejum. Já fiz jejuns que queria prolongar mais e senti que não deveria faze-lo, pois a motivação já não era mais a mesma... ou estava tão atarefado que o jejum espiritual havia se transformado em uma "greve de fome", pois eu não estava orando.

Encerro desafiando-o a praticar mais o jejum, e certamente você descobrirá que o poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras. A experiência fortalecerá aquilo que temos dito. Que o Senhor seja contigo e te guie nesta prática!

Jelson Becker é pastor. Reside atualmente em Recife-PE, onde desenvolve a base do ministério Avivamento Extravagante. Ministra em média 35 mil pessoas ao ano em seminários e encontros no Brasil e no exterior. Entre os temas abordados, estão: ativação de dons espirituais, princípios de transferência de unção, adoração profética, princípios que antecedem o avivamento, espíritos aprisionados e como implantar uma equipe de profetas intercessores em sua igreja. Lidera a Escola de Ativação Profética em Recife com o apoio de tele-salas de aula, que objetivam ensinar o evangelismo profético a igrejas no mundo.


SE VOCÊ É PESSOA JURÍDICA E DESEJA SE TORNAR UM PATROCINADOR DESSE BLOG, ANUNCIANDO SEU PRODUTO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR NO EMAIL reinaremvida@gmail.com , OU SE VOCÊ PREFERE AJUDAR NO ANONIMATO ATRAVÉS DE DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA COM QUALQUER VALOR : 
( Caixa Econômica Federal, agencia 0185 conta 013 00458401-4 ) Sergio B. Barros 
EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DEPOSITE MESMO QUE SEJA APENAS 1 REAL OU 1 DÓLAR NA CONTA ACIMA MENCIONADA E ESTARÁ CONTRIBUINDO NESSA OBRA.



..................................................................................... ....................................................................................