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quarta-feira, 26 de julho de 2017

O SEGREDO DE UMA IGREJA DE SUCESSO



CARACTERÍSTICAS DO SUCESSO

INTRODUÇÃO: Se a Igreja de Cristo for o que Deus tem em mente, então somos a instituição mais influente no mundo. Os cansados se voltam para ela para que o Salvador lhes tire a carga; os tristes nela encontram conforto e paz; os solitários a doce comunhão; os problemáticos a solução como socorro.
Existem corações famintos à nossa volta. Já tentaram e provaram de tudo. Somente na Igreja eles encontraram satisfação e sentido para a vida. Ah! Como seria bom se todos viessem à Igreja!
É lindo ver uma Igreja cheia de pessoas, mas é melhor ver as pessoas cheias da Igreja. Vejamos o que é que torna uma Igreja de sucesso:
I. UMA IGREJA CENTRALIZADA EM CRISTO, CL 1:18.
“Também ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”.
1. Cristo tem primazia em tudo; Ele nos comprou, Ap 5:9 (vc fere a Cristo?)
“E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação”.
2. O pastor não é a cabeça da igreja, e sim o anjo (mensageiro)
– cura, ensino, salvação e batismo é o que o anjo leva. Deus está confirmando?
3. Grupos dentro da Igreja não podem ser cabeça
– ministério, obreiros, departamentos, famílias ou partidos, Sl 127:1
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”.
4. Todos devem se sentir parte vital do todo, pois somos membros de um só corpo.
II. UMA IGREJA AVIVADA, AT 2:4,39
“E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem… Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar”.
1. Uma Igreja fria é uma Igreja morta
– não se choca pintinhos numa geladeira; uma igreja fria não gera novos crentes.
2. Uma Igreja avivada atrai pessoas
(Ex.: um estádio vazio na frente de outro com 20.000 pessoas – qual vai lhe atrair?)
3. Uma Igreja avivada é uma Igreja com entusiasmo
– para freqüentar os trabalhos, para participar e se envolver
III. UMA IGREJA FUNDAMENTADA NA PALAVRA, MT 24:45,46; LC 16:10
“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o senhor pôs sobre os seus serviçais, para a tempo dar-lhes o sustento? Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo”.
1. A Bíblia é uma lâmpada, Sl 119:105
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho”.
2. A Igreja não existe para “movimentos”; eles não são obrigatórios, não são essenciais. São uma, dentre muitas formas, de se expressar a glória de Deus
3. Nossas festividades precisam ter a marca da Palavra
– Deixe o caminho aberto para a Palavra
4. Para se ter uma Igreja assim, é preciso obreiros dedicados à Palavra, II Tm 2:15.
Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade
A. Temos que obter aprovação de Deus – aprovado
B. Não podemos ter vergonha do Evangelho – coragem
C. Temos que manejar bem a Palavra – dedicação
É espantoso que haja mestres e pregadores que atravessem os anos sem qualquer esforço de aprimorar sua mensagem e seus métodos didáticos. Entediam suas igrejas com métodos superficiais de ministração. Forçam seus membros repetirem de ano. Qualquer escola estadual seria fechada pelas autoridades estaduais.
IV. UMA IGREJA FIEL, Ap 2:10
Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida
1. Fidelidade é essencial para o sucesso
– Nenhum negócio prospera sem fidelidade. Se somos fiéis no nosso serviço, nunca faltaremos ao trabalho. Algo vai mal, se o nosso trabalho ou nossa vida social pode contar conosco e a Igreja não.
2. Fidelidade atrai pessoas
– se fossemos fiéis na participação dos cultos, seríamos a atração da cidade. “Você está livre? Não tenho um compromisso”.
V. UMA IGREJA AMÁVEL, I JO 4:7,8,12
“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Ninguém jamais viu a Deus; e nos amamos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado”.
1. Que ame a Deus acima de todas as coisas
2. Que ame ao seu próximo como a si mesmo
– perdidos e caídos devemos ajuda-los e não faze-los cair
VI. UMA IGREJA GENEROSA (FINANCEIRAMENTE BÍBLICA)
1. Nos dízimos, que pertencem ao Senhor.
2. Nas ofertas alçadas, para os projetos da Casa do Senhor.
3. Na ajuda aos necessitados
4. Muitas vezes estamos usando malabarismos como alternativas, ao invés de seguir o plano de finanças de Deus.
VII. UMA IGREJA TOTALMENTE EVANGELÍSTICA, MC 16:15
1. Uma Igreja não-evangelística é uma Igreja em decadência
(Ex.: artista pintou um retrato de uma igreja em decadência: um lindo tempolo, com uma porta aberta, um gazofilácio com uma inscrição “Para Missões Mundias”, coberto de teia-de-aranha)
2. A Evangelização nos faz parecer com a Igreja Primitiva
3. A Igreja Evangelizadora é uma Igreja frutífera
– terá frutos espalhados pelo mundo inteiro
CONCLUSÃO: Seja um instrumento. Não esteja satisfeito apenas em ser mais um obreiro na Igreja. Faça da sua igreja uma igreja diferente – uma igreja de sucesso!

domingo, 23 de julho de 2017

SER BATISTA

O Que é Ser Batista? 

INTRODUÇÃO:
Um seminarista disse-me, não faz muito tempo, que é Batista por circunstâncias: ele converteu-se numa Igreja Batista, mas que não tinha nenhuma paixão por ser isto ou aquilo. Um outro disse-me que era Batista porque, nesse sistema, a Igreja pode fazer o que quer e ninguém tem nada com isso, porque as Igrejas Batistas são autônomas. Bem, nota zero para os dois. Esta é a situação de muitos Batistas nos nossos dias.
E então, incomoda-nos a pergunta: Que é ser Batista?

1. Ser Batista é, antes de mais nada, ser crente no Senhor Jesus Cristo - crente porque converteu-se a Jesus, ao arrepender-se de seus pecados e crer nEle como único e suficiente Salvador. Nos dias atuais, em que muita gente procura igrejas para milagres e para "melhorar de vida" (teologia da prosperidade), há muita gente que está numa igreja, mas nunca teve uma experiência de conversão e não tem certeza da sua salvação. Os Batistas, ao longo da história, têm exigido que integrem-se às suas igrejas aquelas pessoas que já se converteram, sendo então batizados "na base do perdão dos pecados" (tradução correta revista da expressão: "para perdão dos pecados", em Atos 2.38). Nesta mesma linha de pensamento, ser Batista é crer que o crente recebe o Espírito Santo quando crê (João 7.37-39; Atos 2.37-47; Ef.1.13-14), ocasião em que é selado no Espírito Santo, o que lhe dá a garantia da salvação (penhor - Ef. 1.13-14; 2 Cor. 1.18-22;5.5). Daí, não existir "Batista Renovado", "Batista Carismático" e outros semelhantes. Batista, é Batista.

2. Ser Batista é ter identidade doutrinária. Os Batistas sempre conservaram suas marcas doutrinárias, eis porque a expressão muito comum entre os historiadores de: "doutrinas distintivas dos Batistas". Antes de tudo, esta marca começa pela aceitação da Bíblia como única regra de fé e prática. Por exemplo: cremos na salvação pela graça somente, sem a ajuda das obras, porque a Bíblia assim o diz (Ef. 2.8-10). E assim por diante. E as práticas dos Batistas, desde a sua liturgia ou modelo de culto, até os aspectos éticos da vida cristã se regulam por ensinos e princípios bíblicos, principalmente do Novo Testamento. Atualmente, nota-se um movimento sorrateiro no sentido de descaracterizar a identidade das denominações. Fala-se muito de "Unidade na diversidade". Isso não existe. Em termos de religião e de vida espiritual, só existe unidade com identidade. A Bíblia faz questão da identidade, a começar pelos nomes dos servos de Deus. Só para citar dois exemplos: Abrão, significava: "pai exaltado" (Gen. 11.27). Mais tarde seu nome foi mudado em razão de uma experiência com Deus, para: Abraão, que significava: "pai de multidão" (Gen. 17.5). O nome: Jacó, significava "suplantador", porque nasceu agarrado ao calcanhar do irmão. Mais tarde, depois da famosa experiência no Vau de Jaboque, seu nome foi mudado para "Israel", que significava "ele luta com Deus". Os crentes primitivos foram identificados como "Cristãos", por causa do seu Mestre. E nós, os Batistas, termo inicialmente pejorativo, temos esta identidade porque sempre lutamos por uma volta ao Novo Testamento, contra as heresias e desvios doutrinários. Esta é a nossa marca registrada.

A partir da Bíblia como única regra de fé e prática, seguem-se outras doutrinas, como: A natureza congregacional, local, autônoma e democrática da Igreja; a separação da Igreja do Estado; a responsabilidade individual ou da suficiência da pessoa, no sentido de poder, ela mesma aproximar-se de Deus (sem precisar de sacerdotes); a liberdade de consciência (e isto influenciou, via Batistas, a Constituição dos Estados Unidos da América do Norte - Roger Williams); O batismo por imersão para pessoas já convertidas e, portanto, contra o chamado batismo infantil, dentre outras.

Aprendendo no Novo Testamento, os Batistas tornaram-se, ao longo da história, um grupo que pratica a cooperação entre igrejas da mesma fé e ordem. Daí, fizeram história na área de missões, através de convenções e juntas missionárias, mas os Batistas nunca entenderam que uma Convenção, com a qual cooperam voluntariamente, é mais importante do que a Igreja local. Infelizmente, com o crescimento dos Batistas em algumas partes do mundo, como nos Estados Unidos e no Brasil, chegamos a um ponto em que as Convenções tornaram-se um foco de poder político e, como resultado, muitas igrejas começaram a esperar por decisões e planejamentos e até definições das Convenções para realizarem seu trabalho. No entanto, não é esse o espírito Batista. Pelo contrário, o trabalho efetuado por organizações denominacionais se fortalece, à proporção em que a Igreja local cresce e realiza o seu trabalho. Quando a Igreja local se enfraquece, as Convenções e instituições denominacionais também se enfraquecem. Quando uma convenção criada pela vontade de Igrejas Batistas começa a ditar as regras para essas igrejas, essa Convenção está prestes a cair e a perder a sua razão de ser.

3. Ser Batista, por outro lado, é respeitar o pensamento alheio, tanto de igrejas da mesma fé e ordem, como de outras igrejas e religiões. O direito de liberdade de consciência e, portanto, de culto, é princípio do qual os Batistas nunca abriram mão, tanto para si como para os outros, uma vez que eles mesmos aprenderam isso pelo seu próprio sofrimento por perseguições que enfrentaram de outros religiosos. No entanto, só se unem para cooperação com aqueles que são doutrinariamente semelhantes. Basta acompanharmos a história de suas "Declarações de Fé" que, diga-se de passagem, não têm nada a ver com os chamados "credos" católicos e de certos grupos protestantes. E quando as doutrinas dos que estavam juntos não "batiam" com as suas declarações de fé, logo havia uma separação natural, pela atração dos que pensavam semelhante em termos doutrinários. Já a própria Palavra de Deus assevera: "Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3.3).

4. Ser Batista é ser firme e definido nas convicções. Há hoje muita gente que costuma dizer: "Eu congrego com qualquer grupo". Tais pessoas, naturalmente, não sabem o que são e nem para onde vão. Paulo, o apóstolo, dizia: "eu sei em quem tenho crido" (2 Tim. 1.12-14). Batista sempre foi povo de convicções firmes e muitos deles, no passado, foram presos, perseguidos e até morreram por suas convicções. Quem não conhece a maravilhosa história de John Bunyan que, por ser Batista, foi preso, ocasião em que escreveu o livro: O Peregrino?

Como resultado da firmeza e definição dos Batistas, para eles não existe ecumenismo. O ecumenismo tem invadido nossos arraiais e feito uma espécie de "lavagem cerebral" em muitos dos nossos líderes. Mas ecumenismo não existe no Novo Testamento. Aquela linda expressão de Jesus: "Para que todos sejam um como nós", não tem nada a ver com ecumenismo, pois na época não existia nada além do movimento puro, sem heresias, de Jesus. Na verdade, no contexto, Jesus estava se referindo ao seu grupo de apóstolos, por quem orava no momento. Eis porque os Batistas sempre interpretaram a figura da igreja como um corpo (1 Cor 12.13-31), como referindo-se à igreja local e não a uma "Igreja Universal". Até mesmo do ponto-de-vista lógico e prático, seria impossível pensar num corpo com seus membros em diferentes lugares geográficos e contextos doutrinários. O corpo aqui é de cada igreja local, pois o Novo Testamento enfatiza a Igreja local.

5. Ser Batista é crer em Igreja no seu significado neotestámentario. Hoje há uma verdadeira ojeriza ao termo "igreja" por parte de alguns, razão porque estão trocando a palavra "igreja" pela palavra "comunidade". A palavra "igreja", que realmente foi tomada por empréstimo do mundo secular, jamais quer significar "comunidade", mas "congregação". O sentido vem do Velho Testamento (Septuaginta - Velho Testamento em grego), e a palavra grega é a mesma que está no Novo Testamento: "eklesía". Nos dias de Jesus havia um sentido de comunidade implantado pelos Essênios. Eles eram, realmente, uma comunidade. Viviam nos desertos, em grupos isolados, principalmente nas regiões do Mar Morto. Para alguém pertencer ao grupo teria que passar por um tempo de prova e experiência e, sobretudo, teria que trazer para o grupo tudo o que lhe pertencia, inclusive bens imóveis que, daí para a frente, passavam a pertencer ao grupo. Todos viviam juntos sob o comando de um líder e havia regras rígidas para o comportamento no grupo. Os cristãos primitivos quiseram imitar essa comunidade de alguma maneira, mas não deu certo (Atos 4.32-37; 5.1-16). No Novo Testamento, portanto, o sentido de Igreja desenvolveu-se como uma congregação. Mesmo o povo de Israel, quando atravessava o deserto rumo a Canaan, e que vivia de certo modo em comunidade, sob a liderança de Moisés, fazia distinção entre a comunidade do povo e a "eklesía". Ela só existia quando eram tocadas as duas trombetas de prata e o povo se ajuntava diante da "tenda da Congregação" (Num. 10.1-10). Igualmente, nas cidades gregas livres, só havia a "eklesía" quando o arauto convocava a comunidade para ajuntar-se na praça (Atos 19.39). E o povo assim reunido, chamava-se "igreja". Não existe portanto igreja como comunidade. Igreja é congregação e ser batista é crer no sistema de Igrejas do Novo Testamento.

EKKLESIA



ekklesia e sua etimologia "chamados para fora"





Você sabia que foi apenas no ano 190 d.C. que a palavra grega ekklesia, que traduzimos como igreja, foi pela primeira vez utilizada para se referir a um lugar de reuniões dos cristãos?

Sabia também que esse lugar de reuniões era uma casa, e não um templo, já que os templos cristãos surgiram apenas no século IV, após a conversão de Constantino?

Você sabia que os cristãos não chamavam seus lugares de reuniões de templos até pelo menos o século V?

Ecclesia é uma palavra grega, que quer dizer "igreja", atualmente, mas que significou, originalmente, "curral" ou "abrigo de ovelhas". Trata-se de uma palavra muito difundida no Cristianismo, em que os fiéis são chamados de "ovelhas", que são cuidadas pelos "pastores". O conjunto dos cristãos que se reúnem regularmente em uma igreja também é chamado de igreja, assim como o total dos cristãos de uma mesma seita.


A palavra Igreja tem origem no grego [ekklesia]. Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa (para fora) e klesia que significa (chamados).


Logo podemos traduzir como chamados para fora, ou, em minhas palavras, voltados para fora (não voltados para o mundo, e sim para os que estão no mundo a fim de levar as boas novas a estes.


A palavra “igreja” traduz o vocábulo grego ekklesia, que se deriva de ek, “para fora”, e de kaleo, “chamar”. Entretanto, na Bíblia, é usada para indicar qualquer assembleia. O uso, e não a derivação, lhe determina o sentido. O uso bíblico mostra que se havia perdido o sentido de “chamados”. “Assembleia” é a melhor tradução.

Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas.
Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram.
Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
João 10:7-9

O termo EKKLESIA sintetiza de forma impressionante o ser Igreja: São os chamados para fora. No entanto, na história cristã preponderou o caminho inverso, aquele que torna os discípulos em gente ‘chamada para dentro’, para deixar o mundo, para só considerarem ‘irmãos’ os membros do ‘clube santo’, e a não buscarem relacionamentos fora de tal ambiente. E nesse contexto, ironicamente, passamos a experimentar uma existência cada vez menos interiorizada, cada vez menos atenta para o que se dá no íntimo, e cada vez menos reflexiva.

“Ao sair Jesus do templo(...)”
Marcos 13.1

Com sua atitude Jesus demonstra na prática como a Igreja deve atuar. É algo que passa despercebido, mas, repare que Jesus estava saindo do templo. Esta simples ação indicava a função da Igreja, o seu chamado para fora. A Igreja deve sair do templo, direcionar seus esforços ao perdido, ao desviado, aos sedentos por Deus ao redor da terra.

Enquanto Jesus saía, direcionava o seu olhar, sua atenção e o seu foco para os que estavam fora do templo, fora do aprisco.


“Porque o filho do homem veio salvar o que se havia perdido.” 
Mt 10.11



O segredo não estar no sentido entrar no curral para sua salvação, segurança e alimento. mas ao contrario. estávamos preso e jesus nos liberta pela porta e por ele saímos em liberdade, segurança do bom pastor, e teremos alimento. a paz eterna com a segurança dele e no nome dele e com o dever de levar consigo as boas novas aos outros perdidos.

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