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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Quem Nasceu?



À quem chamar:

Jeová Rapha - O Senhor que sara Êxodo 15:26.

Ha El - Salmos 77:13 Deus que planeja e fez um plano para Você antes mesmo que nascesse Salmos 139:16


Yeshua (salvação) / Yeshua HaMashiah (Jesus O Enviado) João 3:16


Jeová Eloai ( O Senhor meu Deus) Josué 7: 7-8


El Eloe Israel ( O Deus Pessoal de Israel) Gêneses 33:18-20


El Eliom - Deus Altíssimo


Elohim - Deus vivo, Deus Criador( Gêneses 2:4)


Jeová Elohenu O Senhor Nosso Deus) Deuteronômio 2 : 33,36


Jeová Rohi - Senhor meu Pastor Salmos 23:1


Emanuel - que significa Deus conosco ( Isaias 7:14, Mateus 1:23)


Jeová Shamma - Deus presente


Jeová- Kainna - O Senhor Zeloso


Jeová Shalom - O Senhor é Paz. Juizes 6:24.


Jeová Nissi - Minha Bandeira Êxodo 17:15.


Jeová Jiré - O Senhor que provê Gêneses 22:8


El Olam - Deus da Eternidade, Deus do Universo. Gêneses 21:33.


Jeová Elohim Sabaoth - Senhor Deus dos Exércitos. Jeremias 11:20 


Jeová Tsidkenu - Nossa Justiça Jeremias 23:6.


Tsaddia – Justo. Salmos 7:9


El Roi - Deus que vê. Geneses 16:13 .


El Shaddai -. Deus todo Poderoso Geneses 17:1


Eyaluth - Força (Salmos 22:29)


Gaal - Redentor (Jó:19:25)



Aba – Pai. Salmos 89:26



Maor - Doador da luz ( Genesis 1:16)


Adonai.Que significa Senhor Hashem que significa O Nome


Hakadosh BarukHu = O Santo Bendito Seja


Ribono Shel Olam = Senhor do Universo


Kadosh - O Santo de Israel


Kadesh significa sagrado


Shaphar - Juiz, Genesis 18:25.


Yasha - Senhor Salvador (Is 43:3)


Palar - Senhor Libertador (Salmo 18:2).


Magen - Senhor nosso escudo (Salmo 3:3).

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

FOGO SANTO


FOGO SANTO

O Fogo arde : Os três tipos de Fogo do altar do Senhor. mas querem colocar mais um . O FOGO DE PALHA

Fogo nos dá algo tremendo na palavra de Deus , a manifestação viva de Deus conosco “ 421 referências sobre a palavra fogo “
31 referências só no livro de levítico o fogo simboliza a presença de Deus


A) Foi em uma coluna de fogo que Deus ia diante do povo de Israel no frio do deserto
Foi com fogo que Deus destruiu a cidade de Sodoma e Gomorra
C) Foi com fogo que Deus utilizou Sansão para pegar as raposas e incendiar a seara dos filisteus
D) Foi com fogo que Elias destruiu seus inimigos que queriam o matar
E) Foi com tochas de fogo que Gideão derrotou o exército dos midianitas
F) Foi com Fogo que Deus recebeu o holocausto no monte carmelo , e derrotou os profetas de Baal
G) Foi com Fogo que Deus batizou os discipulos no dia de pentecoste, e as nações reberam o fogo
H) E vai ser com fogo que Deus vai trazer juízo a essa terra pois ele é um fogo consumidor , isso representa o fogo do Senhor

E a palavra do Senhor diz que o fogo arderá continuamente , Deus quer fazer ela arder na sua vida mais e mais

Por outro lado Altar significa vide o sermão " Quando o altar está quebrado " ) do mesmo autor - Altar - lugar de encontro com Deus , a bíblias menciona 322 referências sobre a palavra altar , o altar era o ponto culminante de encontro com Jeová . Altar fala de entrega total , como está seu altar diante do Senhor Deus ?


A) Abel tinha um altar diante de Deus
Noé tinha um altar diante de Deus
C) Abraão tinha um altar diante de Deus
D) Jacó tinha um altar diante de Deus
E) Moisés tinha um altar diante de Deus
F) Josué tinha um altar diante de Deus
G) Arão tinha um altar diante de Deus
H) Gideão tinha um altar diante de Deus
I) Samuel tinha um altar
J) Davi tinha um altar
K) Salomão tinha um altar
L) Zorobabel , Esdras , Neemias

Altar fala de concerto
Altar fala de sacrifício
Altar fala de Fogo e é sobre o fogo do altar que estamos falando


A Biblia fala que do altar do Senhor vem o fogo. O profeta Isaías recebeu brasa do altar de Deus , Ezequiel viu as brasa serem espalhadas na cidade ,do trono de Deus, João na revelação do Apocalipse viu o anjo espalhar fogo Ap 8 .5 e o anjo tomou o incensário, e o encheu do fogo do altar, e o lançou sobre a terra; e houve depois vozes, e trovões, e relâmpagos, e terremotos.

Vamos falar sobre os 3 Tipos de fogo do altar do Senhor

Deus quer manda r esse fogo para nós vai agora ajeitando, arrumando, concertando seu altar pois Deus há de se manisfestar com poder na sua vida

FOGO DE BENÇÃO.

1) FOGO PURIFICADOR – É o fogo que prova a joia preciosa , e Deus está tirando as sua impurezas pois ele quer que voce seja um vaso de ouro e prata , não de pau , madeira , de palha , mas sim de ouro e prata para ser usado nas mãos dele. Esse fogo tocou em Isaías também e ele recebeu a confirmação da sua chamada profética , Deus hoje quer te purificar , com fogo purificador , te deixar branco de glória .

2) FOGO CONSUMIDOR- É o fogo que consome , onde vai destroi , devasta , arrasa , mas esse fogo na vida do crente não consome , por causa da misericórdia de Deus , e por isso que eu e voce não somos consumidos . Mas esse fogo como eu disse ele quer destruir as doenças , as enfermidades os problemas , as angústias , a tristeza , a depressão ,os seus inimigos , os demonios que lutam contra tua vida, Deus já está mandando fogo e eles vão cair por terra.

3) FOGO DO AVIVAMENTO – fogo que aviva a sua obra , o Profeta Habacuque , queria esse fogo , o profeta Joel profetizou , em Pentecoste eles receberam , e hoje não é diferente , a não ser que voce não quer , saia da frieza espiritual , crente laudicéia , crente consul ,crente iceberg e entra no fogo , Deus quer nos avivar , Deus quer capacitar voce com poder e fogo do Espírito Santo , e derramar nas nossas vidas , voce quer , então prepara pois Deus vai mandar do céu, Jesus disse Eu vim mandar fogo sobre a Terra.



FAZ UM ESTRAGO ENORME E LOGO SE APAGA
4) FOGO DE PALHA . -fogo que cresce muito rapido , mas logo se apaga.

O “fogo de palha” toma decisões por impulso, por favorecimento imediato, movido por alguma circunstancia ou para agradar outras pessoas, mas que na realidade não era a quilo que ele queria.
Temos que ser pessoas decisivas e firmadas em realidades, não em aparentes ilusões que só nos levam à lugares inseguros ou a um final derrotado e de tristeza, chamados de caminhos de morte, veja o que a Bíblia diz: “Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte.” Provérbios 16:25. O “fogo de palha”não toma decisões sábias e concretas vindas da parte de Deus, mas, toma segundo a sua própria imaginação, voltada para sua satisfação própria e egoísta. O que mais caracteriza o “Fogo de Palha” é que ele não tem paciência, tem uma mente curta, como podemos comparar à mentalidade da galinha, somente enxerga o que momento, ou seja, não tem sonhos quanto ao futuro, vive somente o presente.
Creio que agora mesmo esta pensando em alguns fogos de palha que surgiram e já acabaram , ou melhor apagaram .


05) FOGO ESTRANHO . fogo desconhecido , fogo que é banido por DEUS.

“Ora, Nadabe, e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário e, pondo neles fogo e sobre ele deitando incenso, ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que ele não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do Senhor, e os devorou; e morreram perante o Senhor.” Números 10:1,2

O Senhor escolheu um pai e seus filhos para serem sacerdotes em Seu tabernáculo. Disse-lhes o que deveriam fazer, qual era a tarefa de cada um, como deveriam estar vestidos, como deveriam apresentar as ofertas e sacrifício no altar do Senhor.

Deus fez mais ou menos como sua mãe faz em casa, distribuindo as tarefas que cada um deve fazer como quem vai lavar a louça ou quem vai levar o lixo, ou ainda quem vai varrer o quintal.

De repente, dois dos filhos de Arão, Nadabe e Abiú resolveram fazer algo que Deus não os havia mandado fazer. Tomaram seus incensários e colocaram fogo neles.

Antes de continuarmos, vamos ver se você sabe o que é um incensário. É uma vasilha onde se coloca essência aromática ou óleo perfumado e se coloca fogo para que a fumaça perfumada se espalhe no lugar onde é colocado.

Muito bem, agora que você entendeu isso, vamos ver o que aconteceu.

Por fazerem algo contrário àquilo que o Senhor lhes havia mandado fazer, saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu. Nadabe e Abiú morreram queimados pelo fogo do Senhor, por terem trazido fogo estranho ao Seu altar.

Agora vamos tentar entender o que é um fogo estranho para Deus. É tudo aquilo que está fora dos princípios que Ele nos deu. Quando assistimos a filmes de bruxaria, feitiçaria, violência, e depois subimos no altar do Senhor para tocar, cantar, dançar ou ministrar, estamos trazendo ao altar do Senhor fogo estranho. Não estamos em santidade como o Senhor ensinou. Quando nos contaminamos com as piadas indecentes dos nossos colegas, as fofocas, as novelas, e vamos à presença do Senhor, estamos cheios de fogo estranho em nossa alma, entendeu?

O que aconteceu com os filhos de Arão? Foram mortos!

E o que acontece conosco?

Provavelmente você está pensando: Ah! Mas hoje ninguém morre mais porque desobedeceu a Deus. Será mesmo?

Hoje podemos até não ver morte física, mas quantos problemas vêm por desobediência aos princípios de Deus. Quantos jovens morrem no trânsito por desobedecerem à ordem de não andar em alta velocidade; quantas pessoas morrem de câncer por causa de cigarro; quantas crianças estão nas ruas cheirando cola ou usando outros tipos de droga por causa de colegas que os levaram para esse mau caminho. E tantas outras situações que você vê diariamente na sua rua ou na televisão.

Deus mandou que se fizesse uma faixa e nela escrevesse “Santo ao Senhor” (Êxodo 39:30) e colocassem na testa de Arão e seus filhos, como uma forma de eles lembrarem sempre que não poderiam estar na presença do Senhor se não estivessem em santidade.

Quem está em santidade está em obediência aos princípios do Senhor não apresenta fogo estranho diante dEle.

Hoje não tem faixa amarrada na testa para nos lembrarmos que o Senhor nos quer santos diante dEle, mas temos o Espírito Santo que nos ensina, nos corrige e nos lembra de quem nós somos para o Senhor.

Seja santo! Não leve fogo estranho ao altar de Deus

ESCATOLOGIA


Protestantismo


A Linha escatológica protestante é a única confirmada e é muito debatida. É feita por teólogos protestantes e seus detalhes são minunciosos.


Segue-se aqui a linha escatológica segundo o protestantismo: APOCALIPSE: >Arrebatamento: Consiste no "rapto" dos escolhidos aos céus, sendo assim protegidos da Ira Divina denominada Grande Tribulação (Alguns protestantes não acreditam no arrebatamento ou dizem que ele acontecerá no meio da Grande Tribulação, i.e.:Pré-tribulacionismo, Med-Tribulacionismo e Pós-Tribulacionismo).


>Grande Tribulação: Ira Divina sendo derramada sobre os habitantes da terra. Também é conhecida como a Última semana de Anos (ou sabática) prevista pelo profeta Daniel (Dn 9:26b-27).


>>Primeira parte da Grande Tribulação: Época do mistério do desaparecimento da Igreja. Aparecimento do Anticristo para enganar Israel e o mundo. Período de falsa paz.


>>Segunda parte da Grande Tribulação: Calamidades sobrenaturais começam a atingir toda a terra. >>>Trombetas: Juízos parciais de Deus sobre a terra:


>>>>1ª trombeta: Saraiva de sangue e fogo caem sobre a terra


>>>>2ª trombeta: Grande meteoro cai no mar e destrói 1/3 da vida marítima


>>>>3ª trombeta: Grande estrela cai do céu e envenena as águas. Muitos homens morrem envenenados


>>>>4ª trombeta: O Sol, a Lua e as estrelas perdem 1/3 do seu brilho


>>>>5ª trombeta (equivalente ao primeiro Ai): A porta do Inferno se abre e garfanhotos endemoninhados ferem os homens por 5 meses. A morte é tirada da terra


Obs: Ais são as últimas e piores trombetas.


>>>>6ª trombeta (equivale ao segundo Ai): 200 milhões de Demonios matam 1/3 da população.


>>>>7ª trombeta (equivale ao terceiro Ai): Engloba as Taças da ira divina sobre a terra


>>>Taças da ira de Deus: São os juízos mais graves lançados sobre a terra.


>>>>1ª taça: Ferida feia e dolorosa sobre os adoradores do Anticristo


>>>>2ª taça: Mar se torna em sangue


>>>>3ª taça: Rios se tornam em sangue



>>>>4ª taça: Calor imenso sobre os homens da terra


>>>>5ª taça: Horror, escuridão e dor intensa sobre o reino do anticristo.


>>>>6ª taça: A seca do Rio Eufrates. A preparação da Batalha do Armagedom


>>>>7ª taça: Terremotos, relâmpagos, trovoadas e chuvas de pedras (de 40 kg até 72 kg).


>>Batalha do Armagedom: Anticristo tenta destruir Israel e cerca-o. Jesus aparece e destrói todo o exército do Anticristo e do 

Falso Profeta, que são lançados no Inferno. Satanás é preso

>Milênio: Jesus reina. Israel é purificada e remida. Todo o planeta vive em paz. A Nova Jerusalém paira sobre a Jerusalém terrestre.


>>Termino dos mil anos: Satanás é solto e engana a terra, cria um exército e tenta destruir Jerusalém. Mas fogo cai do céu e o devora.


>Juízo final: Todos os pecadores (incluindo os anjos caídos) vão ao juízo para verem seus pecados. Os julgados, a morte, o inferno e Satanás são jogados no Lago de fogo e serão destruídos.


>Eternidade: Novos céus e terra. A criação vive agora em comunhão com o criador eternamente.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A Família

Por que Deus prioriza o homem na família e no ministério?

Um grande amigo meu publicou um artigo “antipático”, recentemente, contrário ao ministério pastoral feminino. Ao acompanhar as discussões em seu blog e nas redes sociais, verifiquei que algumas irmãs ficaram furiosas com o seu texto. Uma delas afirmou: “As doutrinas são dos homens. Os dons vêm de Deus”. Creio que muitos irmãos (mulheres e homens) ainda não aprenderam que Deus adotou o princípio da prioridade, quando deu ao homem a incumbência de liderar a família e o ministério.

Mulheres podem pregar o Evangelho, orar pelos enfermos e desempenhar todas as tarefas de um seguidor de Jesus? Sim. Elas fazem parte da Grande Comissão? Sim. São cooperadoras de Deus? Sim. Então, por que não poderiam ser pastoras? Como sou homem, talvez a minha resposta a essa pergunta soe como machista. Por outro lado, quando mulheres defendem pontos de vista contrários ao machismo, alguns homens ficam com a impressão de que elas são feministas. Como resolver esse difícil impasse?

Homens e mulheres precisam entender que, independentemente das circunstâncias, a Bíblia sempre será a inerrante e infalível Palavra de Deus. Mulheres e homens não devem “legislar” em causa própria, e sim aceitar o que a Palavra do Senhor assevera acerca da priorização e da hierarquização estabelecidas pelo Senhor na família e no ministério.

Alguém dirá: “Deus não faz acepção de pessoas. Somos todos iguais. A Igreja não é como as forças armadas. Não existe hierarquia no meio do povo de Deus. Homens e mulheres podem ser pastores”. Quem diz que Deus não hierarquiza e prioriza deveria estudar passagens como Gênesis 1; Números 2; Atos 15.6,22; 1 Coríntios 12.28,29; 15.23; 1 Tessalonicenses 4.16,17; 5.23, etc. Observe especialmente os termos “primeiramente”, “em segundo lugar”, “em terceiro lugar”, “depois”, etc.

Em Isaías 43.7 está escrito: “a todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para minha glória; eu os formei, sim, eu os fiz”. O ser humano não foi apenas criado por Deus. Ele foi criado, formado e feito para a glória do Senhor. Um edifício, antes de ser formado e feito, é criado pelo arquiteto, que faz, antes da construção, o croquis, o projeto, etc. Formar é dar forma ao que foi previamente criado, concebido, projetado. A feitura, mencionada no texto bíblico, diz respeito ao acabamento da obra (cf. Gn 2.3).

Quem foi criado primeiro, o homem ou a mulher? Nenhum dos dois, pois ambos fizeram parte do projeto original de Deus. Na criação não houve priorização: “macho e fêmea os criou” (Gn 1.26). Quem foi formado primeiro? O homem. Segue-se que a priorização divina ocorreu na formação, e não na criação: “Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva” (1 Tm 2.13). Por que o Senhor não formou primeiro a mulher e, depois, tomou uma das costelas dela para formar o homem? Porque Ele é soberano e decidiu priorizar o homem (Gn 2.7,22).

No cristianismo genuíno não há espaço para machismo e feminismo, movimentos extremados que ignoram o princípio divino da prioridade. O primeiro adota o princípio da superioridade e considera a mulher inferior ao homem, enquanto o outro, adotando o mesmo princípio, demoniza o homem. No Corpo de Cristo, há lugar para ambos os sexos, desde que reconheçam, à luz das Escrituras, a sua posição.

Reconheço que muitos homens cristãos precisam reconsiderar a sua opinião acerca das mulheres, que, ao longo dos séculos, vêm sendo discriminadas, principalmente no meio religioso. Por que muitas irmãs em Cristo não aceitam a doutrina de Deus (e não de homens) quanto à submissão ao marido? Porque muitos esposos, autoritários, se consideram superiores às suas esposas e as desprezam.

Segundo a Bíblia, a relação entre homem e mulher deve ser, antes de tudo, de respeito mútuo (1 Co 7.3-5). Deus formou Eva a partir de uma das costelas de Adão (Gn 2.18-22) para demonstrar que a mulher não deve estar nem à frente nem atrás do homem, mas ao seu lado e de frente para ele, como adjutora e ajudadora, o que não denota inferioridade. Observe que Deus, infinitamente superior ao ser humano, é o nosso Ajudador (Hb 13.5,6).

Paulo compara a submissão da mulher à sujeição de Jesus (1 Co 11.3). Deus Filho e Deus Pai fazem parte da Trindade e são iguais em poder (Mt 28.19; Jo 10.30). Todavia, Cristo, por amor, e não por imposição do Pai, submete-se voluntariamente a Ele, recebendo dEle toda a honra (Fp 2.6-11). A Palavra do Senhor também afirma: “assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos” (Ef 5.24). E Cristo não obriga ninguém a obedecê-lo.


A Bíblia não abona o igualitarismo feminista, mas também não avaliza o machismo. O termo “vaso mais fraco” (1 Pe 3.7) não foi empregado como sinônimo de inferioridade. Ele denota que a mulher é mais frágil, mais sensível e, por isso, deve ser amada e honrada pelo marido (Ef 5.25-29). Repito: o princípio que Deus adotou foi o da prioridade, e não o da superioridade, visto que Ele não faz acepção de pessoas (At 10.34). E o princípio da prioridade também vale para o exercício do ministério.

Quem não aceita o princípio bíblico da prioridade abraçará, inevitavelmente, “doutrinas de homens”, como o igualitarismo feminista. Alguns teólogos, ao não encontrarem nas Escrituras passagens claras em defesa do ministério feminino, têm afirmado que Paulo era contrário às mulheres, em razão de sua formação farisaica. Isso não resiste a uma exegese, pois nenhum machista aconselharia os homens a amarem a sua própria mulher (Ef 5.25), tampouco teria tantas mulheres como cooperadoras (Rm 16). Ademais, esse apóstolo se declarou imitador de Cristo (1 Co 11.1).

Se Paulo era machista, o que dizer de Jesus, que escolheu doze homens para compor o ministério da igreja nascente? Ele teria se enganado? Ou o Mestre tinha algum vínculo com fariseus, saduceus ou quaisquer grupos machistas de sua época? A Bíblia diz claramente que o Senhor “chamou para si os que ele quis” (Mc 3.13). Por que Ele não quis chamar algumas mulheres para figurar entre os seus apóstolos? Por que não chamou seis casais, por exemplo?

Na escolha dos primeiros diáconos, que poderiam vir a ser presbíteros ou apóstolos, caso tivessem chamada de Deus para tal e servissem bem ao ministério (Hb 5.4; 1 Tm 3.13), os apóstolos disseram: “Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões” (At 6.3). No primeiro concílio, em 52 d.C., os rumos da igreja foram traçados por homens (At 15). Em Apocalipse 2 e 3, são mencionados os pastores (homens) das igrejas da Ásia.

Alguns teólogos dizem que Júnias (ou Júnia) era uma apóstola. Mas, pelo que tudo indica, ele (e não ela) era apenas um cooperador de Paulo. Mesmo que Júnias fosse uma mulher, o texto bíblico não confirma o seu apostolado, pois não era comum uma mulher ficar presa com homens: “Saudai a Andrônico e a Júnia, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo” (Rm 16.7). Distinguir-se entre os apóstolos não significa, necessariamente, exercer o apostolado. Marcos e Lucas, por exemplo, não eram apóstolos e se distinguiram, se notabilizaram, entre eles.

Nos tempos da igreja primitiva, as mulheres se ocupavam da oração (At 1.14) e do serviço assistencial (At 9.36-42; Rm 16.1,2). E algumas se notabilizaram como fiéis cooperadoras do apóstolo Paulo, como Febe, Priscila, Trifena, Trifosa, etc. (Rm 16), além de Lídia, a vendedora de púrpura (At 16.14). Não há nenhuma referência a mulheres exercendo atividades pastorais. Alguns defensores do pastorado feminino afirmam que Priscila era uma apóstola, mas, a despeito de ela ter sido citada com destaque (At 18.26), não há nenhuma referência que confirme seu apostolado.

“E as mulheres que estão no campo missionário dando a sua vida pela obra de Deus? Não podem elas exercer o pastorado?”, alguém perguntará. É claro que as regras têm as suas exceções. Mas não devemos nos valer destas para adotar condutas generalizantes, sem compromisso com as Escrituras, como o pensamento infundado de que todas as esposas ou filhos de pastores são automaticamente pastores.

Conquanto as mulheres sejam mencionadas com grande destaque nas páginas do Novo Testamento, aparecendo na linhagem e no ministério de Cristo (Mt 1.3,5,6,16; Lc 8.1-3), Deus priorizou os homens, em regra geral, no que tange ao pastorado e aos ministérios afins (Ef 4.8-11). Mas isso não significa que as mulheres não podem trabalhar para Deus.

Todos os salvos são cooperadores de Deus (1 Co 3.9). Mas precisamos aceitar a chamada soberana do Senhor para a nossa vida. Não devemos amoldar a Bíblia ao nosso modo de pensar nem às influências filosóficas prevalecentes no mundo. Por mais que nos sintamos contrariados, devemos renunciar o nosso eu (Lc 9.23), a fim de obedecermos à vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita (Rm 12.1,2).

Amém?

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

DÍZIMO


DÍZIMO

Ultimamente, o dízimo tem sido um assunto muito polêmico nas igrejas. Muitas discussões têm se levantado sobre dar o dízimo ou não. Na verdade, a expressão correta é entregar, devolver ao Senhor, pois tudo é Dele; somos apenas administradores, não temos nada sem que antes não tenha sido Dele. Ele é o Senhor.

Já li vários artigos na internet e tenho ficado horrorizada de como a falta de conhecimento tem feito o povo falar heresias terríveis. Tantas bobagens são ditas, e, uma delas, é de que Jesus aboliu a lei. Em Mat 5:17 Cristo fala que não veio abolir, ab-rogar a lei mais veio cumpri-la. Pessoas assim são dignas de pena e das nossas orações, com certeza são pessoas avarentas, amantes de si mesma e do dinheiro.

Tem um vídeo ridículo onde colocam o filme sobre a crucificação e o tema: "Depois que você ver isso nunca mais dará o dízimo". Pessoas que não tem o que fazer escrevem besteiras para enganar os faltos de entendimento. Alguns deles até tem um certo conhecimento da letra mais isso não é o suficiente, pois a letra mata e o espírito é o que vivifica.Temos que ter a unção que vem junto com a revelação do Espírito Santo.


Tudo sobre dízimos
A palavra dizimo significa décima parte. Alguns dizem: Onde está escrito que temos que dar 10%? Os dez por cento vêm da própria palavra com seu significado. Portanto temos de separar e devolver somente os 10% ao Senhor.

O dízimo e a lei de Moisés: Era um mandamento do próprio Deus para seu povo (lev 27:30).

O dízimo tinha alguns propósitos:
- Para sustentar os levitas, pois a tribo de Levi foi a única tribo que não recebeu herança (Nm 18:21-24)
- Para os estrangeiros, órfãos e viúvas, e os ministros (Dt 14:28 e 29). Era um mandamento (Lev 27:30)
- Para suprir a casa de Deus (Ml 3:10)
-O dízimo é do Senhor (Ml 3:8; Lv 27:30)

O dízimo era a oferta da colheita dos grãos, dos frutos das árvores e dos animais, pois essa era a agricultura de subsistência da época. Hoje a nossa forma de subsistência é o nosso salário, em espécie (dinheiro). Hoje, como iremos ofertar? Arroz, feijão, gado, galinha, hortelã, cominho, e etc. Se para obtermos tudo isso temos que ter o dinheiro?

O dízimo é bíblico, tanto para o antigo, como para o novo testamento.

Provo isto biblicamente. E não é pelo o que acho ou penso, mas pela revelação das Escrituras.

Vejamos:
Gn 14:20 diz que Abraão deu o dízimo de TUDO para Melquisedeque. De tudo o que Abrão tinha ele dizimou, portanto, se ele tinha ouro, prata, dinheiro, gado, ovelhas tudo ele dera a décima parte.

Quatrocentos anos antes da lei de Moisés exigir o dízimo, Abraão já o havia entregado. Sem que Melquisedeque pedisse, ele entregou voluntariamente, pois ele entendeu que isso agrada a Senhor. Temos que entregar o dízimo espontaneamente. Não por força nem por violência, não com pesar, nem com tristeza, não para aparecer para homens, como se fosse por obrigação.

Pois dessa forma não agrada ao Senhor, temos de entregar com entendimento do que estamos fazendo. Pois, "Deus ama o que dá com alegria".

Cristo é sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 110:4). Melquisedeque tipificava Cristo na tipologia bíblica. Porque Abraão não entregou o dízimo a Faraó, ou até mesmo, ao rei de Sodoma? Porque o entregou a Melquisedeque? Para nos mostrar que hoje no tempo da graça o dízimo continua sendo recebido pelo Senhor, pois cristo é o nosso eterno sacerdote.

Observe que Melquisedeque não recusou o dízimo de Abraão. Onde foi que leram que isso era certo se a lei de Moisés ainda não existia? Que coisa fantástica! Antes da lei houve o primeiro dízimo, passou a lei e no tempo da graça o dízimo é valido porque Melquisedeque é um tipo de Cristo nosso eterno sacerdote.

Ao contrário do que muitos dizem o dízimo não foi instituído só por causa da tribo de Levi, mas muito antes disso, como vemos em Gn 14:20. Nós somos o Israel espiritual, somos descendentes de Abraão na fé, temos que andar nos passos da fé (Rm 4:12; Hb 7).

Ao lermos em Hebreus 7 fica claro que o sacerdócio levítico já passou e agora permanece o sacerdócio de Cristo, que é eterno segundo a ordem de Melquisedeque. Como Melquisedeque recebeu o dízimo de Abraão, hoje, no tempo da graça Cristo recebe e aprova o ato de entregar-mos o dízimo, como Melquisedeque não reprovou e aceitou, da mesma forma o nosso Senhor Jesus age sobre esse assunto.

Muitos dizem que quando Jesus disse está consumado aboliu toda a lei, inclusive o dízimo, isso não é verdade, quando ele bradou está consumado, ele quis dizer que cumpriu o seu propósito aqui na terra.

Somente quando se refere ao dízimo, é que Deus manda fazer prova Dele (Ml 3:10). Em nenhuma outra passagem Deus manda o povo o provar. Existe benção sem medidas extraordinárias para aqueles que entregam o dízimo ao Senhor.

- As janelas dos céus serão abertas (provisão divina em todas as áreas)
- O devorador será repreendido (tudo o que for teu será conservado pelo Senhor, e o devorador, Satanás será envergonhado)
- E todos nos chamarão benditos do Senhor.

Cristo ensinou a sobre o dízimo em Mat 23:23b "Fazei estas coisas e não omitir aquelas”. Fica claro que Jesus mandou dar o dízimo, “fazei estas coisas”.

Continuem entregando o dízimo, como vocês fazem, mas não deixem de omitir aquelas, pratiquem também o juízo, a misericórdia e a fé. Os fariseus queriam fazer tudo certo ao ponto de dar o dízimo das hortaliças mais baratas como: hortelã, endro, cominho e etc... mas eles esqueciam de obedecer a palavra em um todo, não praticavam a justiça, a fé, a misericordia, o amor. Temos que ser fiés em tudo.

Sabemos que o livro de Mateus foi direcionado ao povo judeu, porém em Lucas, que foi escrito direcionado aos gregos (gentios) Jesus repete a mesma coisa. Leia Lucas 11:42.

Se o ato de dar o dízimo fosse reprovado ou abolido pelo senhor Jesus, com certeza, nesta ocasião Ele teria dito. Ele poderia ter dito parem de dar o dízimo pois isso faz parte do passado, faz parte da lei de Moisés,agora estou aqui para cumprir a lei. Mas ao contrário, Ele disse: "fazei". Nas palavras de Jesus não há duvidas, quando o Mestre fala não se pode questionar. É ponto final.

Jesus disse que o operário é digno do seu salário (Mat 10:10). Aquele pastor que é fiel que dá a sua vida pelas ovelhas que prega a verdadeira palavra de Deus é digno de ser sustentado pela obra de Deus, e isso só é possivel com dízimos e ofertas. Quando os discipulos foi enviados Jesus não os mandou pedir nada a ninguém, mais mandou aceitar tudo que lhes fossem oferecido naquela casa, é diferente dos mercenários que querem arrancar o ultimo centavo do povo, para viverem regaladamente, Deus tá vendo tudo, a ele ninguem engana, tudo o que o homem semear certamente colheirá. Dízimos e ofertas são aprovados pelo Senhor, isto está bem claro na biblia o que fazem por ai pedindo o teu tudo, envelopes cheios de dinheiro, para comprar a "benção de Deus" isto é abominação ao Senhor.

Em João 8 existiam as mulheres que serviam a Jesus com os seus bens. É óbvio que o Senhor Jesus não veio a esta terra para falar sobre dinheiro e nunca pediu nada a ninguém.

É muito diferente do que vemos hoje em dia, mercenários sugando a pele das ovelhas e fazendo negócio com o povo (2 Pe 2). Muitos homens maléficos estão riquíssimos porque estão enganando o povo com a falsa doutrina da prosperidade.

Paulo também falou sobre o ato de sustentar a obra com dízimos e ofertas.

Que servia:
Para recompensar os que ensinam (mestres) Gal 6:6.
Para sustentar os ministros do evangelho ( I Co 9:13,14)

Onde devemos entregar o dízimo?
Devemos entregar o dízimo e ofertas na casa do Senhor, na igreja em que congregamos, pois no Antigo testamento era entregue na casa do Senhor, nos templos, na casa do tesouro (2 Cr 31: 11,12; Ne 10:38; Ml 3:8).

Hoje a casa do tesouro é a igreja do Deus Vivo, a igreja do Deus vivo que é cheia da graça, misericórdia, e da palavra do Senhor que é um tesouro incomparável.

Nos textos citados fica claro que temos de contribuir para o sustento da obra de Deus. Temos que ser obedientes ao Senhor, pois a sua Palavra permanece para sempre.

O ato de dar o dízimo é para honrar a Deus (Pv 3:9,10) não fazemos isso para aparecer, como na maioria das denominações. As pessoas colocam o nome e o valor do dízimo em um envelope, e elas não sabem que isso é para o "pastor" ter o controle de quem está dando o dízimo. Com isso fazem acepção nas "igrejas", separando cadeiras e dando destaque a quem tem o dízimo mais alto. Não precisamos colocar o nosso nome nos envelopes. Esse ato é para honrar a Deus e não ao homem. O pastor não precisa saber o nome de quem dá e quanto dá, isso é para glória de Deus, é Deus quem vai nos recompensar.

Espero que esse estudo te esclareça, e com o conhecimento da Palavra venhamos tapar a boca daqueles que não tem a revelação do Espírito Santo.

A Ele seja toda honra e glória, para todo sempre, amém!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

FALSO CRENTE


FALSO CRENTE

A falsa doutrina é tão perigosa quanto o falso pregador. É impossível separar o falso pregador da falsa doutrina. Um está para o outro. O falso profeta é o pregador oficial da falsa doutrina.Quando se diz “falso pregador”, que ninguém entenda ser uma personagem assustadora que fala abertamente tudo o que é contrário à boa Palavra divina. Muito pelo contrário! O falso pregador é aquele que tem a extraordinária argúcia de usar corretamente vários textos da Bíblia e torcer o seu contexto. Com sutileza é capaz de usar “cem textos” sem contexto.Quando o falso profeta faz isso, ele contamina a doutrina verdadeira. É como se um copo cheio de boa água recebesse uma gota de veneno. Todos sabem que o caos da humanidade se deu porque o diabo torceu sutilmente a Palavra de Deus.Considere que a antiga serpente não negou a existência do Senhor, não negou Seu poder criador, simplesmente torceu a Verdade com uma maliciosa gota de falsidade. Naquele exato momento desabrocha a falsa doutrina. O dragão foi o primeiro a colocar veneno na Água do Evangelho da Graça.

Por que o cristão deve ter aversão pela falsa doutrina? Porque o próprio Deus a odeia: “Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão... outrossim, também tu tensos que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas... as quais eu também odeio (Apocalipse2.14,15;6c). Os cristãos são exortados a não se deixarem envolver pela falsa doutrina: “não vos deixeis envolver por doutrinas várias e estranhas...” (Hebreus 13.9) “...não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro”. (Ef 4.14)

Os falsos pregadores, tanto do passado quanto do presente, se deleitam com questões misteriosas, revelações exclusivas, experiências pessoais, fenômenos extraordinários e são mestres ao adicionarem esses temas às carências humanas. Os tais, são especialistas em colocar a “gota de veneno” para dar algo mais aos anseios do coração do homem. É por aí que eles atraem e cativam os seus ouvintes, de tal modo, que é impossível essas pessoas serem convencidas de que estão sendo enganadas.

Todos devem estar em estado de alerta, porque há muito que não se via tanto falso pregador e tanta falsa doutrina. É necessário que o filho de Deus “não dê ouvido às palavras dos profetas que entre vós profetizam e vos enchem de vãs esperanças; falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do SENHOR” (Jeremias 23.16)

É incrivelmente interessante como a falsa doutrina atrai o falso crente. Enquanto o crente verdadeiro ouve a voz de Cristo, o falso ouve a voz do falso Cristo. Enquanto o filho de Deus tem o coração inclinado pelo Espírito Santo para a Palavra de Deus, o filho das trevas o tem inclinado para o “pai da mentira”. Você já notou que o falso crente se agrada com a comunhão na congregação, participa calorosamente das discussões nos grupos de estudo, aprecia as festas organizadas e se regozija intensamente com os cânticos congregacionais? É verdade! ele participa e se satisfaz com tudo isto, menos com uma coisa: a pregação expositiva e sistemática da boa doutrina! Aí ele fica impaciente, sonolento, enfadado, distraído, etc. Esse tipo de “crente” incrédulo é aquele que tem sempre as mesmas dúvidas, faz sempre as mesma perguntas, suas palavras não têm edificação espiritual e jamais recebe com gratidão as palavras ensinadas pelos pregadores da Verdade. Ele está sempre questionando com incredulidade. Polemiza teologia, não por amor a Verdade, mas porque ama o debate. Aprecia citar as palavras dos falsos pregadores, aprende com a maior facilidade o que dizem os falsos profetas e seguem as suas práticas sem cerimônias.

Haverá tempo” pregou Paulo “em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Timóteo 4.3). Esses tais“se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Timóteo 4.4). É verdade! A alma desse “crente” incrédulo se satisfaz na fantasia da falsa doutrina que lhe estimula a cobiça e vice-versa.Lamentavelmente a igreja contemporânea está cheia de falsos crentes que amam a falsa doutrina adoram os falsos profetas. Por serem tantos em nosso meio, perdemos as nossas características e a autêntica personalidade cristã.

Eis um axioma: O pregador de falsas doutrinas e os falsos crentes se atraem mutuamente, ambos se satisfazem no que falam e no que ouvem. Nenhum deles tem prazer na “lei do Senhor”, na sã doutrina. Por considerar questões doutrinárias como fundamentais e essenciais para a vida cristã, o Espírito Santo é enfático em relação aos pregadores de falsa doutrina: eles não devem ser acatados. “... se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas”(2 João 1.10). Paulo clamava: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles”... “...porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos” (Romanos 16.17,18). Pedro advertia: “e muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade”(2 Pedro 2.2) . Atenção! Estamos vivendo os últimos dias, eis porquê eles são tantos e a cada dia se multiplicam e “...enganarão a muitos”. (Mateus 24.5). Porventura, você ainda não percebeu, que de um tempo para cá, tantas coisas têm sido ditas e feitas em nome da Santa Doutrina Cristã?Você ainda não percebeu que ao Evangelho estão associando coisas absurdamente escandalosas e inimagináveis? Não se deixe enganar, pois a “antiga serpente”(o diabo) e “o falso profeta” (o falso pregador), “sabendo que pouco tempo lhes resta” estão disseminando a falsa doutrina para envergonhar o evangelho e perseguir moralmente aos verdadeiros cidadãos dos céus

domingo, 17 de novembro de 2013

LINGUAS ESTRANHAS

LINGUAS ESTRANHAS_ II PEDRO 3: 16 e 17

INTRODUÇÃO: As línguas estranhas, como muitos assuntos na Bíblia causam polemicas. Mas não deveriam, pois a Palavra de Deus não veio para causar polemicas. DT. 29: 29; ICOR. 14: 33. Algumas seitas e igrejas evangélicas tradicionais não falam por não entenderem, ou por pouca luz (entendimento da Palavra).

Ou por se escandalizarem com os pentecostais e neo pentecostais. Já os neo pentecostais falam sem conhecimento e sem direção (racional). Os pentecostais que antes falavam com sabedoria e conhecimento da Palavra, hoje segue o mesmo caminho dos neo pentecostais.

Segundo o meu entendimento não se pode analisar o crente, uma igreja, ou um povo se são pentecostais ou não, por falarem ou não falarem em línguas estranhas.

A meu ver as línguas estranhas falada nas igrejas não é uma marca de pentecoste, as marcas do Pentecoste foram: O poder Atos 1: 1_8, os Dons, ver Atos 5: 15 e 16; Atos 3: 1_8 Pedro no Templo (milagre).Pois o Espírito Santo que desceu sobre a igreja, ao povo e sobre todos que aceitam a Jesus, trouxe poder, Dons espirituais, que estão ao alcance de todos, testemunhar a Jesus é um dever de todos que o aceitam. Mt. 10: 32 e 33, a igreja de Corintios era uma igreja pentecostal não pelas línguas que falavam, mas sim porque ela tinha Poder e Dons Espirituais, I Cor. 1: 1-7.

Paulo era pentecostal, não pela língua que falava, mas pelos dons que tinha e pelo testemunho I Cor 14: 18 – 20, ICor. 2: 1- 5; Rm. 15: 19; I Ts. 1: 5. Uma igreja, um povo, ou um crente que só fala em línguas, mas não tem nenhum Dom, e não dar testemunho de Jesus, não coopera em nada com o Reino de Deus e nem coopera com a vinda de Jesus Cristo. Jõ. 15: 1 e 2; Mt. 7: 15 – 20.

O melhor caminho para compreender as línguas e falar em línguas, é seguir e obedecer a Palavra de Deus, pois a Palavra de Deus (Bíblia) fornece tudo o que eu preciso para viver e prestar um culto racional, basta eu me esvaziar do meu conhecimento humano, daquilo que eu penso, do que eu acho, e fazer conforme a Palavra de Deus ensina, pois a Palavra de Deus não vai mudar. Ml. 2; 6; Jõ. 19: 22.

Quem tem que mudar é o homem, se o homem não se moldar a Palavra de Deus, o culto e a vida dele e tudo o que ele fizer vai ser de forma irracional. Portanto para entender as línguas estranhas, e falar de forma correta é só obedecer a Palavra de Deus, mesmo que isto desagrade aos irmãos, ao pastor, a igreja, etc. Gl. 1: 8 – 10.

No Velho Testamento o Espírito Santo não habitava no homem, quando Deus queria usar o homem para desempenhar uma missão, falar através do homem (Profeta), o Espírito Santo se apossava, possuía o homem para usá-lo. I Sm. 10: 1-7; I Sm. 16: 1- 13; Jz. 14: 1-6. No entanto não há nenhum relato de que alguém ou alguns destes homens falaram em línguas estranhas, mas sim profetizavam.

Nos Evangelhos João Batista era um homem cheio do Espírito Santo Lc. 1: 5 – 15; Jesus também era homem cheio do Espírito Santo Lc. 3: 21 e 22; Lc. 4: 1. Não há também nenhum relato de que João e Jesus tivessem falado em línguas estranhas, nos evangelhos não há relato de que alguém tenha falado em línguas estranhas.

Baseado no Velho Testamento e nos Evangelhos e nos ensinos do Apóstolo Paulo, as l ínguas estranhas falada na igreja não é o Espírito Santo que fala, mas sim o Espírito do homem, que em uma linguagem espiritual (mistério) ora a Deus (fala com Deus), I Co. 14: 2 e 14, 15.

A oração em línguas, ao contrário de que muitos pensam, não trás beneficio, ou seja, ela não edifica a igreja, mas sim o crente que está orando em línguas. I Co. 14: 4.

Portanto orar em língua em vós alta na igreja é falta de sabedoria, muitos nem ora, fala em língua sem qualquer entendimento, atrapalhando o culto e prejudicando a vida espiritual daqueles que vão ao culto para cultuar a Deus com o raciocínio I Co. 14: 14 – 28.

Segundo o meu entendimento estas línguas estranhas falada nas igrejas, é um sinal de fé, daqueles que crêem em Jesus, e que receberia o Espírito Santo, por serem salvo ao aceitar Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador. Mc. 16: 15 – 17; Hb. 10: 22.

A morte e ressurreição de Jesus Cristo rasgaram o véu, II o. 3: 13 - 17 e trouxe o Espírito Santo Lc. 23: 44 e 45; Hb. 10: 19 e 20. E conforme o meu entendimento, o Espírito Santo ao vir habitar no homem I Co. 6: 19; Rm. 5: 5 liberou no espírito do crente um acesso a Deus em uma linguagem espiritual que o homem antes da vinda do Espírito Santo não tinha. I Co. 2: 9 – 12.

A meu ver o pregador na hora da mensagem, falar algumas palavras em línguas estranhas é normal, pois ele pode estar glorificando , exaltando a Deus, ou falando com Deus em mistério, mas a pregação ser toda tomada pelas línguas estranhas, ai sim é uma pregação que não vai trazer nada de Deus para a igreja. I Co. 14: 20 – 26.

As línguas estranhas na igreja, no meu entendimento podem ser faladas pelo Espírito do homem, pela vontade da carne, ou por um momento de forte emoção I Ts. 5: 23; Hb. 4: 12, e também por demônios, pois eles podem muito bem falar através das pessoas, pois as obras do diabo é a imitação, falsificação e a mentira. Por isso é necessário nas igrejas haver o Dom da Interpretação de línguas e discernimento de espírito. I Co. 14: 26 – 28.

Para que serve as orações em línguas estranhas, no meu entendimento ela edifica a vida do crente, como a oração com entendimento, o jejum, a Palavra, o evangelismo edifica, tem o mesmo efeito, sentir a presença de Deus, crescer na graça. II Pd. 3: 18; II Co. 12: 1 – 9.

Para que alguém venha a falar em línguas estranhas na igreja, em casa, no monte onde quer que esteja, basta ele ter a certeza que é salvo em Cristo Jesus e que é templo do Espírito Santo, ter uma vida de oração, jejum, palavra, que a vontade de falar vai vir naturalmente, ai é só falar.

A presença de Jesus na nossa vida e no momento de orações traz este desejo, e quando este desejo chegar, estando de acordo com a Palavra de Deus, fale não prenda. II Co. 3: 17. Se você quer falar e sente que não vai atrapalhar e nem escandalizar fale. II Co. 3: 17; I Co. 14: 39 e 40.

Segundo ao meu entendimento, esta língua falada nas igrejas, não é um Dom, ao contrário das profecias que é um Dom espiritual. Pois a meu ver os Dons Espirituais mencionados pelo Apóstolo Paulo em I Co. 12: 1 – 11 é de Deus para o homem, e é uma manifestação do Espírito Santo através do Espírito do homem para a edificação da igreja e de todos os homens, ao contrário das línguas estranhas, que é do homem para Deus e edifica a vida somente daquele que fala. I Co. 14: 2 e 4.

Já a Interpretação de línguas, o Discernimento de Espírito, Profecias, Ciência, Sabedoria, Fé, Milagres, Curas e a Variedades de línguas, são Dons, e são únicos e são atuações do Espírito Santo no Espírito do crente, e para utilidade da igreja e para glória de Deus. Is. 42: 8.

No meu entender e ao contrário do que muitos pensam, a variedades de línguas não é a mesma língua falada nas igrejas, a variedade de línguas é um Dom muito raro, mas existe, e alguém que consegue falar em línguas de várias nações sem ter estudado.

Quando algum estrangeiro estiver na igreja e não entende nada do que está sendo pregado, ou alguma profecia que venha para ele, aquele que tem o Dom de Variedades de línguas, traduz para ele, para que o Senhor seja glorificado I CO. 14: 25, semelhante ao que aconteceu no derramar do Espírito Santo no dia de Pentecoste. Atos. 2: 1 – 12.
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LOTERIAS ?

Deve o Cristão Apostar na Loteria?

A Loteria - Podemos usá-la para a glória de Deus?
Será que é errado pensar em jogar na loteria? Quero dizer, eu não quero riquezas por mim mesmo, mas para a minha família, a obra de Deus, as obras de caridade na minha cidade, e, bem, se eu quisesse tudo somente para mim, um cristão, isto seria ruim? Vamos comparar esse assunto com os princípios Bíblicos. Se levemos “cativo todo o entendimento à obediência de Cristo” nos faremos uma bênção para nós mesmos (II Cor 10:5).


Trabalhar é necessário
Quando o homem estava no jardim do Éden, antes mesmo de pecar, ele era contentíssimo com a presença do Senhor na viração dos dias e com todas as suas necessidades supridas abundantemente. Viver para a glória de Deus era a sua felicidade maior. Mesmo assim, sim, antes do pecado, o homem trabalhava. Adão tinha a ordem divina de “lavrar e guardar” o jardim onde o Senhor o pôs (Gên. 2:15). Isso era a sua responsabilidade e necessitava esforço e obediência. Lembramo-nos que foi Adão que colocou o nome em todos os animais também (Gên. 19), e isso não deveria de ser um piquenique. Mas, apesar da responsabilidade e a necessidade de fazer esforço, o trabalho não era lhe pesado. O trabalho somente tornou pesado quando o homem pecou. Foi naquela circunstância que o trabalho tornou a ser uma necessidade, e, uma necessidade constante.

A sentença divina que veio por causa do pecado foi: “no suor do teu rosto comerás do teu pão” (Gên. 3:19). Isso “porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore do que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causas de te, com dor comerás dela todos os dias da tua vida” O princípio divino sobre a necessidade de trabalhar para comer não somente começou na hora do surgimento do pecado, quanto continuou até os dias do Novo Testamento pois Paulo, pelo Espírito Santo, escreveu: “Porque, quando ainda estávamos convosco, vos MANDAMOS isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também” (II Tess. 3:10).

Que tal maldição continua até os nossos dias não deve ser uma surpresa pois Deus declarou no dia da maldição, “com dor comerás dela TODOS OS DIAS DA TUA VIDA”. O pecado de Adão trouxe todos nós a sermos pecadores (Rom 5:12). A maldição que Adão receber, nós recebemos juntamente. O princípio do trabalho-comer é para nós ainda hoje. A loteria não submete-se à essa necessidade.

“A riqueza de precedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com o próprio trabalho a aumentará.” Prov. 13:11

A loteria reflete o desejo eterno do homem livrar-se dos efeitos do pecado em sua vida, ou, melhor, em viver como não haja ordem superior sobre ele. A loteria alimenta a idéia errônea que podemos ter algo de valor com boa consciência, sem trabalhar ou suar por ele. A nossa natureza pecaminosa já compra essa idéia na primeira apresentação pois temos um coração enganoso (Jer 17:9). Os que têm uma nova natureza por Cristo já lutam contra a carne (Gal 5:17) e por isso raciocina que pode fazer algo que é contra o princípio bíblico de somente ganhar através do trabalho e usar tal fruto do pecado para a glória de Deus (Rom 3:8). E, é verdade que queremos crer que podemos fazer o bem enquanto nos ocupamos com o que Deus não abençoa! Mas não devemos nos iludir. Se não estamos obedecendo, estamos desobedecendo (Mat. 12:30).

A confiança no Senhor
O Cristão tem quem cuida de si: o próprio Senhor. A promessa de Deus é que Ele nunca nos deixará nem nos desamparará (Heb 13:5). Este Senhor bondoso e poderoso sabe o que necessita o Seu filho comprado pelo sangue de Cristo (Mat. 6:32), e, com amor, suprirá “muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos; segundo o poder que em nós opera” (Efés 3:20).

Sem dúvida Deus pode suprir as nossas necessidades de maneiras extraordinárias mas deve ser observado que é Ele que faz tais prodígios. Para nos colocar em posições comprometedoras ou em lugares questionáveis não é de praticar a fé mas é de tentar Deus (Mat. 4:6-7). Quando confiamos no poder e nas promessas do Senhor, temos verdadeiro descanso de espírito. Os que querem confiar no braço de carne, somente terão o auxílio que um braço de carne pode dar. Melhor é confiar no Senhor (II Crôn. 32:8). Para confiar no Senhor, em vez de confiar em nossas próprias capacidades, precisamos morrer a nós mesmos. É louvável tal atitude e nos conforma à imagem de Cristo (I Pedro 4:1).

O Contentamento
Um estudo sobre a loteria não seria completo sem uma menção de contentamento. A loteria não incita o crescimento nessa virtude mas contrariamente inflama os excessos das obras da carne (Gal 5:19-21). Quando Jó perdeu tudo o que tinha, a sua piedade com contentamento era louvável (Jó 1:21). Ele não culpou Deus nem correu para a sua “esperteza” para resolver a sua situação desesperadora. Ele confiou no Senhor. É assim o contentamento com piedade é ganho (I Tim 6:6). Preocupar com o dia de amanhã não é louvável pois evidencia pouca fé (Mat. 6:25-30). Não é fácil de ser contente com o que temos, mas é um alvo de crescimento para o Cristão sério. Paulo, o apostolo, pela experiência na vida Cristã, aprendeu de ser contente com o que tinha (Fil. 4:11-13). Viver com o que temos nos ensinará a termos essa virtude. Jogar na loteria nunca nos ensinará contentamento. Muito menos nos levará à piedade.

Exemplos Bíblicos
Será que os exemplos Bíblicos podem nos ensinar a participarmos na loteria? Quais exemplos Bíblicos temos dos servos de Deus ocupando-se nessa prática? O Cristão é para ser uma testemunha: uma luz nas trevas, um elemento que preserva e conserva boas qualidades na sociedade (Mat. 5:13-16). A ocupação do Cristão é de anunciar as virtudes daquele que nos chamou das trevas paras a sua maravilhosa luz (I Pedro 2:9). Nas Escrituras Sagradas achamos louvor para os justos (II Pedro 2:7) e os fieis (I Cor 4:2; Col. 12:2; Efés 6:221; Heb 3:5) mas nunca são louvados por Deus os que confiam na sorte ou no braço de carne.

O lançar sortes na Bíblia
Apesar de tudo que foi estudado sobre a loteria pode ser que pela prática de “lançar sortes” na Bíblia alguém quisesse apoiar a loteria. Seria bom de estudar este assunto num estudo separado mas seria suficiente notar que tal prática foi usada para determinar a vontade de Deus (Lev 16:8; Atos 1:26). Hoje temos a Palavra de Deus para nos ensinar, corrigir e nos aperfeiçoar (I Tim 3:16,17) não precisando mais praticar tal costume para sabermos a vontade de Deus. O lançar sortes foi útil também para agilizar uma divisão justa (Josué 18:6-10; Neemias 11:1; Sal 22:18).

Não achamos proibição de tal prática pois é útil (Prov. 18:18). Todavia, na Bíblia, nunca temos o exemplo da loteria comum que dá prêmios em dinheiro sendo usado para este fim. O uso de sortes também foi usado biblicamente para determinar a verdade (II Sam 14:42; Jonas 1:7). A Palavra de Deus é perfeita agora e podemos usá-la para testar toda a filosofia, pregação e prática, uma maneira nobre de determinar a verdade (Atos 17:11).

Que Deus abençoe a sua vida. Se está passando por dificuldades e está sendo tentado, o conselho bíblico não é de lançar sortes mas de lançar tudo sobre o Senhor porque Ele tem cuidado de vós (I Pedro 5:7).

As tentações na carne devem nos levar a morrermos à carne e viver pela fé (Tiago 1:2-6), e, portanto, úteis. Os princípios Bíblicos não mudam com a nossa situação socio-econômica mas são imutáveis. Espere no Senhor e achará alivio em Seu tempo para a glória de Deus (Isa 40:31). O buscar o Senhor sempre tem as suas recompensas (Mat. 6:33).
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O SÁBADO

Deveriam os Cristãos Guardar o Sábado Hoje em Dia?

O Que a Bíblia Diz?
No Velho Testamento, Deus ordenou aos israelitas que santificassem o dia do sábado e não trabalhassem nesse dia. Deveriam os cristãos de hoje, também, descansar e adorar no dia do sábado? Muitos grupos religiosos (Adventistas do Sétimo Dia, por exemplo) ensinam que deveríamos. O que a Bíblia diz?

Em Êxodo 20:8-11 Deus ordenou aos judeus que guardassem o dia do sábado (veja nota 1). No Novo Testamento, vemos que as leis do Velho Testamento eram para continuar somente até a morte de Cristo. (Nas passagens seguintes, a ênfase está acrescentada para esclarecer o sentido).

Efésios 2:14-15
"Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homen, fazendo a paz." Esta passagem mostra que Cristo aboliu a "lei dos mandamentos". Desde que a guarda do sábado era um destes mandamentos, e não foi incluída no Novo Testamento, não necessitamos guardar o sábado.

Romanos 7:4-7
"Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte. Agora porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra. Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás." Esta passagem claramente diz que morremos para a lei e estamos, portanto, "libertos da lei". A lei de que Paulo falava incluía os dez mandamentos, porque no versículo 7 ele citou: "Não cobiçarás" como uma das leis. (Veja Nota 2).

2 Coríntios 3:6-11
"O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. E se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito? Porque se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. Porquanto, na verdade, o que outrora foi glorificado, neste respeito já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória. Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente." Aqui Paulo está comparando o ministério da morte e da condenação com o ministério do Espírito e da justiça. O ministério da morte estava desaparecendo, mas o ministério do Espírito estava continuando. Mas qual era o ministério da morte e da condenação que estava desaparecendo? Era o ministério "gravado com letras nas pedras". Se cremos no Novo Testamento, temos que acreditar que a revelação escrita nas pedras, no Velho Testamento (os dez mandamentos), já morreu. Esta passagem afirma isso claramente.

Gálatas 3:15-5:4
Gálatas 3:19­ "Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador." Se a lei foi acrescentada até que Cristo veio, então o domínio da lei parou quando Cristo veio.

Gálatas 3:24-25­ "De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio." A lei foi nosso instrutor, para levar-nos a Cristo, mas agora que Cristo veio, "já não permanecemos subordinados ao instrutor".

Gálatas 4:1-5­ "Digo, pois, que durante o tempo em que o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo. Mas está sob tutores e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai. Assim também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos." A lei foi dada para a infância do povo de Deus. Cristo veio para nos adotar como filhos e redimir-nos da lei.

Gálatas 4:24,31­ "Estas cousas são alegóricas: porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Hagar.... E assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e, sim, da livre." Neste trecho, Paulo compara a lei dada no Sinai com Hagar (a mulher escrava), e a nova aliança com Sara (a esposa livre). Ele diz claramente que somos da mulher livre e não da mulher escrava. Portanto, estamos sob a nova aliança e não sob a aliança do Monte Sinai, que incluiu os dez mandamentos. Por favor, estude cuidadosamente este assunto, por completo.

Gálatas 5:4­ "De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes." A conseqüência da volta para a lei é que decaímos da graça.

Hebreus 7:12­ "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei." A lei foi mudada.

Hebreus 7:18-19­ "Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou cousa alguma) e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus." A antiga aliança foi revogada.

Hebreus 8:7-13­ "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para segunda. E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer." Temos uma nova aliança. Por que voltar para a velha?

Hebreus 9:4­ "Ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso, e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, a vara de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança." A aliança a que ele tem se referido inclui as "tábuas da aliança": os dez mandamentos.

Colossenses 2:16-17
"Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo." Talvez seja este o texto mais importante de toda esta discussão, porque ele claramente menciona o dia do sábado como parte da sombra que foi substituída por Cristo. (Veja Notas 3 e 4). O sábado não é, para nós, hoje, mais parte do padrão de Deus do que a conservação do festival da lua nova. Ambos foram partes da aliança do Velho Testamento, que foi substituída pela nova aliança de Cristo.

Os cristãos de hoje têm que seguir o Novo Testamento, que não ordena que qualquer dia seja completamente posto de lado como um dia de descanso, mas sim, mostra o padrão dos cristãos reunindo-se para adorar juntos nos domingos (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:1:2). (Veja Notas 5 e 6).

Nota 1: O sábado era só para os judeus.
Muitas passagens mostram que o mandamento para guardar o sábado foi dado somente aos judeus. Por exemplo:

· Êxodo 31:12-18­ "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirás: Certamente guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto guardareis o sábado, porque é santo para vós outros: aquele que o profanar, morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer alguma obra morrerá. Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou e tomou alento. E, tendo acabado de falar com êle no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus." Aqui ele afirmou que o sábado era entre Deus e os filhos de Israel.

· Deuteronômio 5:1-3, 12­ "Chamou Moisés a todo o Israel, e disse-lhe: Ouvi, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos, para que os aprendais e cuideis em os cumprirdes. O Senhor nosso Deus fez aliança conosco em Horebe. Não foi com nossos pais que fez o Senhor esta aliança, e, sim, conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos...Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o Senhor teu Deus." A aliança que incluía o dia do sábado foi exclusivamente feita com os israelitas e com ninguém mais.

· Ezequiel 20:10-12­ "Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto. Dei-lhes os meus estatutos, e lhes fiz conhecer os meus juízos, os quais cumprindo-os o homem, viverá por eles. Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica." Aqueles a quem a lei do sábado foi dada foram o povo de Israel, aqueles que foram resgatados do Egito.

Às vezes, os adventistas mostram que Deus descansou no sétimo dia da criação (Gênesis 2:1-3). E daí eles deduzem que aos homens foi ordenado que guardassem o sábado desde o tempo da criação. Mas nenhuma passagem afirma isso. De fato, a primeira vez que lemos sobre homens guardando o sábado, ou um mandamento para os homens guardarem o sábado, é em Êxodo 16, depois que Moisés tinha guiado os israelitas para fora do Egito. Gênesis 2 mostra que Deus descansou no sétimo dia, mas não ordena que os homens guardem o sétimo dia. De fato, a Bíblia nunca ordenou aos gentios que guardassem o sábado ­ somente os judeus ­ desde o tempo de Moisés até Cristo.

Nota 2: Há diferença entre lei moral e lei cerimonial?
O Novo Testamento mostra que os cristãos não estão mais sob a obrigação de guardar a lei do Velho Testamento. Os adventistas e outros tentam escapar do significado destes textos, inventando a diferença entre a lei moral, que eles chamam a lei de Deus, e a lei cerimonial, que eles chamam a lei de Moisés. Normalmente, eles ensinam que a lei cerimonial foi abolida por Cristo (assim não guardamos a Páscoa nem oferecemos sacrifícios de animais) mas a lei moral ainda está vigente. Esta distinção não está na Bíblia.

A Bíblia usa as expressões lei do Senhor e lei de Moisés, sem fazer distinção, nos mesmos casos:

· 2 Crônicas 34:14­ "Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à casa do Senhor, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés."

· Esdras 7:6­ "Ele era escriba versado na lei de Moisés, dada pelo Senhor Deus de Israel; e, segundo a boa mão do Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto lhe pedira."

· Neemias 8:1, 8, 14, 18­ "Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel.... Leram no Livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia.... Acharam escrito na lei que o Senhor ordenara, por intermédio de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, durante a festa do sétimo mês.... Dia após dia leu Esdras do livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último; e celebraram a festa por sete dias; no oitavo dia houve uma assembléia solene, segundo o prescrito."

· Neemias 10:29­ "Firmemente aderiram a seus irmãos, seus nobres convieram numa imprecação e num juramento, de que andariam na lei de Deus, e que foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus; de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Deus, e os seus juízos e os seus estatutos."

Em diversas ocasiões,"mandamentos cerimoniais" eram chamados de lei do Senhor: Sacrifícios de animais, sacerdócio, dias de festas (2 Crônicas 31:3-4), a festa dos tabernáculos (Neemias 8:13-18), a consagração dos primogênitos e as oferendas para purificação depois do parto (Lucas 2:23-24). Em outras ocasiões, as leis morais eram ditas como vindo de Moisés. Por exemplo, o mandamento para honrar os pais (Marcos 7:10). Para simplificar, a distinção entre a lei cerimonial de Moisés e a lei de Deus é uma invenção da teologia adventista. Não é encontrada na Bíblia.

Nota 3: O dia do sábado de Colossenses 2:16 é o sábado semanal.
Algumas vezes, quando confrontados com Colossenses 2:16, que ensina que o dia do sábado foi uma parte da sombra que foi substituída por Cristo, os adventistas replicam que Colossenses 2:16 está se referindo aos "sábados anuais", e não aos "sábados semanais." A verdade é que o termo sábado é usado na Bíblia quase exclusivamente para os sábados semanais e é a própria palavra usada pelo Senhor quando ele deu os dez mandamentos. A única festa anual, para a qual a palavra sábado foi aplicada, é o Dia da Expiação (Levítico 16:31-32).

Olhem cuidadosamente a lista dos tipos de "sombra" em Colossenses 2:16: "comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados". Depois de mencionar comida e bebida, ele (Paulo) também menciona festas (celebrações anuais), lua nova (celebrações mensais) e sábados (celebrações semanais). [E, interessante, muitos adventistas tentam manter as mesmas regras do Velho Testamento sobre comida (estude Marcos 7:19 e Atos 10:9-16)]. Repetidamente, este agrupamento anual, mensal e semanal (às vezes diário) de festas é feito na Bíblia:

· 1 Crônicas 23:30-31­ "Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor, e o louvarem; e da mesma sorte à tarde. E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados, nas luas novas, e nas festas fixas, perante o Senhor, segundo o número determinado."

· 2 Crônicas 2:4­ "Eis que estou para edificar a casa ao nome do Senhor meu Deus e lha consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e lhe apresentar o pão contínuo da proposição, e os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festividades do Senhor nosso Deus; o que é obrigação perpétua para Israel."

· 2 Crônicas 8:13­ "E isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas, três vezes no ano: na festa dos pães asmos, na festa das semanas e na festa dos tabernáculos."

· 2 Crônicas 31:3­ "A contribuição que fazia o rei da sua própria fazenda era destinada para os holocaustos, para os da manhã e os da tarde, e para os holocaustos dos sábados, das luas novas e das festas fixas, como está escrito na lei do Senhor."

· Neemias 10:33­ "Para os pães da proposição, e para a contínua oferta de manjares, e para o contínuo holocausto dos sábados, das luas novas, para as festas fixas, e para as cousas sagradas, e para as ofertas pelo pecado, para fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus."

· Ezequiel 45:17­ "Estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel: ele mesmo proverá a oferta pelo pecado, e a oferta de manjares, e o holocausto, e os sacrifícios pacíficos, para fazer expiação pela casa de Israel."

· Oséias 2:11­ "Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades."

Paulo usa o mesmo agrupamento em Colossenses 2:16. Por que haveria alguém de torcer suas palavras para fazer com que significasse festas anuais quando ele fala de sábados?


Nota 4: O significado espiritual do sábado
O dia do sábado era uma sombra da realidade espiritual trazida por Cristo (Colossenses 2:16-17). O sábado significa descanso e libertação do trabalho: Cristo trouxe o descanso e a libertação do pecado. Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava (Mateus 11:28-30). Mesmo a libertação e o descanso que Jesus nos dá agora são apenas uma antecipação do descanso verdadeiro que os cristãos experimentarão no céu (Hebreus 4:9).

Nota 5: Os primeiros cristãos adoravam no domingo
Duas passagens mostram claramente que os primeiros cristãos adoravam nos domingos:

· Atos 20:7­ "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo que devia seguir de viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite." Notem que este dia era um domingo. Os adventistas argumentam que esta reunião era na noite de sábado, mas as Escrituras dizem que era no primeiro dia da semana. Notem também que o propósito da reunião deles era partir o pão. Nesse trecho, e referindo a outras passagens (Atos 2:42; 1 Coríntios 10:16; 11:18-34), está claro que isto se refere à Ceia do Senhor. Os adventistas argumentam que eles se reuniram porque Paulo partiria no dia seguinte, mas o trecho diz que eles se reuniram para partir o pão.

· 1 Coríntios 16:1-2­ "Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for." Os primeiros cristãos, aqui, contribuíam com seu dinheiro no primeiro dia da semana. Por que seria feita a coleta no domingo, se os cristãos não se reunissem nesse dia?

Nota 6: Respondendo a objeções
· Jesus guardou o sábado. Certamente que sim. Jesus era um judeu nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e portanto obedeceu a todas as leis do Velho Testamento. Jesus foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote, pela purificação, guardou a Páscoa, etc. (Lucas 2:21; 5:12-14; Mateus 26:18-19). Mas quando Jesus morreu, ele inaugurou a nova aliança e revogou a velha. Se o fato que Jesus guardou a Páscoa não prova que nós também deveríamos guardá-la, então o fato que Jesus guardou o sábado não prova que nós deveríamos guardá-lo também.

· Paulo guardou o sábado. As Escrituras não ensinam isto. Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (Atos 18:4, por exemplo). O sábado era o dia quando as pessoas se juntavam na sinagoga e Paulo aproveitou-se dessas oportunidades para ensinar muitas pessoas. Se eu tivesse permissão para ensinar lá, eu haveria de ir a assembléias adventistas todos os sábados. Mas a ida de Paulo às sinagogas, para ensinar no sábado, não prova que ele guardou o sábado como um dia santo de descanso.

· Para sempre. No Velho Testamento, o sábado era "por aliança perpétua nas suas gerações" e "entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre" (Êxodo 31:16-17). Os adventistas argumentam que estes termos mostram que a guarda do sábado semanal nunca terminará (descansaremos no céu, também?). Mas o verdadeiro significado de "para sempre" e "perpétua", neste trecho, é limitado por "nas suas gerações". Estas expressões significam "duração de uma era". Outros mandamentos do Velho Testamento foram "para sempre": por exemplo, a Páscoa (Êxodo 12:24). Muitos mandamentos do Velho Testamento foram "perpétuos": a queima do incenso (Êxodo 30:21), o sacerdócio Levítico (Êxodo 40:15), as ofertas de paz (Levítico 3:17), a parte dos sacerdotes nos sacrifícios (Levítico 6:18, 22; 7:34, 36), o sacrifício anual de animais pela expiação dos pecados (Levítico 16:29, 31,34), etc. Os adventistas, normalmente, não ensinam que sacrifícios de animais, queima de incenso ou a guarda da páscoa têm que ser continuados hoje; porque, entã, deveriam eles argumentar que a guarda do sábado tem que ser continuada hoje?

· Jesus não veio para revogar a lei. Mateus 5:17-18 diz: "Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar; vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra." Neste trecho, Jesus está ensinando que seu propósito não era contra a lei. Ele não veio para demolir ou destruir a lei. De fato, Ele era o cumprimento da lei. A lei predisse a vinda de Cristo e a nova aliança que ele haveria de trazer. Esta passagem não está, certamente, ensinando que cada "i" ou "til" da lei obrigaria para sempre; nem os adventistas afirmam isso. Mas em vez disso, que toda a lei e os profetas haveriam de desempenhar suas funções propostas, até o seu cumprimento.

· Jesus disse para orarem para que sua fuga não fosse no sábado. Mateus 24:20 diz: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado." Nesse trecho, Jesus estava considerando a iminente destruição de Jerusalém. Ele deu aos seus discípulos o sinal pelo qual eles poderiam saber quando a hora de fugir houvesse chegado. E ele os aconselhou a orar para que sua fuga não viesse em um tempo difícil. Havia várias razões porque seria mais difícil fugir no sábado. Normalmente, os judeus trancavam as portas da cidade no sábado, e poderiam ser impedidos em sua fuga por judeus fanáticos; o sábado dificultaria a capacidade dos cristãos para comprar os mantimentos necessários para a fuga. Quando Jesus os avisou para que orassem para que a fuga não fosse num dia de sábado ou no inverno, ele não estava admitindo que os cristãos deveriam guardar o sábado, mais do que deveriam guardar o inverno.

· O papa mudou o sábado. Quando os argumentos da Bíblia lhes falham, os adventistas gostam de tentar provar que os primeiros cristãos guardavam o sábado, mas que esta guarda foi mais tarde mudada para o domingo, pela igreja católica. Mesmo descontando a evidência da Bíblia, esta afirmação pode ser desmentida historicamente. Tanto Inácio como Justino Mártir se referem aos cristãos adorando no domingo e eles escreveram no segundo século, muito antes de haver um papa ou uma igreja católica. Mas pesquisar através de documentos históricos é desnecessário. A Bíblia decide a questão e isso deveria ser suficiente para aqueles que têm fé em Deus.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A CRUZ E A PONTE


A CRUZ E A PONTE

Certa vez um homem foi visitado pôr um certo anjo do senhor. Este anjo disse a ele: eu vim trazer a sua cruz para que você possa carregá-la na sua jornada. Ele pegou a cruz e seguiu. Quando ele já estava bem adiante de sua jornada, ele encontrou um homem que disse a ele o seguinte: "- como vai, tudo bem? O que você está fazendo com esta cruz aí? Está maluco? Ela deve ser muito pesada. E o outro respondeu: "- não estou maluco não, cada um deve carregar a sua cruz. Mas ela realmente é pesada."

"- então por que você não corta um pedaço do pé da cruz? Vai ficar mais leve."

"- eu não posso fazer isso, é a minha cruz, eu tenho que carregá-la."

"- que besteira, isso é besteira. Corta só um pedacinho, ninguém vai saber. Assim vai ficar mais leve para você carregar." E o homem o convenceu de cortar um pedaço.

"- viu, não ficou mais leve?"

"- é, você tinha razão, só um pouco não vai fazer mal." E ele continuou seguindo sua jornada. Bem mais lá na frente de sua longa caminhada eis que ele encontra novamente aquele homem.

"- como vai? Você continua carregando isso aí? Achei que tivesse desistido."

"- sim, eu continuo carregando a minha cruz."

"- mas ela deve estar muito pesada. Por que você não corta mais um pouco? Vai ficar mais leve."

"- é, pode ser, não doeu nada da outra vez."

"- vamos cortar. Só que vamos cortar um pouco mais pra ela ficar bem mais leve né?"

Ele concordou em cortar e depois seguiu sua jornada.

Muito tempo depois ele avista a cidade maravilhosa, cheia de ouro, pedras preciosas, prata. Era a visão mais maravilhosa que ele já teve em
toda a sua vida. Era tão iluminada que não precisava do sol. Brilhava tanto... Quando sem esperar ele se depara com um abismo e ele não entendeu o porquê do abismo. E tamanho era o desespero que ele começa a gritar e gritar e gritar:

"- socorro, me ajudem, quero atravessar, socorro alguém por favor me ajude, quero entrar na cidade!!!"

Cansado de tanto gritar, ele vê do outro lado do abismo o anjo, aquele
que lhe entregou a cruz. E o anjo pergunta a ele: "- o que você está fazendo aí do outro lado? Por que você ainda não atravessou?"

"- como? Não vê o abismo que nos separa?"

"- sim vejo", respondeu o anjo.

"- então, como que eu vou atravessar?"

"- onde está a ponte que eu te entreguei?"

"- que ponte? Você me entregou uma cruz e ela está comigo."

E o anjo disse: " - então coloque-a no meio do abismo, porque o tamanho dela é exato para que você possa atravessar."

Se sua cruz está pesada demais, talvez você esteja carregando ela sozinho...

Jesus Teve Irmãos?

Jesus Teve Irmãos?

De acordo com a Bíblia, Jesus teve quatro irmãos (Tiago, José, Simão e Judas) e também algumas irmãs (Mateus 12:46-50; 13:55-56; João 2:12; 7:3-10; Atos 1:14; 1 Coríntios 9:5; Gálatas 1:19). Por causa do mito de que Maria foi uma virgem perpétua, foi inventada a teoria que estes "irmãos" de Jesus são, de fato, apenas primos. Esta explicação é conveniente, mas contrária à evidência. Esta palavra "irmão" é usada 346 vezes no Novo Testamento e nunca significa "primo". Havia uma palavra para primo, usada em Colossenses 4:10, mas não é a que foi usada nos textos acima. É verdade que a palavra "irmão" é usada para a irmandade espiritual, mas todas as vezes que "irmão" é usada no Novo Testamento para uma relação de família física, ela simplesmente significa irmão. Se irmão significasse primo, em Lucas 8:19-21, Jesus estaria dizendo que sua mãe e seus "primos" eram aqueles que ouvem a palavra e a cumprem.

Toda esta controvérsia é reflexo de uma tendência a dar a Maria uma honra indevida. Muitos pensam que Maria tinha e ainda tem uma influência especial sobre Jesus e que ela pode ser uma mediadora entre nós e Jesus. Mas veja quantas vezes, na Bíblia, Jesus mostrou que Maria não tinha uma capacidade especial para persuadi-lo. 1. Quando foi dito a Jesus que sua mãe e irmãos o estavam procurando, ele respondeu que considerava como sua mãe e irmãos verdadeiros aqueles que o obedecem (Mateus 12:46-50; Marcos 3:31-35; Lucas 8:19-21). 2. Quando a mãe de Jesus sugeriu que a falta de vinho na festa de casamento seria uma boa hora para declarar-se o Messias, ele recusou sua sugestão dizendo: "Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora" (João 2:4). 3. Quando uma mulher na multidão disse a Jesus: "Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram", Jesus respondeu: "Antes bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam". Paulo concluiu em 1 Timóteo 2:5 que há "um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus".

Maria parece ter sido uma mulher boa, uma discípula fiel (Atos 1:4). Mas não tem nenhum poder especial para persuadir Jesus e não foi uma virgem perpétua (Note também Mateus 1:25; Lucas 2:7). Jesus foi criado em uma família com mãe, irmãos e irmãs (Marcos 6:3).

sábado, 9 de novembro de 2013

PLANOS DE DEUS


Deus Pode Usar Pessoas com Falhas
Para Cumprir Seus Planos?

Se é bem-sucedido, obviamente vem de Deus. Certo? Se traz benefício espiritual, não resta dúvida! É assim que muitas pessoas julgam pessoas e obras dos homens, imaginando que o fim justifique o meio, e até prove a aprovação de Deus das pessoas usadas para o bem dos outros. Deus pode usar pessoas com falhas para cumprir seus planos? Ele pode permitir que alguém sirva para ajudar outros, e ainda reprovar aquele mensageiro?

As aplicações deste raciocínio são muitas. Alguns justificam o adultério porque Davi era homem segundo o coração de Deus (Atos 13:22). Outros defendem práticas erradas nas igrejas (mulheres pregando, todo tipo de show musical, atividades de entretenimento, apelos materialistas, etc.) porque servem para encaminhar algumas pessoas para Cristo. Num mundo de marketing e comércio, não deve nos surpreender que o “lucro” no final da folha de balanço se torne o único medidor importante.

Mas o estudo da palavra deixa bem claro que o julgamento de Deus é outro. Ele frequentemente usa pessoas com falhas, e até atos errados destas pessoas, para cumprir seus planos. Jamais devemos distorcer este fato para justificar o erro. Considere:

Perez era filho de Judá e Tamar, e se tornou antepassado de Jesus (Mateus 1:3). Mas a relação deles envolvia promessas quebradas, engano e prostituição (veja Gênesis 38). Deus usou estas pessoas, mas não aprovou os pecados delas. A genealogia de Deus inclui adúlteros, assassinos, idólatras, etc. Deus usou pessoas com falhas para trazer Jesus ao mundo!

Deus pode usar o pecado do homem para cumprir seus planos, mas isso não justifica o erro. Os irmãos de José pecaram nas suas más intenções, mas Deus usou o erro deles para salvar uma nação (Gênesis 50:20). Judas pecou, mas Deus usou sua traição para um fim proveitoso (Mateus 26:24).Os judeus mataram Jesus, mas Deus usou este pecado para cumprir seus planos (Atos 3:13-19).


Se refletir um pouco, perceberá que Deus constantemente usa pessoas com falhas para cumprir seus propósitos, porque ele trabalha por meio de pessoas imperfeitas – como você e eu! Ele escolheu sacerdotes imperfeitos (Hebreus 7:23,27), apóstolos imperfeitos (2 Coríntios 4:7; Gálatas 2:11; Filipenses 3:12), etc.

O fato de alguém servir para pregar a verdade aos outros não significa que a própria pessoa necessariamente chegará ao céu (1 Coríntios 9:27). Cada um será julgado pelo reto Juiz (2 Coríntios 5:10; João 12:48).

ANJOS


O que diz a Bíblia a respeito dos anjos?

Resposta: Anjos são seres espirituais, que têm inteligência, emoções e vontade. Isto é verdadeiro tanto para anjos bons quanto para anjos do mal. Os anjos possuem inteligência (Mateus 8:29; II Coríntios 11:3; I Pedro 1:12), demonstram suas emoções (Lucas 2:13, Tiago 2:19; Apocalipse 12:17) e demonstram que têm vontades (Lucas 8:28-31; II Timóteo 2:26; Judas 1:6). Os anjos são seres espirituais (Hebreus 1:14), sem um corpo físico real. O fato de não terem corpos não muda o fato de terem suas personalidades (o mesmo ocorre com Deus).

O conhecimento dos anjos é limitado por serem criaturas. Isto significa que eles não sabem tudo o que Deus sabe (Mateus 24:36). Entretanto, parece que têm um conhecimento maior do que os humanos. Isto pode ocorrer por três razões: (1) Os Anjos foram criados como uma ordem superior de criaturas no universo, em comparação aos seres humanos. Por este motivo, é de sua natureza possuir maior conhecimento. (2) Os anjos estudam a Bíblia e o mundo de forma mais completa que os humanos e assim obtêm conhecimento (Tiago 2:19; Apocalipse 12:12). (3) Os anjos adquirem conhecimento através da longa observação das atividades dos seres humanos. Diferentemente dos humanos, os anjos não têm que estudar o passado; eles o viveram. Assim, sabem como os outros agiram e reagiram em determinadas situações e podem então prever com grande exatidão como nós vamos agir em circunstâncias parecidas.

Apesar de terem vontade, os anjos são, como todas as criaturas, sujeitos à vontade de Deus. Os anjos bons são enviados por Deus para ajudar os crentes (Hebreus 1:14). A seguir, algumas atividades que a Bíblia atribui aos anjos:

A. Eles louvam a Deus (Salmos 148:1,2; Isaías 6:3).
B. Eles adoram a Deus (Hebreus 1:6; Apocalipse 5:8-13).
C. Eles se regozijam nos feitos de Deus (Jó 38:6-7).
D. Eles servem a Deus (Salmos 103:20; Apocalipse 22:9).
E. Eles se apresentam perante Deus (Jó 1:6; 2:1).
F. Eles são instrumentos dos julgamentos de Deus (Apocalipse 7:1; 8:2).
G. Eles trazem respostas às orações (Atos 12:5-10).
H. Eles ajudam a ganhar pessoas para Cristo (Atos 8:26; 10:3).
I. Eles observam a ordem cristã, obra e sofrimento (I Coríntios 4:9; 11:10; Efésios 3:10; I Pedro 1:12).
J. Eles dão encorajamento em tempos de perigo (Atos 27:23-24).
K. Eles cuidam dos justos no momento da morte (Lucas 16:22).

Os anjos são de uma ordem completamente diferente da dos humanos. Os seres humanos não se tornam anjos após a morte. Os anjos nunca se tornam e nunca foram seres humanos. Deus criou os anjos da mesma forma que criou a humanidade. Em nenhum lugar a Bíblia afirma que os anjos foram criados à imagem e semelhança de Deus, como foram os humanos (Gênesis 1:26). Os anjos são seres espirituais que podem, até certo ponto, assumir forma humana. Os humanos são basicamente seres físicos, mas com um aspecto espiritual. A maior coisa que podemos aprender dos anjos é sua obediência instantânea e sem questionamentos às ordens de Deus.

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