domingo, 3 de novembro de 2013

Não tentem mudar um ao outro


Não tentem mudar um ao outro

Cada indivíduo é distinto, não existe pessoas semelhantes em todos os aspectos. Ao assumir o casamento, os jovens precisam entender que seu cônjuge é diferente dele. E precisam aprender a aceitarem-se sem exigências, críticas, ataques, recriminações, armas que só trarão destruição.

Cecil Osborne, em seu livro "A arte de compreender o cônjuge" diz:
- Não posso mudar ninguém por ação direta.
- Só posso mudar a mim mesmo.
- Quando eu mudo, os outros tendem a mudar em relação a mim.

Quando entendemos que "Só podemos mudar a nós mesmos" , uma nova perspectiva surge em nossas vidas e no nosso casamento. Precisamos aceitar essa verdade, devemos satisfazer às necessidades dos outros , ao invés de esperarmos que satisfaçam às nossas. Muitas vezes sua esposa está com acúmulo de afazeres antes da reunião; dando banho em duas ou três crianças, fazendo lanche e ainda tendo de se arrumar, e muitos ficam apenas lembrando-lhe que já está atrasada, isso e aquilo, sendo que sua esposa necessita é de compreensão e ajuda. E essa, se não for ajudada, tornar-se-á amargurada, e cada dia mais fechada para com seu marido.

Só conseguiremos mudanças em alguém, se nós mesmos estivermos dispostos a mudar.

Trecho extraído do livro "O propósito de Deus e A família cristã"

O templo do Senhor

O templo do Senhor

1º Macabeus 4,36-37.52-59

O povo de Israel celebrava de novo com alegria a consagração do altar do templo do Senhor, depois da vitória alcançada sobre os inimigos. Alegremente, durante oito dias eles ofereceram holocaustos e sacrifícios de comunhão e de louvor a Deus. Hoje, essa nova consagração acontece dentro do nosso coração que é o lugar onde foi erigido o altar do Senhor. Nós podemos também comemorar o triunfo do Senhor na nossa vida, quando Ele nos dá livramento às diversas situações com as quais nos deparamos. O desânimo, o medo, a tristeza, a depressão, são causados pelo estado do nosso ser pecador. O Senhor está conosco na hora da luta contra o pecado e a Sua misericórdia nos abraça, porém, será preciso que nós também, assim como o povo de Israel, façamos a nossa parte no combate aos inimigos. Quando as consequências do pecado vêm nos atingir, nós precisamos nos apossar da sabedoria de Deus para percebermos o nosso real estado de pecador que nos leva ao sofrimento e a enfermidade. Nessas horas, inteligentemente, devemos nos valer do Único que nos pode ajudar a vencer a luta, Jesus Cristo. Só Ele, pelo poder Espírito Santo, fará em nós a reconstrução e a restauração do lugar santo onde o Pai quer morar. O nosso coração é, morada de Deus e é lá, diante do Seu Altar, que podemos derramar a nossa alma e expor ao Pai as nossas misérias, as nossas necessidades, o nosso pecado. Somos reconsagrados a todo instante, quando nos abandonamos à misericórdia de Deus e nos deixamos penetrar pelo Espírito Santo que nos purifica, nos santifica, nos reanima e nos devolve a alegria de viver. - Você tem se deixado ocupar pelo Espírito Santo? – Você já erigiu dentro do seu coração o Altar do Senhor? – Você já consagrou o seu coração para ser morada de Deus? – Você tem derramado o seu coração diante do Altar do Senhor? – Faça hoje essa experiência e experimente a alegria do louvor.

Tratamento de Beleza para Mulheres


Tratamento de Beleza para Mulheres

A beleza é um dos triunfos da mulher. Querer ser bela é inerente à feminilidade. Nestes dias em que a mulher anda reinando não apenas no lar, mas se projeta no cenário público, é bom que esteja apta para reinar com toda a sua pujança.

A Rainha Ester foi a mulher que impressionou pela sua beleza, não apenas ao rei, mas ao guarda das mulheres e a todos que a cercavam (Ester 2). A beleza de Ester não era superficial e nos fala de muito preparo. Foram doze meses de embelezamento.

Um novo ano começou e com ele o desafio de doze meses para um tratamento de beleza que nos coloque numa postura que glorifique ao Rei dos Reis. Deus tudo fez tudo belo e admirou-se de Sua criação. Aprimoremos também a beleza que Deus criou.

A receita para este tratamento começa com:

LIMPEZA INTERIOR - Do coração procedem as fontes da vida - (Pv 4.20-27).
Dele é necessário retirar todas as manchas, cicatrizes de amargura, frustrações, toda a sujeira que esteja poluindo a alma. Jesus adverte que o mal vem de dentro - (Mc 7.14-23) e Jeremias fala dos enganos do coração (Jr 17.9), por isso faz-se necessário permitir um trabalho profundo do Espírito Santo para a remoção de tudo que possa comprometer a beleza do caráter do Cristão. O Salmo 139.23-24 nos conduz à confissão e quebrantamento pela ação do espírito.

ELIXIR DE REJUVENESCIMENTO - A mente exerce um grande poder sobre nós. Somos, realmente, aquilo que pensamos - belas ou feias, novas ou velhas. Paulo fala em transformação pela renovação da mente (Rm 12.2). Faz mais efeito que as operações plásticas que concertam ou pioram apenas o que é exterior. Encher a mente de pensamentos positivos (Fp 4. e preenchê-la com a Palavra de Deus (Cl 3.15). Aí se encontra o verdadeiro segredo da força da juventude.

ÓLEO PARA A CABEÇA - O óleo da união derramado sobre a cabeça de Arão (Sl 133) que nos leva a amar as pessoas, aceitá-las como são. Óleo que lubrifica os relacionamentos, fluindo como ingredientes para uma convivência saudável. Também o óleo da unção do Espírito que ungindo a cabeça, faz transbordar o coração (Sl 23.5).

BATOM PARA OS LÁBIOS - É o louvor. Salmo 34.1 nos recomenda a usá-lo constantemente. Evitemos palavras ferinas, negativas ou hábitos da murmuração. Enfeitar os lábios com palavras de louvor, de conforto, que levante os abatidos e glorifiquem ao nosso Rei (Sal 19.14).

MAQUIAGEM - Não há processo mais eficaz para embelezar a face do que a alegria. "O coração alegre aformoseia o rosto..." (Pv 15.13).

BRILHO - O tempo que passamos com Deus dá brilho a vida. Que o diga Moisés (Ex 34.29). "Para ser bela pára um minuto diante do espelho, cinco minutos diante da sua alma e quinze minutos diante de deus" - Michel Quoist.

CREME PARA AS MÃOS - (Ec 9.10 e Pv 31.20) Mãos adornadas com o serviço ao próximo. Mãos que trabalham, mãos que constroem, mãos que ajudam, mãos que sustentam os debilitados.

CALÇADOS PARA OS PÉS - (Pv 4.26-27) - Pés que andam por caminhos direitos (Is 52.7) - Pés formosos que levam boas notícias, as boas novas da salvação.

TRAJE - Alta costura do Atelier do senhor - (1Pe 3.3-4) apresenta o traje do espírito manso e suave. E é a única fórmula bíblica para conquistar o esposo para Cristo.

PERFUME - Mais precioso que o "Chanel 5 ", pois é da "grife" do Senhor - (2 Co 2.14-15) - O perfume de Cristo. É um pouco diferente das famosas essências francesas cujos frascos precisam ser bem lacrados para não exalar o aroma; neste, o "vaso de alabastro" (a nossa casca grossa) tem que ser quebrado para perfumar o ambiente.

ETIQUETA SOCIAL - Aulas de etiqueta social não podem faltar ao tratamento de beleza, pois completam o trabalho realizado. Define-se apenas numa palavra AMOR. Sem ele nada tem valor. E com ele é possível nos apresentarmos com nobreza em qualquer ambiente. (1 Co 13.5) " O amor comporta-se bem e não busca vantagens próprias".

Que Deus lhe proporcione oportunidades para viver a beleza de Cristo em todo o seu esplendor.

Desenvolva toda sua potencialidade de MULHER CRISTÃ atuando em sua Igreja em um dos ministérios existentes, em seu lar, enfim em todo tempo que a Luz de Jesus brilhe através de você.

Pessoa errada




 

10 Dicas para não se casar com a pessoa errada

Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma "estatística", tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma "fria".

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"

Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.

2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?

Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:

Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?

3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.

Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.

Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.

4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Química e compatibilidade
2. Partilhar interesses em comum
3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida

Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.

Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.

5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.

6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?"

Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.

Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?"

7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!

De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.

Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.

8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.

9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.

Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.

10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.

Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.

Música Satânica em Novela


Música Satânica em Novela

Novela "Celebridades", usava Música Satânica

ISTO É MUITO GRAVE !!!!!!!!

Uma música satânica tem adentrado em milhões de lares brasileiros através da novela CELEBRIDADES. A música é o tema do casal vilão Márcio Garcia e Claudia Abreu. A letra é terrível e abaixo segue na linguagem original e no final a tradução.

Sympathy for the Devil (Rolling Stones)

Please allow me to introduce myself
I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long, long year
Stole many a man's soul and faith

And I was 'round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate

Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game

I stuck around St. Petersberg
When I saw it was a time for a change
Killed the Czar and his ministers
Anastasia screamed in vain

I rode a tank
Held a general's rank
When the Blitzkrieg raged
And the bodies stank

Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
What's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah

I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the Gods they made

I shouted out
"Who killed the Kennedys?"
When after all
It was you and me
Let me please introduce mys elf
I'm a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadors
Who get killed before they reached Bombay

Pleased to meet you
Hope you guessed ! my name, oh yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game

Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's confusing you
Is just the nature of my game

Just as every cop is a criminal
And all the sinners Saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
Cause I'm in need of some restraint

So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
Use all your well-learned politesse
Or I'll lay your soul to waste , um yeah

Pleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game, um ! baby, get down

Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!

Tell me baby, what's my name
Tell me honey, baby guess my name
Tell me baby, what's my name
I tell you one time, you're to blame

Ooo, who, who
Ooo, who, who
Oh, yeah


Tradução
Simpatia pelo Diabo

Por gentileza me permita me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens

E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino

Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão

Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando as blitzkrieg urgiam
E os corpos fediam

Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo

Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram

Gritei bem alto
"Quem matou os Kennedys?"
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu
Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim

Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo

Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo

Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição

Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer

Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo

Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!

Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa

Ooo, who, who
Ooo, who, who

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

DEPOIMENTO DE UMA MULHER



DEPOIMENTO DE UMA MULHER:

"QUANDO TUDO FOR PEDRA, ATIRE A PRIMEIRA FLOR"

_Deus realmente fala comigo por onde quer que eu ande e de todas as formas possíveis. Não é necessário que a sua voz seja com som audível, para que eu a ouça. Aprendi a ouvir Deus falar em todas as situações que vivo no meu dia-a-dia, no meu trabalho, na rua, em casa, dentro do carro, na Igreja, nos meus sonhos... é assim que Ele se comunica comigo. Por várias vezes me peguei chorando na rua ou em casa mesmo, ao receber do Senhor sua mensagem para o meu coração, diante de alguma cena que, para alguns, pode não ter significado nenhum. Isto se chama “sintonia e intimidade” e me sinto uma pessoa abençoada por isto.


Ao ler a frase de um poema “Quando tudo for pedra, atire a primeira flor”, eu percebi de imediato que o Senhor me ensinava, mais uma vez, como agir diante daqueles que nos ferem com seus julgamentos e acusações injustos, com suas palavras cruéis que vão direto ao coração como uma espada afiada. É difícil, eu seu, mas não há um jeito melhor de se sair bem dessa situação do que oferecer uma flor àquele a quem nos feriu. O gesto nos torna superior ao outro. A flor quer dizer o perdão, uma palavra branda, serena, um sorriso, um abraço, uma oração, um gesto de carinho ou até mesmo uma linda flor... fico imaginando se cada um de nós tivéssemos nas mãos uma flor para dar aos nossos acusadores, sempre que nos atirarem pedras.

Me lembro das inúmeras vezes em que já fui julgada (sem dó), por algum ato impensado, por algum comportamento, pelo meu modo de vestir e pentear, pelo meu modo de ser, pelo meu trabalho na Igreja ou fora dela, pelas decisões que tomo, pelo jeito que cuido da minha família, pelo jeito que oro, canto, falo, brinco, etc, etc... Como pastora, sou o tempo todo observada, avaliada e julgada, quase sempre por pessoas sem a menor noção do que é justiça, amor e misericórdia, mas ao longo do tempo, fui aprendendo a amar, entender e perdoar a todas elas, porque sei que não experimentaram ainda a verdadeira presença de Deus em suas vidas e também que um gesto meu pode mudar tudo.


Assim diz o Senhor:
“Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mateus 5.

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Hebreus 12.14-15).

Congestionamento nos céus


Congestionamento nos céus

“Então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia, em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e por causa das tuas palavras é que eu vim. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia” – Daniel 10:12-13.

O caótico trânsito de São Paulo já está se refletindo também nos céus da cidade. O tráfego aéreo de helicópteros está mais lento e demorado, havendo casos em que a viagem, apesar de curta, dura o dobro do tempo.

Já há alguns anos que o helicóptero vem sendo procurado pelos mais abonados como uma alternativa para driblar o trânsito na maior cidade do Brasil, onde concentram-se as maiores e mais importantes transações financeiras do país. O Estado de São Paulo tem hoje uma frota estimada em 470 helicópteros e só na capital há 420 aeronaves registradas.

Com o aumento constante no número de veículos nas ruas da cidade, com a conseqüente dificuldade de locomoção, a tendência é que o espaço aéreo fique cada vez mais congestionado, havendo a necessidade de cuidados especiais para garantir a segurança dos passageiros.

Esta notícia nos chama a atenção para um paralelo interessante daquilo que ocorre na esfera espiritual, ou, no dizer do apóstolo Paulo: “nas regiões celestes” (Efésios 6:12).

Quando as coisas não vão bem no plano horizontal, quase que instintivamente seguimos a orientação vertical. Novamente, a experiência de São Paulo: os altos prédios dominam a paisagem urbana, testemunhando que não há espaço para o crescimento horizontal, é preciso subir.


Quantas vezes, pressionados pelo excesso de atividades, problemas, lutas e desafios esquecemos que temos a opção vertical. Não temos de lutar sozinhos, tentando resolver tudo na força do nosso braço.

Nas regiões celestes não há congestionamento; a demora, de acordo com a experiência de Daniel, deve-se à luta espiritual, mas a resposta sempre chega; Deus sempre enviará o socorro aos seus filhos, no tempo apropriado.

Quando o trânsito ficar congestinado aqui embaixo, não se esqueça que, como filho de Deus, você tem acesso a um plano mais elevado.

“Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” –Sal. 121:1-2.

Integridade


Crise de integridade

Para especialistas, o descrédito da liderança evangélica perante a sociedade se deve em grande parte a deslizes éticos e morais cometidos pela própria Igreja.

Deu na CNN: jovem pastor de uma das maiores denominações evangélicas da Austrália confessou ter mentido nos últimos dois anos para a igreja, família e amigos, dizendo que tinha câncer. Para se passar por doente em fase terminal, ele chegou a raspar o cabelo e as sobrancelhas e andava com um tubo de oxigênio ligado ao corpo. A farsa lhe rendeu milhares de dólares, arrecadados junto aos fiéis de sua igreja para o suposto tratamento, que nunca aconteceu. Segundo palavras do próprio impostor, o pastor Mike Guglielmucci, a “vida dupla” serviu, entre outras coisas, para ocultar seu maior pecado – o vício na pornografia, fato narrado na reportagem O Evangelho segundo o SexxxChurch, nesta edição. Rumorosas também foram as quedas de ícones dos púlpitos, como o televangelista americano Jimmy Swaggart, flagrado com prostitutas, ou o pastor brasileiro Caio Fábio D’Araújo Filho, um dos mais destacados líderes evangélicos já surgidos no país, que há exatos dez anos revelou um caso extraconjugal que abalou seu multifacetado ministério.

Se é verdade que todo o ser humano vive em crise de integridade desde o pecado original, também é fato que este mal nunca assolou tanto os líderes evangélicos, freqüentemente envolvidos em escândalos muito diferentes do “escândalo do Evangelho” citado pelo apóstolo Paulo. Coincidência ou não, recente pesquisa do Ibope revelou que o número de pessoas que não confiam nas igrejas evangélicas subiu de 41% para 44%, e o contingente de pessoas que confiam nelas caiu para 52 por cento. Segundo o instituto de pesquisas, isso fez com que as igrejas evangélicas despencassem da 8ª colocação para a 11ª posição entre as instituições mais confiáveis, atrás de instituições como a TV, empresas privadas e até dos produtores de soja.

Para o historiador Ziel Machado, secretário da Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos (CIEE), não há dúvida: a crise de integridade das lideranças religiosas é a principal responsável por essa queda na credibilidade das instituições evangélicas. Para ele, há outros termômetros tão precisos quanto as pesquisas para aferir isso. “Basta uma simples observada nas livrarias cristãs. Nunca se viu um volume tão grande de obras abordando essa temática da crise de integridade entre os pastores”, diz. O escritor Jaime Kemp, mestre em teologia e doutor em ministério familiar, é autor de duas dessas obras. Ele lançou, há algum tempo, os livros Pastores em perigo e sua continuação, Pastores ainda em perigo (Editora Hagnos), nos quais aborda o problema. “A Igreja Evangélica tem padecido com a escassez de integridade em sua liderança, seja em nível moral ou na vertiginosa e constante quebra dos relacionamentos familiares”, constata.

Kemp, que é referência no segmento evangélico brasileiro quando o assunto é família, identifica nessa crise um dos principais motivos do descrédito social em relação aos crentes, sobretudo em relação à sociedade em geral. “Essa triste realidade tem abalado a nossa credibilidade não somente nas igrejas, mas também em um mundo crítico e observador, que não perde as oportunidades, já volumosas, para tripudiar a Igreja de Cristo”, lamenta.

Mau testemunho – Para a professora Durvalina Barreto Bezerra, diretora e coordenadora de ensino do Seminário Evangélico Betel, a sociedade tem desacreditado da liderança evangélica por conta do péssimo testemunho de alguns, que não praticam o que pregam. “São pastores broncos, mal-formados, imaturos, que dão vexame na política e na televisão, com deploráveis deslizes éticos e morais”, critica. Segundo ela, esses pastores e líderes têm seguido o Evangelho sem observar os critérios estabelecidos por Cristo para uma vida moral e espiritual autêntica. “Querem as bênçãos divinas, mas não o compromisso com a verdade que transforma, com a vida moral exemplar e, mais do que isso – não querem andar como Jesus andou.”


É bem verdade que os escândalos de natureza sexual costumam provocar desastres dentro das igrejas, mas não chamam tanto a atenção de quem é “de fora” quanto outros tipos de deslizes. Afinal, a indissolubilidade do casamento não tem tanto apelo fora dos arraiais evangélicos. Desta forma, atos como malversação de recursos e exploração da boa-fé alheia rendem muito mais “frutos podres” para a Igreja. “Milagreiros, exploradores de dízimo, estelionatários, desrespeitadores de outras religiões: estas são algumas das alcunhas mais freqüentemente utilizadas pela opinião pública a fim de desqualificar um crescente número de pastores evangélicos Brasil afora”, aponta o psicólogo Ageu Heringer Lisboa, mestre em ciências da religião e um dos fundadores do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos, o CPPC. Para ele, o descompasso entre o inchaço da presença dos crentes na população e a questão ética ganhou maior dimensão no país a partir da década de 1950, com o início da predominância das teologias mais subjetivistas e emocionais, típicas do neopentecostalismo. “Da periferia do sistema, aos poucos eles chegaram às classes médias e à mídia. Sem o mínimo senso de obediência a um coletivo dirigente, por qualquer discordância alguém se desliga de um grupo e funda o seu próprio”, diz.

O terapeuta lembra que a natureza do trabalho pastoral, em sua acepção bíblica original, é a de alguém que vive em comunhão com Deus, é instruído nas Escrituras e tem vocação e preparo para cuidar de pessoas espiritualmente desorientadas e ensinar a Palavra. “Os termos ‘trabalho pastoral e terapêutico’ se assemelham semanticamente, significando cura ou cuidado com as almas. Isso traz uma exigência ética específica – a de que esses pastores se mantenham íntegros, moral e profissionalmente”, pondera. No entender de Ageu, é compreensível essa cobrança pelo lugar que pastores e líderes ocupam no imaginário popular. “Sacerdotes, desde tempos imemoriais, supostamente estão mais próximos da divindade ou conhecem o mundo espiritual. A população necessita de referenciais de integridade, precisa encontrar pessoas dignas no meio de tanta imoralidade e corrupção. Quando ocorre um pecado grave, como adultério ou falcatrua, isso desperta decepção, revolta e angústia no Corpo de Cristo”, completa.

Moralismo inútil – Para muita gente, a eclosão recente de escândalos entre a liderança religiosa pode ser apontada como sinal do fim dos tempos. E é evidente que eles não se resumem aos arraiais evangélicos. De uns anos para cá, o catolicismo tem sido abalado pelos casos de pedofilia envolvendo sacerdotes em diversos países, inclusive nos Estados Unidos, onde a Igreja Católica tem sido obrigada a arcar com indenizações milionárias às vítimas de abusos sexuais praticados por padres. No Brasil, costuma-se atribuir os problemas à liderança no meio pentecostal ou neopentecostal – o que é um preconceito, na avaliação do sociólogo Gedeon Alencar, diretor do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos (Icec), de São Paulo. “Clérigos, reverendos e outras sumidades tradicionalistas não agem muito diferente. A diferença é que uns são descobertos, outros não”, diz.

O sociólogo considera pretensioso e apressado o apontar culpados, coisa que invariavelmente se faz quando o tema “crise de integridade” vem à tona. “É preciso ter cuidado para não cairmos num moralismo inútil, como se, em geral, tivéssemos um povo puro, honesto e cumpridor de seus deveres, mas a liderança evangélica fosse péssima”, destaca. Sobre as pesquisas que mostram o crescente descrédito em relação à Igreja Evangélica e sua cúpula, Gedeon lembra que nas congregações existe gente comum. “E gente comum também comete erros”, pondera. “Daí, a credibilidade de todos vai por água abaixo.” Na mesma linha vai o psicólogo Ageu Lisboa: “Muitos líderes acabam escravizados ao medo de serem criticados, de não serem bons nem carismáticos ou não serem capazes de fazer a igreja crescer”, enumera. “Isso compromete sua saúde psicofísica, podendo afetar suas relações familiares, predispondo-os à depressão. Daí a largar tudo e se meter em aventuras financeiras e eróticas é um passo comum. Pastores assim precisam resgatar seu direito de serem gente comum, nem mais santos ou pecadores que os demais crentes”, completa.

O missionário Marcos Cunha, ligado ao ministério Servindo Pastores e Líderes (Sepal), segue a mesma linha de raciocínio. “Virou moda dizer-se evangélico, e isso atrai os holofotes para as igrejas e seus líderes, que são humanos como todos nós e sujeitos às mesmas tentações. No entanto, quando eles são expostos à crítica pública têm seus pecados superestimados”, diz. A Sepal, onde Cunha atua, presta diversos serviços à liderança cristã brasileira, incluindo trabalhos de mentoria espiritual, aconselhamento e reciclagem voltados para pastores e suas famílias. O obreiro reconhece ainda que é preciso levar em conta que a Igreja brasileira é muito nova, tendo se consolidado de fato no país apenas a partir da segunda metade do século 20. “Estamos, digamos assim, vivendo os dias de adolescência. Os líderes que podem ser reconhecidos por sua integridade e valor ainda são poucos, o que deixa a brecha para o surgimento de dirigentes sem tanto preparo ou vocação”.

Cunha cita ainda o fato de o número dos evangélicos ter praticamente triplicado no país nos últimos 20 anos, passando, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística, o IBGE, de pouco mais de 13 milhões para mais de 30 milhões. Como os números atuais referem-se ao último Censo, realizado há quase dez anos, há quem aposte que os crentes já estariam beirando os 40 milhões. “Nessa proporção, em 2020 seríamos mais de 100 milhões, numa população projetada de 235 milhões de brasileiros. Isso, por si só, desperta a atenção da sociedade. Mas temos de parar de nos preocupar com o que a mídia diz e buscarmos um verdadeiro avivamento que dê a esta Igreja uma visão missionária, que forma discípulos e gera um impacto inigualável na coletividade, com credibilidade e influência positiva”, completa.

“Remanescentes” – O surgimento de lideranças autoritárias, que não precisam prestar contas de seus atos, é apontado pelo pastor Gerson Borges, da Comunidade de Jesus de São Bernardo do Campo (SP), como causa de boa parte dos problemas ocorridos no andar de cima das igrejas. “Boa parte desses pastores não se submetem a nada nem a ninguém, não prestam contas, são senhores de si”, diz. Além da carência de acompanhamento e aconselhamento, a educadora Durvalina Bezerra acredita que o despreparo também contribui, e muito, para crises na liderança. “Há uma avalanche de pastores sem formação alguma, e isso contribuiu para a escassez de obreiros de qualidade. Falta discipulado sério para formar o caráter, além de preparo teológico e critérios eclesiásticos capazes de inibir a proliferação de lideranças que pregam adulterando a Palavra de Deus e sem comprometimento com a verdade bíblica”, opina. “Mas ainda existem muitos fiéis. Deus sempre teve seus remanescentes, que sofrem as conseqüências do mau testemunho dos colegas”, acrescenta a diretora do Seminário Betel.

“É bom que se diga que a maioria dos mais de 200 mil pastores evangélicos que atuam no Brasil são como a população de onde saíram, enfrentando todos os problemas da sociedade em geral. E essa maioria vive com baixos salários, em condições precárias, em meio à violência, e nem assim se deixam corromper”, ressalva Ageu Lisboa. Para ele, os crentes também têm certa culpa na equivocada generalização que tem colocado os ministros do Evangelho no mesmo patamar de descrédito. “Essa imagem do crente como alguém que não merece confiança é um tipo de juízo sobre todos nós que descuidamos de nos questionar uns aos outros. Se não nos avaliarmos para correção e crescimento, o mundo fica autorizado, pelas Escrituras, a nos julgar. E é o que está acontecendo”, finaliza.

domingo, 27 de outubro de 2013

DIVÓRCIO


I) O que é o casamento aos olhos de Deus?
II) O que Deus pensa do divórcio?
III) Quais as causas do divórcio?


I - O que é o casamento?

Não há como discutir a questão do divórcio, sem antes entendermos biblicamente o casamento. Podemos afirmar que ele é uma instituição que nasceu no coração de Deus. Este é um princípio bíblico sobre o casamento - ele foi ordenado por Deus, não se trata de uma opção.

Pensamentos limitados do que seja o casamento:

O casamento é uma cerimônia pública realizada na Igreja.
O casamento é uma exigência legal do país e do meio social.
O casamento é um contrato entre duas partes.
O casamento é uma instituição.
O casamento aos olhos de Deus deve incluir tudo isto, porém vai além. O casamento é uma aliança. Aliança é o termo Bíblico que descreve a relação homem e Deus no processo de salvação. Nas Escrituras, uma aliança é um pacto solene que envolve um soberano e um vassalo. A aliança é imposta ao segundo pelo primeiro e acarreta bênção quando cumprida e maldição quando quebrada.

Quando alguém entra numa aliança, assume um inescapável compromisso. A Bíblia fala que Deus fez uma aliança conosco. E essa aliança é um vínculo inquebrável com Deus. Deus não quebra aliança e não nos permite quebrá-la também. Quando alguém que está em aliança com Deus, desobedece e não aceita as condições estipuladas por esta aliança, a conseqüência é a maldição, mas Deus não quebra Sua aliança.

O casamento, portanto, é nada menos que uma aliança estipulada por Deus. Malaquias 2:14 se refere ao casamento como uma aliança "E perguntais: Por que? Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança" e é por isto que Ele odeia o divórcio. No livro de Provérbios (2:17), Deus adverte contra a adúltera que lisonjeia com palavras, que "deixa o amigo da sua mocidade e se esquece da aliança com Deus". Note bem, ao deixar com quem ela se casou, é acusada de quebrar sua aliança.

O casamento é uma aliança, e por isto não podemos tratá-lo a nosso próprio gosto.


II - O que Deus diz sobre o divórcio?

O pensamento correto sobre a natureza do casamento dá o alicerce para sabermos o que Deus pensa do divórcio. Se o nosso Deus é um Deus de aliança, e Ele não quebra nem permite quebra de aliança, também não permite que o casamento seja quebrado. Como Deus não se divorcia do seu povo, assim ele não permite que marido e mulher se divorciem. Divorciar-se é quebrar o matrimônio da Aliança - Lemos em Ml 2:16 "Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio ..."

Precisamos compreender o texto de Mt. 19:1-7 em que Jesus diz que o divórcio é proibido mas que foi permitido por causa da dureza do coração. Deus nunca intencionou o divórcio, pois este contraria a essência do casamento como uma aliança que nunca deverá ser quebrada, anulada. Você então pergunta: Por que foi dada a permissão para o divórcio conforme Mt. 19:7?

Jesus responde em 19:9 - "Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério ...". Note bem que a única razão para o divórcio conforme Jesus é o adultério, e isto para proteger a parte inocente, e não para dar às pessoas uma maneira fácil de cair fora de um relacionamento desagradável. Fora do adultério, o casamento só pode ser dissolvido em honra, somente pela morte. Divórcio é o atestado do pecado humano.

O casamento é para todo o sempre - Em Mt 19:6 Jesus afirma que "...aquilo que Deus ajuntou não separe o homem".

Ele permitiu mas não deu a Sua bênção. Mesmo no caso de adultério, devemos perceber que o caminho de Deus não é o divórcio mas o perdão. Embora permitido, não é Seu desejo.


III - As causas do divórcio:

Se divórcio é o atestado do pecado humano, precisamos agora colocar algumas das mais freqüentes razões humanas para a separação. Quais são as razões ou causas da separação entre os casais? Gostaria de mencionar pelo menos quatro causas:

Descuido da vida cristã dos cônjuges
Ausência do perdão
Indisposição à mudanças necessárias
Ausência do amor
1 - Descuido da vida espiritual dos cônjuges:

Um escritor do século passado, certa ocasião disse à sua esposa: "Minha querida, quando amo mais a Deus, amo você da maneira como deve ser amada". Quanto há de verdade nesta afirmação! Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais nos aproximamos do nosso cônjuge.

A crise em um casamento já é sintoma de que há uma crise espiritual. Lemos nas Escrituras que "se o Senhor não edificar o lar em vão trabalham os que o edificam" Sl 127:1. Nosso casamento precisa ser regado à oração e leitura da Palavra. Qual foi a última vez que você orou com seu cônjuge? Quando foi que vocês sentaram juntos para estudar a Palavra de Deus?

Se não damos lugar a Deus no relacionamento marido-mulher, não há muito o que fazer para resistir à crescente degradação e enfraquecimento da relação a dois.



2 - Ausência de perdão:

Sem a disposição para o perdão, nenhum casamento consegue sobreviver por muito tempo. Quantos comentários negativos que aparentemente são inofensivos, mas vão penetrando sorrateiramente no relacionamento infligindo mágoa e ressentimento e destruindo os sentimentos mais ardorosos. Quantos problemas antigos e mal resolvidos sempre voltam às discussões atuais. Quando o cônjuge permite que os fantasmas do passado continuem assombrando o presente, reavivando antigas amarguras, eles fazem com que as cicatrizes e feridas passadas não se fechem e se curem.

Quem não perdoa está matando aos poucos o sonho do casamento. (Cl. 3:13)



3 - Indisposição à mudanças necessárias:

Se formos bem honestos, teremos que admitir que nem tudo em nosso cônjuge nos agrada. Há hábitos, manias, comportamentos que nos irritam e nos tiram do sério. Porém isto é normal em qualquer casamento. Precisamos aceitar o fato de que somos diferentes do nosso cônjuge em muitas coisas, afinal viemos de famílias diferentes,de costumes e valores que nem sempre são os mesmos. Não obstante termos diferenças que são de nos mesmos, há muitas coisas em que precisamos ser mudados, e o que causa tensão no casamento é que os cônjuges não querem mudar, não se dispõem a mudanças necessárias para o bom convívio entre marido e mulher; pelo contrário, concentram grande esforço em tentar mudar o outro. Tal atitude cria fortes resistências, o cônjuge não muda e começa a cobrar mudanças no outro, acentua os defeitos e minimiza as qualidades.



4 - Ausência de amor:

“Eu não o amo mais”. Esta é uma frase comumente usada pelos cônjuges em crise para dar plausibilidade e legitimidade ao divórcio. Mas como tudo o que é dito nas Escrituras, o amor também sofre de má compreensão. O amor não é um sentimento para ser vivido apenas em bons momentos a dois, ou só na lua-de-mel. Conforme Cristo disse, o marido tem que amar a esposa como Cristo amou a Sua Igreja - dando sua vida por ela. Amor é a decisão de agir em favor do outro. Temos que abandonar aquele tipo de amor-fantasia, amor de novela, amor emocional. Amar é desempenhar atos de amor. Amar é ser gentil com o cônjuge, é procurar atender às necessidades do outro, é saber ouvir, é ser paciente, é não procurar seus próprios interesses, é não ser egoísta, é não mentir ao outro, é ter palavras de elogio e não de crítica, etc. ... A ausência destas atitudes sufoca e estrangula o casamento.

O divórcio não oferece uma oportunidade fácil de começar uma vida nova. Lembre-se que sempre que desobedecemos a Deus sofremos conseqüências. Você leva cicatrizes do divórcio consigo para sempre.

Note as palavras de um irmão após alguns anos de seu divórcio:

“Acho que a morte é mais fácil de suportar do que um divórcio, porque nela existe um fim. O divórcio simplesmente não acaba”.

A Bíblia afirma inegociavelmente: “aquilo que Deus ajuntou não separe o homem”. Ferir este princípio é atrair desastrosas consequências.

Alguma coisa a mais ainda poderia ser dito aqui sobre este assunto; talvez algumas medidas de prevenção. Contudo, entendo que a melhor maneira para se prevenir ao divórcio é começar combatendo as suas causas: Monitore sua vida espiritual e comece a levar Jesus para dentro de seu casamento, aprenda a perdoar ao invés de guardar ressentimentos, esteja disposto a promover mudanças significativas em seu relacionamento, ao invés de cobrar mudanças, e tome a decisão de amar seu cônjuge.

CASAL PERFEITO


CASAL PERFEITO

Dez Mandamentos para os Esposos

1. Trate sua esposa com firmeza e gentileza.

2. Seja pródigo no louvor e na reafirmação.

3. Defina suas responsabilidades.

4. Evite crítica.

5. Lembre-se da importância das pequenas coisas.

6. Reconheça a necessidade de estarem juntos.

7. Procure inspirar-lhe sentimento de confiança.

8. Reconheça a validade dos estados de espírito dela.

9. Coopere com ela em todo esforço para melhorarem o casamento.

10. Descubra as necessidades individuais dela e tente satisfazê-las.

Dez Mandamentos para as Esposas

1. Aprenda o verdadeiro significado do amor.

2. Desista de seu sonho de um casamento perfeito e lute por um bom casamento.

3. Descubra as necessidades pessoais de seu marido e tente satisfazê-las.

4. Abandone toda a dependência de seus pais e toda crítica aos parentes dele.

5. Faça elogios e mostre apreciação, em vez de procurá-los para si.

6. Abandone a tendência de ser possessiva ou ciumenta.

7. Cumprimente seu marido com afeto, em vez de fazer reclamações e exigências.

8. Vença o complexo de princesa (Cinderela).

9. Abandone toda esperança de mudar seu marido através de críticas ou ataques.

10. Ore por paciência. ..................................................................................... ....................................................................................

A Mulher Sábia


A Mulher Sábia

“Toda mulher sábia edifica a sua casa; a insensata, porém, derruba-a com suas mãos.” (Pv 14:1)

A mulher cristã tem vários papéis a desempenhar na sociedade, na igreja e principalmente no lar, onde ela tem um ministério específico. Ela pode edificar, e construir, aliás, foi para isto que o Senhor a criou. Contudo, se não for sábia, pode vir a destruí-lo, com suas próprias mãos.

Porque tamanha responsabilidade para nós mulheres? Quando Deus criou o homem, disse: “Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade.” (Gn 2:18). Formou então Deus a primeira família, onde colocou a mulher como peça fundamental para esta formação e deixou em suas mãos a responsabilidade de ser o rochedo, o ponto de equilíbrio, a orientadora, a ajudadora junto ao marido, mais o privilégio único de ser mãe.

Todas as mulheres sabem da importância que a nossa mãe teve em nossa vida. Foi ela que passou a maior parte do tempo conosco.
Obviamente todas nós queremos ser bem sucedidas na vida como esposa, mãe, dona de casa, etc.

Talvez você esteja refletindo e avaliando sua vida e chega a conclusão que não tem tido muito sucesso na vida e se pergunta: o que está acontecendo? Será que é falta de sabedoria? O que fazer? Deus quer restaurar a sua vida, família e casamento. Em Tiago 1:5 está escrito: “E, se alguém de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente.”
Vejo que o primeiro passo seria ter uma vida de total compromisso com Deus, querer ser segundo o coração de Deus. Em Lc 10:38 podemos perceber claramente em Maria o compromisso profundo, um desejo enorme de ouvir e de estar na presença do Senhor.

Compromisso com Deus gera santificação. E é isto que Deus espera de nós: “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1:16).
E o segundo passo seria pedir sabedoria a Deus.
Por quê pedir sabedoria não é o primeiro passo? A questão é que se nós não tivermos compromisso com Deus, nós podemos até pedir, Deus pode até nos dar, mas nós não vamos saber usá-la e de nada vai adiantar, pois nos falta compromisso com Deus, controle do Espírito Santo e falta do senhorio de Cristo na vida.

Portanto, para termos os nossos lares edificados, precisamos ser sábias. E para obtermos esta sabedoria, faz-se necessário uma vida de compromisso total com Deus. Lembre-se sempre, mulher, que o seu lar precisa de você e que Deus lhe fez para construir, edificar, ajudar e orientar.

Deus lhe fez para ser coluna no lar, inabalável!
Que o Senhor nos abençoe. Amém.

O Profeta Filósofo


O Profeta Filósofo

“Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que razão me mostra a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida”. (Habacuque 1:2-4).

Habacuque sentia-se perturbado a cerca da intensa impiedade de Judá. Mas, em contraste com seu contemporâneo, Jeremias, preocupava-se mais com a aparente relutância de Deus em julgar, do que com a falta de arrependimento do povo. Destruição, violência e desconsideração para com a lei de Deus floresciam de forma desenfreada, a despeito dos ardentes apelos do profeta para a intervenção de Deus.

Deus explicou a Habacuque que ele não teria de esperar por muito tempo para receber a resposta: Os velozes e violentos Caldeus (babilônicos) seriam a vara que Deus usaria para castigar e açoitar a Judá. “Vede entre os gentios e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada. Porque eis que suscito os caldeus, nação amarga e impetuosa, que marcha sobre a largura da terra, para apoderar-se de moradas que não são suas” (Habacuque 1:5,6).

Em lugar de suspender a carga do profeta, essa resposta a aumentou, pois Habacuque se viu as voltas com um segundo e mais complicado problema: Como é que Deus cujos olhos são por demais puros para contemplar o erro, ficaria impassivo enquanto uma nação ímpia e sedenta de sangue engolfaria um povo mais justo que ela “Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar. Por que olhas para os que procedem aleivosamente, e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele? “(Habacuque 1:13).

E o profeta procurou um lugar solitário para esperar pela resposta de Deus “SOBRE a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falará a mim, e o que eu responderei quando eu for argüido.” (Habacuque 2:1)

A resposta é dada numa das mais grandiosas declarações das escrituras: O justo viverá pela fé (fidelidade). Os justos serão preservados no dia da tribulação, visto terem dependido de Deus, pelo que também Deus pode depender deles.


Retribuição subida e certa será a porção dos ativos invasores, que assim compreenderão a inutilidade da tirania e a vaidade da idolatria (Habacuque 2:6-19).

A resposta termina com uma ordem de silêncio universal perante o soberano Senhor “Mas o SENHOR está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.” (Habacuque 2:20). Sendo-lhe assegurado que a justiça triunfará, o profeta eleva seu coração numa oração para que Deus opere novamente uma obra poderosa. Conforme operara no Êxodo e no monte Sinai (Habacuque 3:2-15).

Após contemplar o majestático resplendor do onipotente, Habacuque reafirma sua confiança no Deus de sua salvação em uma das mais comoventes confissões das Escrituras Sagradas (Habacuque 3:17-19).

Deus Abençoe!

sábado, 26 de outubro de 2013

Roupas


Roupas

Roupas não levam ao inferno, mas expressam o que você é

"Edifica “Eu me regozijo muito no Senhor; a minha alma se alegra no meu Deus. Pois Ele me cobriu com vestes de salvação e me envolveu com o manto de retidão, como o noivo que se adorna com um turbante, e com a noiva que se enfeita com as suas jóias”. Isaías 61:10.

Estava eu em um estabelecimento comercial, quando me deparei com uma jovem irmã evangélica, pertencente à Assembléia de Deus. Entre uma conversa e outra, a irmã externa seu desejo de abandonar a denominação cristã da qual faz parte sob o pretexto de não suportar as pressões exercidas sobre ela pelos líderes com relação ao seu visual, especialmente no uso de certas roupas (segundo ela “discretas”). Confidenciou-me a sua vontade em usar, por exemplo, uma calça comprida ou um batom de tom suave, ao mesmo tempo, que me indagou sobre o meu comentário relativo ao assunto.

Em seu famoso livro “Você é o que você aparenta”, William Thourlby afirmou que “inconscientemente ou não o vestuário revela um grupo de crenças sobre nós mesmos que queremos que o mundo creia” (1980, pág.52). Tanto isso é verdade que grandes empresários hoje revelam uma preocupação um tanto quanto exagerada com a importância da aparência, do se vestir bem, como definidores para a comercialização dos seus produtos. A Bíblia Sagrada também revela a importância do vestuário. Literal ou simbolicamente podemos perceber através das numerosas histórias e versículos concernentes ao adorno apropriado ou não.

As vestimentas são um testemunho visível e silencioso de nossos valores morais. Digo isto para quem tem condições de escolher a roupa que quer se vestir. Não que um traje elegante represente uma pureza de espírito e uma honradez de caráter. Sabemos que muitas pessoas de mau caráter se escondem por trás de um fino traje destacado socialmente. Mas não é para essas pessoas a quem me dirijo; e sim, aos filhos de DEUS; aos que possuem um traje espiritual incorruptível com os costumes mundanos. Essas pessoas, diferentes das outras, devem expressar a sua Luz através também de um vestir-se convenientemente. Afinal, ninguém deve se vestir para agradar ao outro, mas para a glória e o louvor de DEUS. Quando uma pessoa se sente à vontade para se vestir de qualquer jeito ou de uma maneira extravagante, prova, no primeiro caso, o quanto DEUS não é valorizado em sua vivência; e no segundo, revela uma imagem altamente egocêntrica (que gosta de atrair a atenção para si). As roupas que usamos são importantes para os cristãos porque servem de moldura para revelar a imagem d`Aquele a quem servimos e fomos feitos à Sua semelhança. Se formos pensar cuidadosamente em porquê fomos chamados por JESUS para ser “Luz do mundo” (Mateus 5:14), concluiremos que o “ser luz” não está apenas na beleza de nossas atitudes, como também em nossa aparência exterior.

A aparência do cristão serve para diferenciá-lo do mundo e reflete o Senhor a quem ele profere. Aliás, não só as roupas, como o nosso falar, o nosso caminhar, o nosso pensar e o nosso existir. A questão do egocentrismo é mais séria do que parece: não só põe o “eu” em relevância como estimula o pecado no outro. Isaías censura judias ricas por seu orgulho evidenciado por se adornarem da cabeça aos pés com jóias cintilantes e vestes caras. Elas seduziram os líderes, os quais eventualmente levaram a nação à desobediência e castigo divino: “Diz o Senhor: visto que as filhas de Sião se exaltam e andam de pescoço erguido, e têm olhares impudentes e, quando andam, como que vão dançando, e fazendo retinir os ornamentos dos seus pés, o Senhor fará tinhosa a cabeça das filhas de Sião, e o Senhor porá a descoberto a sua nudez. Naquele dia tirará o Senhor os seus enfeites: os anéis dos artelhos, as toucas, os colares em forma de meia lua, os brincos, os braceletes, os véus, os diademas, as cadeias dos artelhos, os cintos, as caixinhas de perfume e os amuletos, os sinetes e os anéis pendentes do nariz, os vestidos diáfanos (transparentes), os mantos, os xales, as bolsas, os espelhos, as capinhas de linho, e as tiaras e os véus” (Isaías 3: 16-23).

Outra história bíblica vem do esforço de Jezabel para induzir os israelitas à idolatria. A corrupção do seu coração é revelada pela tentativa que fez em sua última hora de parecer sedutora, pintando os seus olhos e adornando-se para a chegada do novo rei, Jeú: “Então Jeú foi a Jezreel. Quando Jezabel o soube, pintou em volta dos olhos, enfeitou a cabeça, e olhou pela janela” (2 Reis 9:30). Mas o rei não foi enganado e ela morreu de uma morte desonrada. Por causa disto, seu nome tornou-se símbolo de sedução na história do Livro Sagrado: “Mas tenho contra ti que toleras a Jezabel, mulher que se diz profetiza. Com o seu ensino ela engana os meus servos, seduzindo-os a se prostituírem e a comerem das coisas sacrificadas aos ídolos” (Apocalipse 2:20). Há muitos outros casos na Bíblia que poderiam ser explicitados, como o de Ezequiel contra as mulheres Oolá e Oolibá; o de Jeremias, que usou de uma alegoria para representar o abandono político a Israel. Nesta alegoria achamos cosméticos e jóias que são usadas para seduzir os homens à prática de adultério. Essas e outras experiências nos ensinam o quanto o uso de adornos pode contribuir para uma rebelião com DEUS.

Em 1 Timóteo, o apóstolo Paulo nos faz uma advertência: “quero que, do mesmo modo, as mulheres se ataviem (se enfeitem) com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos dispendiosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras” (2:9-10). Vestir-se moderadamente implica em cobrir adequadamente as partes do corpo que possam despertar impulsos sexuais no outro. DEUS nos convida a nos vestir modesta e decentemente, não só para prevenir o pecado, como também, preservar a intimidade. E quanto ao uso de calças compridas, não há problema algum desde que o corte esteja estabelecido para qual sexo. Mulheres não devem vestir roupas elaboradas exclusivamente para o uso masculino nem o contrário disso. O objetivo é de manter a distinção dos sexos que foi estabelecida desde a criação do mundo. Em Deuteronômio está escrito: “A mulher não usará roupa de homem, nem o homem roupa de mulher, pois quem faz tal coisa é abominável ao Senhor teu Deus” (22:5). A Bíblia não estabelece que tipos de roupas são de homens ou de mulheres, mas nos ensina a respeitar a distinção de um sexo e outro.

O cristão precisa ter muito cuidado: atualmente as modas lançadas tendem a abolir a distinção de homem e mulher. Também não podemos nos conformar com os valores e estilos sociais. Outro dia uma irmã ia passando em frente a um posto de gasolina vestida de saia colorida, botas coloridas, blusa colorida, duas “marias chiquinhas” prendendo o cabelo e a Bíblia embaixo do braço. Logo os bombeiros do posto gritavam para ela: “olha lá a xuxinha indo à igreja!”. Observe o que escreveu Paulo à Igreja em Roma: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2). É certo que há líderes religiosos impiedosos hoje em dia recaindo em extremos perigosos, pondo um julgo pesado e uma opressão desnecessária aos seus membros. Transformam a Casa de DEUS em empresas de homens e tratam os filhos de DEUS como empregados desobedientes, que não querem se adaptar ao fardamento profissional. Muitos não sabem nem dão a importância de mostrar amorosamente o que a Bíblia ensina. O “vestir-se” não é o principal exercício de santidade. JESUS pede um coração puro, um espírito quebrantado, um caráter justo; e essas coisas não dependem das indumentárias exteriores. O vestuário não faz o cristão, mas revela a sua identidade. As roupas não vão nem levam ao inferno, mas além de expressarem o que somos para nós mesmos, a nossa família e a nossa igreja, podem se tornar para o mundo mais um brilho transformador de nosso testemunho e de como DEUS é glorificado em nossa vida.