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domingo, 14 de junho de 2015

O PASTOR



Fazem dois meses que faleceu o pastor que me batizou , fica aqui a homenagem ao pastor Valtecir Barcellos da ASSEMBLÉIA DE DEUS EM POSTO DO RELÓGIO QUE FICA NO BAIRRO CERÂMICA EM NOVA IGUAÇU NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO







O que é um pastor???!
Como é de praxe para responder esta pergunta começamos pelo mais lógico e simples. O pastor é quem pastoreia, cuida do rebanho, o responsável pelas ovelhas. Bastante lógico e simples. Não é? E é isto que a Bíblia quer passar com a função de pastor, em todas as suas figuras, tanto no Novo como no Velho Testamento.
Veja o exemplo de Davi que era pastor de ovelhas e usa essa figura no Salmo 23 para mostrar como se sentia, como ovelha, em relação a Deus que é seu Pastor.
Também Jesus usa a figura de pastor se colocando como o Bom Pastor. Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. João 10:11
Sendo assim por comparação entendemos que o pastor humano, sacerdote cristão é o guardador e guia das ovelhas de Cristo, que é o Sumo-pastor, pela qual eles darão conta.
Obedecei a vossos guias, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. Hebreus 13:17
Deus instituiu os pastores
E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo... Efésios 4:11-13
Estes que citam os versículos acima são, abaixo de Cristo, os cabeças da igreja, responsáveis pelo crescimento organizado e perfeito da igreja:
Apóstolos – A palavra significa enviado – Sendo assim como Jesus é o enviado de Deus ele enviou os discípulos, os 12 ou mais. Disse-lhes, então, Jesus segunda vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. João 20:21
Profetas – São os que falam da Palavra de Deus. Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação. I Corintios 14:3. Assim a função do profeta visa o crescimento da igreja. Profeta não é adivinho!!!
Evangelista – é quem prega as boas novas, porém não tem a função de doutrinar a igreja, veja o exemplo de Filipe, que é o único na Bíblia que tem o título de evangelista Atos 21:8. Examine a historia dele e você verá que ele só pregava a Cristo, levava o povo a serem crentes, porém outros doutrinavam. (em Atos 8, Filipe leva o Evangelho a Samaria porém Pedro e João consolidam, da mesma forma o eunuco que se converte e não é discipulado por Filipe); Quanto ao titulo Paulo também manda Timóteo fazer o trabalho de um evangelista porém não o intitula de evangelista. II Timóteo 4:5
Missionário – o título de missionário não tem na Bíblia, a palavra significa alguém com uma missão, contudo o típico missionário é Paulo, e a função de um missionário é pregar o evangelho, consolidar uma igreja, e depois que tudo está pronto e consolidado ele passa a responsabilidade da igreja para um pastor. Note que a função de um missionário e correlato ao do apóstolo, ou seja, o missionário é o apóstolo, porém por se achar um título muito pomposo os mais antigos preferiram ser chamados de missionários em vez de apóstolos. Sendo assim missionário e apóstolos são a mesma coisa. Veja a historia de Paulo que fundou varias igrejas e consolidou as que existiam. Notem também que um ônibus, avião ou uma mudança de cidade não torna um pastor missionário.
Pastores e mestres - são correlatos estudaremos mais especificamente sobre os pastores.
Pastor é mais do que um dom é uma vocação.
Obedecei a vossos guias, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. Hebreus 13:17
Quem já esteve em um posto de liderança sabe o quanto é difícil lidar com pessoas, veja o caso dos guias (pastor, missionário e líderes em geral) na igreja nós temos várias categorias de membros que são antagônicas; veja uma comparação a baixo:
Temos ovelha e cabritos Mateus 25: 31-33. Quando Jesus vier Ele vai separar, mas por enquanto eles estão juntos.
Temos Trigo e Joio - Mateus 13: 24-30. Quando Jesus vier Ele vai separar, mas por enquanto eles estão crescendo juntos.
Temos crianças espirituais - I Coríntios 14:20, temos santos e pecadores, temos cristãos carnais e espirituais. Enfim temos todo tipo de gente boa e ruim, tudo isso para o pastor cuidar. Convenhamos isso não é coisa fácil. Então para conseguir administrar toda essa “Arca de Noé” o pastor tem de ter muito amor, paciência, discernimento, e etc., e ponha etc. nisso.
O pastor tem de ter ciência e conhecimento.
Hoje em dia temos visto varias pessoas desqualificadas que se dizem “pastores”, porém no máximo eles deveriam serem chamados de evangelistas, pois é uma função que não exige muito de conhecimento profundos do ministro, como é o caso dos pastores, mestres e missionários/apóstolos.
E vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência. Jeremias 3:15
É a vontade de Deus que os pastores sejam pessoas instruídas, pessoas que usam de seus conhecimentos totalmente, infelizmente o que hoje vemos são “pastores” que malmente sabem o português, falam errado, distorcem as Escrituras Sagradas por pura ignorância e nunca leram algum livro e certamente nem leram a Bíblia por completo, ficam, como papagaios repetindo coisas que ouviram de outro, na televisão, no rádio e etc. Por isso muitos perdem a fé e esses são rejeitados por Deus.
O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. Oséias 4:6
Veja que Deus rejeita o sacerdote que rejeita o conhecimento e qualificação para o sacerdócio. E não vá dizer que Deus dá conhecimento! Conhecimento Ele dá, porém alfabetizar Ele não alfabetiza, nem faz o que é obrigação do homem fazer, e estudar é obrigação de todos, principalmente do pastor.
Um pastor sem conhecimento e inteligência não é um pastor, é um tolo e as ovelhas estão sem pastor, quando surgir uma dificuldade, simplesmente as ovelhas não terão a quem recorrer. Portanto ovelhas, veja as credenciais do pastor, ele estudou aonde, quem o consagrou a pastor, duvide se ele disser que foi Deus, isso significa que ninguém o consagrou, infelizmente parece até piada, mas veja se ele sabe ler direito, e não descarte a formação secular, 2º grau no mínimo.
Veja que estou falando de pastores e mestres que devem dirigir a igreja que não é coisa fácil, um analfabeto pode até ser um profeta como era o caso do profeta Jeremias que dizer os estudiosos que era analfabeto, por isso Deus mandou outro escrever no lugar dele Jeremias 36:4, Porém pastor tem de ter ciência e inteligência.
Relação do pastor com seu rebanho
Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos; porque as riquezas não duram para sempre; e duraria a coroa de geração em geração?
Quando o feno é removido, e aparece a erva verde, e recolhem-se as ervas dos montes, os cordeiros te proverão de vestes, e os bodes, do preço do campo.
E haverá bastante leite de cabras para o teu sustento, para o sustento da tua casa e das tuas criadas. Provérbios 27: 23 - 27
Nesse texto temos a relação do pastor com seu rebanho, o pastor deve cuidar do rebanho e o rebanho deve sustentar o pastor. O trabalho de cuidar de um rebanho é árduo, nós já falamos sobre isso, então quanto menos o pastor estiver preocupado com as condições seculares, melhor, quanto menos problema melhor, as ovelhas devem sempre estar sustentando o pastor, tanto com a renda, como também em orações, pois um depende do outro. E o pastor por sua vez tem que ficar atendo as ovelhas, cuidar para que elas estejam em segurança, evitando os “lobos e mercenários”, que podem matar as ovelhas. Vemos no texto que o coração do pastor deve estar no rebanho e não preocupado com as outras coisas, só assim ele prosperará junto com o rebanho.
Com o crescimento do rebanho o pastor também é sustentado.
Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir e, abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-lho por mim e por ti. Mateus 17:27
A didracma é descrita em Mateus 17:24-27 como o imposto anual que o judeu pagava ao tesouro do templo, cobrado de Jesus através de Pedro, que foi pago de maneira miraculosa, através da pesca de um peixe (Mateus 17:27), dentro do qual havia um estáter, moeda grega de valor próximo a 4 dracmas ou 2 didracmas, com o qual foi pago o tributo da dupla.


O papel do pastor e da ovelha

 Vivemos um tempo de crise de identidade espiritual. A relativização dos conceitos tem confundido as coisas na sociedade. Muitas pessoas não conseguem definir seu papel ou até mesmo sua própria personalidade. Por isso existe tanta confusão nas igrejas fazendo que as pessoas não compreendam seu papel no corpo de Cristo.
Jesus contou esta parábola do Bom Pastor, falando de si mesmo e de seu rebanho para orientar os padrões tanto do pastor como da ovelha nas igrejas.

Você é pastor ou ovelha? Vejamos através das palavras de Jesus qual é o papel do pastor e o da ovelha:


1- Papel do Pastor:

Jesus é o modelo de pastor que devemos seguir. Embora existam coisas que somente Jesus pode ter feito, como morrer por nós, tudo o que fez é o exemplo que nos orienta para o cuidado de vidas.
O termo pastor significa aquele que cuida de um rebanho. Na idade média os líderes espirituais eram chamados ‘cura d’alma’ ou apelidados de ‘cura’ pelo papel que exerciam ao cuidar de vidas.

As atribuições de um pastor, segundo as palavras de Jesus são:

1) Entra pela porta (v.2):

O pastor também é ovelha e deve prestar contas a seu líder. Entrar pela porta significa que para se tornar pastor, passou pelo processo legal oferecido pela igreja, seja este uma eleição, curso teológico, nomeação e principalmente ser consagrado por um superior a ele. Para crescer no ministério não é preciso pular a janela fazendo uma divisão ou sendo rebelde contra seu líder. Procure bater na porta e entrar de maneira digna sem passar por cima de ninguém.

2) Conhecer as ovelhas pelo nome (v.3 e 14):

Para ser pastor é preciso conhecer as ovelhas. Um líder que não sabe o nome de seus companheiros, nunca foi em sua casa e não participa de sua vida, pode ser um gerente e não um pastor. A relação do pastor com a ovelha é como se fosse parte da família. Muitas vezes o pastor fica tão cheio de tarefas administrativas que não consegue ter tempo para estar junto com suas ovelhas.

3) Conduzir as ovelhas (v.3c):

Como líder espiritual, o pastor é um condutor para suas ovelhas. A imagem aqui é do pastor atrás do rebanho tocando-os para fora do curral. Este é o momento em que o pastor aponta a direção para o povo. Infelizmente existem muitos modelos de igrejas onde uma liderança é que conduz a igreja e o pastor também e conduzido pelas decisões deste grupo. Quem tem autoridade espiritual sobre a igreja para conduzir suas decisões é o pastor. Como homem de Deus, o pastor recebe do Senhor as orientações para o seu povo.

4) Ir adiante das ovelhas (v.4):

Em outro momento o pastor passa adiante das ovelhas para que elas possam vê-lo e seguir na direção certa por onde for. Como líder, o pastor é o exemplo a ser seguido na igreja. Se o pastor é um homem de oração, a igreja ora; se a igreja vê o pastor cuidando de vidas, o povo também cuida. A igreja é o espelho de seu pastor e segue seu exemplo. O que o pastor faz vale mais do que suas palavras no púlpito.

5) Dedicar sua vida pelas ovelhas (v.11):

A vida de um pastor é dedicada a suas ovelhas. Somente Jesus deu sua vida para nossa salvação e ninguém mais pode fazer isso, mas este é um exemplo de entrega que deve ser seguido pelos líderes espirituais. Por isso Jeremias alerta os pastores que apascentam a si mesmos (Jeremias 23.1-4). Quando se entrega ao ministério, o pastor deixa tudo em prol de ganhar vidas para Deus.

6) Nunca abandonar suas ovelhas (v.12,13):

Jesus deixa bem claro a diferença entre um mercenário e um pastor. O mercenário visa seu interesse e quando não consegue o que quer ou quando enfrenta algum risco, então foge abandonando o rebanho. Já o verdadeiro pastor, cuida mais ainda de seu rebanho quando percebe as situações perigosas, chegando a arriscar-se pelas suas ovelhas. É nos momentos mais difíceis da vida das pessoas que o pastor se mostra presente e ganha realmente o respeito do povo.

7) Não fazer distinção de pessoas (v.16):

O pastor deve atender toda a comunidade além das que estão na igreja, que são“outras ovelhas, não deste aprisco” e trabalhar pela unidade do povo para que sejam“um rebanho e um pastor”. Para isso o pastor não pode fazer distinção de pessoas dentro ou fora da igreja. Para o pastor, todos são ovelhas ou almas a serem ganhas para o Senhor. Se o pastor se limitar a atender apenas um grupo, perde a oportunidade de conquistar muitas vidas.


Quando o pastor exerce seu ministério seguindo o exemplo de Jesus, mesmo que seja muito difícil, tudo o que fizer é aprovado por Deus. Então Jesus se torna o real e supremo“pastor e bispo de vossas almas” (I Pedro 2.25).
Seja um pastor de acordo com o exemplo de Jesus!


2 – Papel da Ovelha:

Quem conhece ovelhas, sabe que é um animal dócil e manso. Além disso, a ovelha se apega ao ser humano confiando nos direcionamentos que dá. Ovelhas são animais que precisam de orientação, pois não sabem se cuidar sozinhas. Também são frágeis diante de predadores e não conseguem se defender, por isso não podem viver sem o cuidado de um pastor.

As atribuições das velhas, de acordo com as palavras de Jesus são:

1) Ouvir a voz do pastor (v.3):

A ovelha ouve a voz do seu pastor. Ouvir é mais do que apenas escutar. Ouvir significa compreender. A ovelha vai à igreja para aprender algo e o pastor é o canal de Deus para transmitir esta mensagem. Por isso, a ovelha deve aceitar a voz de seu pastor como veículo Divino para entrega de sua Palavra. Quando o pastor fala a ovelha deve ouvir atentamente.

2) Seguir a orientação do pastor (v.4):

As ovelhas devem seguir a orientação do pastor. Existem pessoas que querem mandar no pastor e dizer o que deve fazer. Todos podem dialogar e sugerir ao pastor, ideias do que pode ser feito, mas a orientação do pastor deve ser obedecida. Muitas pessoas só querem ouvir coisas boas do pastor e quando são exortadas, não aceitam. Mas o pastor tem autoridade para corrigir o rebanho com a “vara e o cajado” e isso deve ser considerado como consolo pela ovelha (Salmo 23.4).

3) Reconhecer a voz do pastor (v.4):

Dentre todos os ruídos e mugidos do rebanho, a ovelha consegue reconhecer a voz do pastor. A diversidade de igrejas é tão grande que fica difícil estabelecer um padrão. Cada igreja e cada pastor, pensa e fala de uma maneira diferente. Então a ovelha precisa saber discernir a voz de seu pastor para não ficar confusa. Quem fica andando de igreja em igreja e escolhe qual pastor vai ouvir, acaba em confusão e se perde pelo caminho.

4) Não seguir ou ouvir estranhos (v.5 e 8):

A ovelha não atende a orientação de estranhos. Isso é muito importante porque existem muitos “falsos profetas” (Mateus 7.15). Infelizmente muitas igrejas preferem ouvir pregadores de fora, que muitas vezes são pessoas desconhecidas da comunidade. Estes pregadores veem e ensinam o que querem para as ovelhas e depois vão embora, mas quem fica para lutar com seu rebanho e resolver os conflitos é o pastor. A verdadeira ovelha ouve a voz de seu pastor e não de estranhos.

5) Aceitar o alimento oferecido pelo pastor (v.9):

A ovelha procura e acha pastagem oferecida pelo pastor. O Salmo 23 fala que a ovelha não sente falta de nada, sendo levada a pastos verdejantes e águas tranquilas. Assim como cada pastor procura dar o melhor alimento para seu rebanho, a ovelha também deve aceitar o suprimento dado pelo pastor. Quando a ovelha olha o pasto do vizinho e procura comer longe de seu pastor, logo ela se perde. Muitas ovelhas estão feridas, perdidas ou desnutridas porque não aceitam o alimento oferecido pelo pastor.

6) Conhecer o seu único pastor (v.16):

Assim como o pastor deve conhecer suas ovelhas, estas também devem conhecer o seu pastor, para que haja “um rebanho e um pastor”. Mesmo que já tenha vários líderes espirituais, a ovelha deve reconhecer como seu único pastor, aquele que está cuidando de sua vida espiritual. Muitas ovelhas estão seguindo pastores da televisão, que embora seja uma bênção. O seu pastor é aquele que te visita, ministra a ceia, aconselha e nas horas difíceis você liga para ele.
7) Acreditar no pastor (v.26):

Jesus disse que os fariseus não eram ovelhas porque não acreditavam nele. O que faz uma pessoa ser ovelha é dar crédito ao que o pastor diz. Ovelha desconfiada não acredita no pastor. Existem pessoas que são tão exigentes que não dão crédito ao seu pastor. A ovelha precisa confiar no pastor para confidenciar sua vida pessoal e ele poder cuidar de suas feridas. Saber que tem alguém cuidando de nós é algo que conforta nossos corações.


No mundo atual, diante da liberdade e individualismo propostos pela sociedade, tornar-se ovelha é um grande desafio. Desde o compartilhar as questões pessoais até aceitar a correção do líder exige um esforço enorme para quem deseja ser ovelha. Se cada ovelha seguir estas orientações, a vida na igreja se torna muito mais fácil.

Seja uma ovelha mansa com o seu pastor!

Assuma seu papel de ovelha ou pastor!

moral-pastor-estudo-biblico1Tm 3.1,2 “Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar.”
Se algum homem deseja ser “bispo” (gr. episkopos, i.e., aquele que tem sobre si a responsabilidade pastoral, o pastor), deseja um encargo nobre e importante (3.1). É necessário, porém, que essa aspiração seja confirmada pela Palavra de Deus (3.1-10; 4.12) e pela igreja (3.10), porque Deus estabeleceu para a igreja certos requisitos específicos. Quem se disser chamado por Deus para o trabalho pastoral deve ser aprovado pela igreja segundo os padrões bíblicos de 3.1-13; 4.12; Tt 1.5-9 (ver o estudo DONS MINISTERIAIS PARA A IGREJA). Isso significa que a igreja não deve aceitar pessoa alguma para a obra ministerial tendo por base apenas seu desejo, sua escolaridade, sua espiritualidade, ou porque essa pessoa acha que tem visão ou chamada. A igreja da atualidade não tem o direito de reduzir esses preceitos que Deus estabeleceu mediante o Espírito Santo. Eles estão plenamente em vigor e devem ser observados por amor ao nome de Deus, ao seu reino e da honra e credibilidade da elevada posição de ministro.
(1) Os padrões bíblicos do pastor, como vemos aqui, são principalmente morais e espirituais. O caráter íntegro de quem aspira ser pastor de uma igreja é mais importante do que personalidade influente, dotes de pregação, capacidade administrativa ou graus acadêmicos. O enfoque das qualificações ministerais concentra-se no comportamento daquele que persevera na sabedoria divina, nas decisões acertadas e na santidade devida. Os que aspiram ao pastorado sejam primeiro provados quanto à sua trajetória espiritual (cf. 3.10). Partindo daí, o Espírito Santo estabelece o elevado padrão para o candidato, i.e., que ele precisa ser um crente que se tenha mantido firme e fiel a Jesus Cristo e aos seus princípios de retidão, e que por isso pode servir como exemplo de fidelidade, veracidade, honestidade e pureza. Noutras palavras, seu caráter deve demonstrar o ensino de Cristo em Mt 25.21 de que ser “fiel sobre o pouco” conduz à posição de governar “sobre o muito”.
(2) O líder cristão deve ser, antes de mais nada, “exemplo dos fiéis” (4.12; cf. 1Pe 5.3). Isto é: sua vida cristã e sua perseverança na fé podem ser mencionadas perante a congregação como dignas de imitação.(a) Os dirigentes devem manifestar o mais digno exemplo de perseverança na piedade, fidelidade, pureza em face à tentação, lealdade e amor a Cristo e ao evangelho (4.12,15).(b) O povo de Deus deve aprender a ética cristã e a verdadeira piedade, não somente pela Palavra de Deus, mas também pelo exemplo dos pastores que vivem conforme os padrões bíblicos. O pastor deve ser alguém cuja fidelidade a Cristo pode ser tomada como padrão ou exemplo (cf. 1Co 11.1; Fp 3.17; 1Ts 1.6; 2Ts 3.7,9; 2Tm 1.13).
(3) O Espírito Santo acentua grandemente a liderança do crente no lar, no casamento e na família (3.2,4,5; Tt 1.6). Isto é: o obreiro deve ser um exemplo para a família de Deus, especialmente na sua fidelidade à esposa e aos filhos. Se aqui ele falhar, como “terá cuidado da igreja de Deus?” (3.5). Ele deve ser “marido de uma [só] mulher” (3.2). Esta expressão denota que o candidato ao ministério pastoral deve ser um crente que foi sempre fiel à sua esposa. A tradução literal do grego em 3.2 (mias gunaikos, um genitivo atributivo) é “homem de uma única mulher”, i.e., um marido sempre fiel à sua esposa.

(4) Conseqüentemente, quem na igreja comete graves pecados morais, desqualifica-se para o exercício pastoral e para qualquer posição de liderança na igreja local (cf. 3.8-12). Tais pessoas podem ser plenamente perdoadas pela graça de Deus, mas perderam a condição de servir como exemplo de perseverança inabalável na fé, no amor e na pureza (4.11-16; Tt 1.9). Já no AT, Deus expressamente requereu que os dirigentes do seu povo fossem homens de elevados padrões morais e espirituais. Se falhassem, seriam substituídos (ver Gn 49.4 nota; Lv 10.2 nota; 21.7,17 notas; Nm 20.12 nota; 1Sm 2.23 nota; Jr 23.14 nota; 29.23 nota).
(5) A Palavra de Deus declara a respeito do crente que venha a adulterar que “o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6.32,33). Isto é, sua vergonha não desaparecerá. Isso não significa que nem Deus nem a igreja perdoará tal pessoa. Deus realmente perdoa qualquer pecado enumerado em 3.1-13, se houver tristeza segundo Deus e arrependimento por parte da pessoa que cometeu tal pecado. O que o Espírito Santo está declarando, porém, é que há certos pecados que são tão graves que a vergonha e a ignomínia (i.e., o opróbrio) daquele pecado permanecerão com o indivíduo mesmo depois do perdão (cf. 2Sm 12.9-14).
(6) Mas o que dizer do rei Davi? Sua continuação como rei de Israel, a despeito do seu pecado de adultério e de homicídio (2Sm 11.1-21; 12.9-15) é vista por alguns como uma justificativa bíblica para a pessoa continuar à frente da igreja de Deus, mesmo tendo violado os padrões já mencionados. Essa comparação, no entanto, é falha por vários motivos.
(a) O cargo de rei de Israel do AT, e o cargo de ministro espiritual da igreja de Jesus Cristo, segundo o NT, são duas coisas inteiramente diferentes. Deus não somente permitiu a Davi, mas, também a muitos outros reis que foram extremamente ímpios e perversos, permanecerem como reis da nação de Israel. A liderança espiritual da igreja do NT, sendo esta comprada com o sangue de Jesus Cristo, requer padrões espirituais muito mais altos.
(b) Segundo a revelação divina no NT e os padrões do ministério ali exigidos, Davi não teria as qualificações para o cargo de pastor de uma igreja do NT. Ele teve diversas esposas, praticou infidelidade conjugal, falhou grandemente no governo do seu próprio lar, tornou-se homicida e derramou muito sangue (1Cr 22.8; 28.3). Observe-se também que por ter Davi, devido ao seu pecado, dado lugar a que os inimigos de Deus blasfemassem, ele sofreu castigo divino pelo resto da sua vida (2Sm 12.9-14).
(7) As igrejas atuais não devem, pois, desprezar as qualificações justas exigidas por Deus para seus pastores e demais obreiros, conforme está escrito na revelação divina. É dever de toda igreja orar por seus pastores, assisti-los e sustentá-los na sua missão de servirem como “exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza” (4.12).


O ministério pastoral


O assunto que abordo aqui, talvez ajude alguns a entender melhor uma questão que vez por outra, encontramos em conversas e debates em vários locais eclesiásticos ou não e até mesmo pela internet.

Me proponho a aprofundar a análise do significado e sentido bíblico do ministério pastoral, partindo da premissa de que se trata de uma missão específica e singular, tendo como respaldo o chamado divino e como ferramenta(s) de trabalho, dons e talentos naturais e espirituais, doados por Deus. Portanto, penso que muitas polêmicas ocorrem quando se desconhece a missão, o chamado divino e o uso dos dons e talentos com relação ao pastorado.

1. A Missão

Atos 9: 15 e 16 Vai, porque este é para mim um instrumento para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel, pois Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu Nome.

Quando alguém é chamado e vocacionado por Deus para exercer o ministério pastoral recebe uma responsabilidade, um desafio e um trabalho muito maior que toda sua capacidade física, emocional ou intelectual poderiam conseguir realizar. É chamado para cumprir uma missão muito além de suas forças, intelecto ou influência. Terá que tratar com pessoas de todos os tipos (temperamentos, formação, história), e acima de tudo, terá que cuidar e liderar de forma que essas pessoas rumem ao crescimento e maturidade espiritual.

É um trabalho árduo, diário, constante e muitas vezes solitário.

Além de pregar, ensinar, treinar, discipular, visitar, administrar, liderar, aconselhar e estar presente em atividades e circunstâncias diversas, terá que se preparar sempre em oração, consagração, meditação e estudo da Palavra de Deus.

O rebanho do Senhor deve ser tratado com o máximo de cuidado, responsabilidade e amor. Por isso, o pastor terá muitas vezes que renunciar seus próprios interesses e planos em prol da edificação da congregação da qual Deus permitiu que apascentasse.

Além dessas tarefas que mencionei e de outras próprias do ofício pastoral (Batismo, Ceia, Casamentos, etc…), do pastor é exigido disponibilidade. É um trabalho de 24 horas diárias. É um trabalho de tempo integral. Essa exigência do rebanho e penso da própria missão de pastorear, vê-se implícito no ministério do Senhor Jesus, de Paulo, Pedro, Timóteo, Tito e dos demais apóstolos e em todo o NT.

Faço aqui uma respeitosa observação aos meus colegas pastores de tempo parcial. Sei que existem pastores de tempo parcial. Sei também e entendo, que em algumas circunstâncias o pastor se vê obrigado a ter um trabalho secular para poder sustentar a si e sua família dignamente. Sei que existem, lamentavelmente, igrejas que não se importam em suprir as necessidades de seu pastor. Sei também que alguns fazem a opção por não depender totalmente do ministério pastoral que exercem. Não estou aqui para julgá-los ou a seus motivos. Mas, mesmo esses entendem e sabem que o ministério pastoral exige tempo integral e que hoje uma realidade circunstancial os impede, mas que desejam no futuro poder cumprír esse ideal bíblico. Por isso, registro aqui o meu respeito a todos eles.

Retornando ao meu argumento da disponibilidade, o pastor muitas vezes é chamado pelo rebanho para estar presente em momentos de profunda alegria e também de profunda tristeza. Faz-se um casamento a noite e um culto funebre na mnhã seguinte. Dedica-se uma criança a Deus e logo depois visita-se um enfermo em um leito de hospital. São situações que as pessoas desejam a presença de seu pastor, e dele exigem disposição e prontidão em assistí-los. São momentos e situações marcantes para as pessoas e o bom pastor deve estar lá, participando da alegria ou da tristeza, sempre levando a Palavra de Deus que trará ou o conforto para quem está em angústia ou a orientação para aquele que celebra.

É um trabalho que requer saúde mental, física, emocional e espiritual. É um serviço que requer esforço, dedicação, responsabilidade e renúncia.

Além disso, a missão de pastorear exige a atualização contínua, o aperfeiçoamento das metodologias e das práticas, bem como o constante mergulho na infinitude do conhecimento bíblico. O pastor deve sempre buscar aprender teoricamente (cursos, atualizações, etc…) como também na sua experiência do dia-a-dia pastoral. Aprender a ouvir a Deus cada vez mais e também as pessoas. Reconhecer que é servo e depende de Deus para fazer o trabalho e que o rebanho não é dele, mas do Senhor, e que foi chamado para levar esse rebanho ao bom alimento, boa água, descanso e a proteção do Bom Pastor, Cristo.

E, finalmente, precisa crer que todo esse trabalho, mesmo com lágrimas e suor muitas vezes, mesmo com ingratidões e decepções em outras, não é vão no Senhor.

2. A Capacitação

Efésios 4:11-12 E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres com vistas ao aperfeiçoamenteo dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo…

Como bem disse, a missão de pastorear parte do rebanho do Senhor exige algo além do que é natural. É necessário uma capacitação espiritual, sobrenatural.

Para tanto, o pastor recebe, da parte de Deus, dons espirituais (ferramentas) para exercer seu trabalho. Dons como o de pastor, de ensino, de profeta e outros são doados a ele, sendo sempre algo singular, ou seja, não existe um pastor igual ao outro. Deus capacita cada um de uma forma própria e notamos isso claramente nos diversos ministérios exercidos por pastores. Uns enfocam mais o ensino, outros a pregação, outros ainda o trato com as pessoas, etc. São direcionados por Deus através da capacitação (dons) que recebem.

Diria, que cada algum recebe um “kit pastoral” contendo dons espirituais e talentos naturais, possibilitando a eles exercer a missão com eficácia, desde que os usem com responsabilidade e amor.

3. O salário

1ºTimóteo 5:18 (…) O trabalhador é digno de seu salário

1ºCoríntios 9:14 Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o Evangelho que vivam do Evangelho (…)

Esse ponto, penso eu, é o mais polêmico. Não por que não seja esclarecido biblicamente, mas porque muitas pessoas, inclusive irmãos, tem total desconhecimento dessa questão.

Pode o pastor ter um salário? Pode ser remunerado?

Essas indagações e questionamentos advém do conceito que pastorear não é um trabalho. Muitos confundem ainda mais isso afirmando que ser pastor é uma questão de vocação, não uma profissão, por isso não deve ter salário.

Sempre respondo a estas pessoas asseverando que entendo que pastorear não é um trabalho profissional, mas não deixa por isso de ser um trabalho. O vocacionado não foi chamado para ser um desocupado. Ao contrário, foi chamado para trabalhar, e muito. O pastor não é um profissional, o pastorado não é uma profissão. Mas, é um trabalho!

Mas, deixa eu complicar mais um pouco a questão…

Engana-se quem pensa que o salário que um pastor possa receber de uma igreja é a paga por esse trabalho que exerce, cumprindo sua missão determinada pelo seu patrão, Deus. Engana-se quem pensa que o trabalho de um pastor possa ser remunerado.

O trabalho de pastorear não pode ser pago por dinheiro algum. O valor desse trabalho não é material, visível ou palpável. É em essência um trabalho espiritual e por isso não há dinheiro ou contribuição que possa pagá-lo dignamente ou corretamente.

A verdade bíblica é:
O pastor não recebe salário pelo que ele faz.
Recebe salário para poder fazer o que deve ser feito.

O salário pastoral é para o sustento do pastor e de sua família, para que ele possa ter tranquilidade para exercer seu ministério sem a preocupação com suas necessidades básicas e dos seus. Sem esse devido sustento, terá que buscar outras atividades, além das que já exerce.

Analisando biblicamente isso, nota-se que além disso que já expus, Paulo ao escrever aos coríntios (1 Coríntios 9), afirma que ele tinha o direito de ser apoiado pelas igrejas locais entre as quais trabalhava. Tinha o direito de comer e beber (v.4), o direito de levar uma esposa (v.5), o direito de não trabalhar secularmente (v.6). E quando analisamos mais profundamente o texto, vêmos que não eram direitos meramente fundamentados em conveniências ou desejos pessoais, mas na prática de outros apóstolos (v.5), com base na analogia da experiência humana, ou seja, nas ilustrações do soldado, do agricultor e do pastor (vs.7,10), com base na ordens claras da lei mosaica (vs. 8,9), com base nos direitos reconhecidos dos levitas no templo (v. 13), e, finalmente, com base no decreto explícito do próprio Cristo (v.14). Os que eram chamados para o serviço, o trabalho de tempo integral, fossem quem fossem, estivessem onde estivessem, eram, portanto, da direta responsabilidade das igrejas de Deus, ou seja, o cuidado pelos servos de Deus chamados para pastorear, era responsabilidade do povo de Deus, e ainda o são.

Por isso, penso que cada congregação deve refletir sobre isso e decidir que tipo de pastor deseja. Se preferir um de tempo integral, deve obrigatoriamente, sustentá-lo, bem como sua família de forma digna e fiel às Escrituras.

Um amigo certa vez me disse com verdade:

– Cada igreja tem o pastor que merece.

E é um fato. Se o pastor precisar diminuir de seu tempo para o pastorado por causa de outras atividades extra-pastorais para poder sustentar seu lar, não pode ser cobrado se seu pastorado não estiver dando os frutos desejados, se sua pregação não estiver bem preparada, se não faz visitas regularmente, se não é encontrado quando se precisa de um aconselhamento ou em um momento marcante ou ainda porque sua presença não é constante nos trabalhos e programações da igreja. Simplesmente, ele não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. É uma lei da física.

Portanto, a discussão sobre salário é totalmente equivocada, porque muitos não entendem esse conceito. O salário não é o pagamento pelos serviços prestados. O salário pastoral é para poder prestar o serviço.

E o valor? Pode o pastor ter carteira assinada?

Ora, o valor varia de pastor para pastor. depende do tamanho de sua família. Depende do tamanho do rebanho que pastoreia. Mas, principalmente, depende do entendimento sobre essa questão e enfaticamente, depende do amor que o rebanho tem pelo seu pastor.
Com relação a carteira assinada e possuir vínculos empregatícios, penso que são formas usadas em algumas denominações que trazem muito mais obscurantismo sobre a questão do que esclarecimentos. Produzem ou incentivam o conceito que já mencionei, do pagamento pelo trabalho realizado, ou pior do pastor como um empregado da igreja e um funcionário tendo a igreja como seu patrão. Outras formas e métodos para sustentar seu pastor devem ser buscadas, não criando ainda mais problemas onde já existem tantos.

4. Os Maus Pastores

2ºPEdro 2:1b,2 e 3 (…) assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras (…) e muitos seguirão suas práticas libertinas, e por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também movidos por avareza , farão comérico de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado ha longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme (…)

Lamentavelmente, mas não surpreendemente, existem aqueles que não são legítimos pastores. Não foram chamados, muito menos são vocacionados. Não possuem capacitação de Deus para pastorear. Mas, estão por aí a fora causando muitos prejuízos a Igreja de uma foirma geral e a muitos irmãos individualmente.

Usam e abusam da igreja para poder enriquecer, para ganharem notoriedade e para atrapalhar o ministério de pastores fiéis a Deus.
Não amam o rebanho, porque nunca amaram a Deus. Não sabem fazer o trabalho, porque não são trabalhadores do Reino da Luz, mas sim das Trevas.

Não podem ser contados com os bons pastores e nem os seus maus exemplos servirem de combustível para aumentar o entendimento sobre o que é e o que significa o ministério pastoral.

Para eles está reservado as trevas, a escuridão. Deus os julgará.

Concluindo…

A promessa da presença de Deus na vida do bom pastor é uma verdade e um fato a ser considerado por todos que exercem esse ministério. Essa presença nos fortalece, conforta e nos respalda. Sua Palavra nos guia e nos orienta. O Espírito Santo nos ensina e nos enche de alegria em poder serví-lo em tão sagrada missão.

E podemos ter a certeza, querido colega de ministério, que mesmo poucos entendendo o que é e o que significa ser pastor, Ele certamente entende. Ele amorosamente nos entende.

Senhor Deus que me chamou, lhe amo com todas as minhas forças, com todo o meu entendimento e com tudo que sou e tenho. Porque tudo vem de Ti, é para Ti e por Ti.

Louvado seja Deus para todo o sempre.
Amém.


Fonte: http://www.vejadetudo.com.br/editoria-gospel/9-destaques/6363-estudo-biblico-sobre-as-qualificacoes-morais-do-pastor
           http://estudos.gospelmais.com.br/o-ministerio-pastoral.html
           http://www.esbocosermao.com/2013/10/o-papel-do-pastor-e-da-ovelha.html
           http://www.jacuipenoticias.com/religiao/marco/pastor.htm
           http://www.estudosdabiblia.net/d89.htm
           http://solascriptura-tt.org/EclesiologiaEBatistas/PastoresSegundoCoracaoDeus-X-Infieis-Janzen.htm


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