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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

OS PROFETAS

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I - O PROFETA NO ANTIGO TESTAMENTO


a) O profeta - O que poderia parecer mero descuido da Lei para o homem comum, era visto como um horrendo desastre pelo profeta, tal sua sensibilidade diante do pecado, Jr 2: 12, 13, 19. O profeta não somente ouvia a voz de Deus como sentia seu coração, Jr 6: 11; 20: 9. Tal sentimento era consequência de um estreito relacionamento com Deus, Am 3: 7; assim, compreendia melhor do que ninguém os propósitos de Deus para o povo com quem tinha um pacto.

b) A mensagem dos profetas normalmente continha advertências aos que colocavam sua confiança em outras coisas e não em Deus, tais como na sabedoria humana, Jr 8: 8, 9; 9: 23, 24; na riqueza, Jr 8: 10; na autoconfiança, Os 10: 12,13; no poder opressor; em outros deuses.

Constantemente o profeta desafiava a falsa santidade do povo judeu e tentava desesperadamente encorajar sincera obediência à Lei.

c) A dedicação - Os profetas eram homens totalmente dedicados a Deus. Detestavam o “meio" compromisso, a entrega parcial a Deus. A fidelidade ao Senhor deveria ser total. Isso implicava em esforçar-se para levar o povo a uma completa submissão a Deus. Os profetas não aceitavam uma sociedade injusta, mas lutavam pela manutenção dos princípios do pacto do Sinai e por eles davam a vida. Condenavam especialmente a opressão social, ou seja, não admitiam que os mais ricos explorassem os que nada tinham, Am 4: 1. Também pregavam contra a bajulação aos abastados, usada para conseguir qualquer favor, Am 6: 1. Por esses posicionamentos, vemos que o povo de Deus tinha e tem de ser comprometido com o seu Deus e não com o homem. A mensagem profética é muito atual.

II - O PROFETA NA IGREJA PRIMITIVA


No Novo Testamento não há o ofício profético como havia no Antigo, mas há o dom de profecia, 1Co 12: 28, 29 e Ef 4: 11. Nessas passagens, o profeta é citado imediatamente após os apóstolos, e está associado aos mestres, como se vê na Igreja de Antioquia, At 13: 1. Eram também considerados alicerces (fundamentos) sobre os quais a Igreja foi edificada, Ef 2: 20.

Os profetas do Novo Testamento tinham como função a proclamação e a predição; eram canais através dos quais Deus transmitia uma orientação especial à Igreja. Foi, por exemplo, o que fez Ágabo, At 11: 28; 21: 10 e 11; e Judas e Silas, At 15: 32. Esses homens, usados pelo Espírito Santo, tinham objetivos definidos em sua atuação, 1Co 14: 3; tornando-os responsáveis pela pregação da mensagem completa sobre o pecado e a salvação, alertando sobre a ira e a graça de Deus.

Os profetas do NT não eram fonte de novas verdades doutrinárias a serem absorvidas pela Igreja e sim expositores da verdade já revelada por Jesus e pelos apóstolos. Eram dotados do dom sobrenatural de conhecer, e com a liberdade de revelar, os “segredos do coração humano”, 1Co 14: 24,25.

Para que o emocional e o humano não se impusessem ao divino, trazendo prováveis confusões, Paulo declara que outros cristãos experientes têm liberdade de julgar o que for profetizado, 1Co 14: 29; ou seja, qualquer declaração profética está sujeita a exame e só pode ser aceita se for achada na mesma linha dos ensinos dos apóstolos, 2Co 11: 4.

III - O PROFETA NA IGREJA HOJE


Não se pode perder a noção de que a responsabilidade da Igreja Local e a sua direção espiritual estão com o pastor, que é auxiliado pelos presbíteros, no que lhes cabe, e por todos aqueles que possuem talentos e dons. É isso que se interpreta com base no significado do próprio título “pastor” (bispo) como está em At 20: 28.

Portanto, ao pastor cabe transmitir à Igreja as mensagens como diretrizes para o rebanho do Senhor. Segundo Ap 2: 1, 8 e 12, o pastor é o anjo protetor designado pelo Senhor para aquela localidade. Logo, o que possui o dom de profecia deve alinhar-se com o pastor e ajudar a promover a paz e o crescimento do rebanho, 1Co 14: 33, repreendendo as distorções sem se intimidar com os que agem como Jezabel, Ap 2: 20.

Para concluir, precisamos deixar claro que os profetas canônicos existiram até João Batista, Mt 11: 13; mas no NT e, portanto, na Igreja, há o dom de profecia, que é concedido pelo Espírito Santo que habita no crente, 2Co 6: 16. Todo crente, e aí se inclui também o pastor, foi comissionado por Jesus, Mc 16: 15, para transmitir ou expor sua mensagem, segundo a Bíblia a apresenta, falando em nome de Deus.

A maioria dos homens ainda não conhece e nem vive essas verdades e o Senhor está esperando que seus pregadores se despertem e anunciem sua santa vontade.


HÁ PROFETAS NA IGREJA DE HOJE?

O que diz a Bíblia?


O dom de profecia foi um dom temporário dado por Cristo para o estabelecimento da igreja. Os profetas eram fundamentais para a igreja (Efésios 2:20). O profeta proclamava uma mensagem do Senhor para os primeiros crentes. Às vezes a mensagem de um profeta era reveladora (nova revelação e verdade de Deus), e às vezes predizia o que iria acontecer (veja Atos 11:28 e 21:10). Os primeiros cristãos não tinham a Bíblia completa e alguns deles não tinham acesso a nenhum dos livros do Novo Testamento. Os profetas do Novo Testamento “preencheram o espaço” ao proclamar a mensagem de Deus para as pessoas que não teriam acesso a ela de outra forma. O último livro do Novo Testamento (Apocalipse) não foi concluído até o final do primeiro século. Sendo assim, o Senhor enviou profetas para proclamar a Palavra de Deus para o Seu povo.

Existem verdadeiros profetas hoje em dia? Se o propósito de um profeta era revelar a verdade de Deus, por que precisaríamos de profetas hoje, uma vez que temos a completa revelação de Deus na Bíblia? Se os profetas eram a “fundação” da igreja primitiva, ainda estamos construindo a “fundação” hoje? Deus pode dar a alguém uma mensagem para entregar a outra pessoa? Absolutamente! Será que Deus pode revelar a verdade a alguém de uma forma sobrenatural e capacitar essa pessoa a entregar a mensagem para outras pessoas? Absolutamente! No entanto, é esse o dom da profecia bíblica? Não.

Sempre que uma pessoa afirma estar falando no nome de Deus (a essência da profecia), é crucial comparar o que ele ou ela diz com o que a Bíblia diz. Se Deus falasse através de uma pessoa hoje, a mensagem teria de estar em total acordo com o que Deus já disse na Bíblia. Deus não se contradiz. Primeiro João 4:1 nos instrui: “Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.” Primeiro Tessalonicenses 5:20-21 declara: “Não desprezeis as profecias, mas ponde tudo à prova. Retende o que é bom.” Então, quer seja uma “palavra do Senhor” ou uma suposta profecia, a nossa resposta deve ser a mesma. Compare o que é dito com que a Palavra de Deus diz. Se contradizer a Bíblia, jogue fora. Se concordar com a Bíblia, ore por sabedoria e discernimento a respeito de como aplicar a mensagem (2 Timóteo 3:16-17; Tiago 1:5).


I. Que é um profeta?

No Antigo Testamento, um profeta era alguém chamado por Deus para cumprir uma tarefa ou várias tarefas, especialmente a de entregar uma mensagem Dele. A grande característica da mensagem do profeta eram as palavras: “Assim diz o Senhor”. Deus chamou homens comuns, como você e eu, com personalidades diferentes, em situações bem diferentes, para fazer e dizer coisas diferentes. A seguir veja alguns termos usados para se referir a um profeta.
1. Homem piedoso

Às vezes o termo profeta se refere a pessoas piedosas que gozam de um relacionamento íntimo com Deus. Parece que esse é o uso do termo em Gênesis 20.7 em relação a Abraão.
2. Homem de Deus

Muitas vezes os profetas eram chamados “homem de Deus”, como em Deuteronômio 33.1 e 1Reis 13. O uso desse termo enfatiza a diferença de caráter entre o profeta e as demais pessoas. Isso se vê na maneira que a mulher sunamita falou do profeta Eliseu: “Vejo que este que passa sempre por nós é santo homem de Deus” (2Rs 4.9).
3. Um orador a quem foi confiada uma missão

Notamos que quando Deus chamou Moisés para ser o instrumento divino na libertação do Seu povo, Arão foi designado profeta – em outras palavras, o seu porta-voz – “Vê que te constituí como Deus sobre Faraó, e Arão, teu irmão, será teu profeta” (Êx 7.1).
4. Vidente e profeta se tornam termos sinônimos

No início havia uma distinção entre vidente e profeta, mas mais tarde eram termos sinônimos, como o autor do livro histórico de Samuel enfatiza – “Antigamente, em Israel, indo alguém consultar a Deus, dizia: Vinde, vamos ter com o vidente; porque ao profeta de hoje, antigamente, se chamava vidente” (1Sm 9.9).
5. Instrumento da comunicação Divina

Embora Deus tenha falado “muitas vezes, e de muitas maneiras… pelos profetas”, foi sempre o mesmo Deus que falou. Por causa disso notamos uma unidade no ministério e nas mensagens dos profetas. A grande responsabilidade de qualquer profeta era lutar para viver uma vida digna do seu ofício, com o objetivo de transmitir a mensagem divina para que o povo de Israel pudesse viver um relacionamento correto com seu Deus.

Note: Deve-se observar que no termo profeta não há nada que implique previsão de acontecimentos futuros. Um profeta pode predizer, ou não, o futuro segundo a mensagem que Deus lhe der. Um profeta é aquele que fala da parte de Deus ao homem.

Profetas Menores para hoje
Você está disposto a entregar a mensagem de Deus hoje, onde Ele o colocou?
II. Variedade e unidade dos profetas

O Antigo Testamento mostra que a maneira como os profetas trabalharam foi diversificada
Alguns profetas trabalharam individualmente, totalmente independentes de outros profetas ou grupos proféticos. De fato, Elias sentiu-se tão isolado que achava que não existia outra pessoa que estivesse buscando a Deus (1Rs 19.10,14)!
Outros profetas se reuniram em “escolas de profetas” (2Rs 2.3-5;4.38; 9.1)
Às vezes a música era usada para ajudar no seu trabalho (1Sm 10.5‑6; 2Rs 3.15)
Às vezes o profeta se fundamentava em sonhos ou visões, mas Jeremias deixa claro que profetizar “eu tenho um sonho” não garantia que a mensagem era de Deus ( Jr 23.28‑32).
Apesar dessa variedade, os profetas estavam cônscios de que faziam parte de uma longa tradição, com a missão de chamar o povo de Israel de volta para Deus e de lembrá-lo da presença do Senhor na sua vida diária (Mq 6.8). Pelo exemplo da sua vida, o profeta tinha o dever de demonstrar a realidade do seu relacionamento com Deus.

Profetas Menores para hoje
Como servos do Senhor temos o dever também de demonstrar, por meio de nossa vida, como o relacionamento com Deus é real.
III. As características dos profetas

É interessante notar o que caracterizava o verdadeiro profeta do Senhor.
1. Chamada específica

O profeta recebia uma chamada específica. Notamos que a iniciativa da chamada para o ofício de profeta vinha de Deus:

a. Moisés (Êx 3.1-4)

b. Isaías (Is 6.1-10);

c. Jeremias ( Jr 1.4-19);

d. Ezequiel (Ez 1 a 3);

e.Oseias (Os 1.2);

f. Amós (Am 7.14-15).

O objetivo da chamada era levar o profeta à presença de Deus. Em outras palavras, o profeta apresentava-se perante os homens na qualidade de um homem que se apresentara perante Deus (1Rs 17.1; 18.15).
2. Consciência da história

O profeta tinha perfeita consciência da história. O Senhor enviou Moisés ao Egito já de posse de informações necessárias para interpretar os grandes acontecimentos que haveriam de ter lugar. O profeta tinha a capacidade de interpretar os acontecimentos históricos. Os profetas concordam que Deus é o Deus da história e está presente nos acontecimentos do dia a dia. É Ele quem controla o Universo, e, por isso, Sua palavra é de confiança absoluta.
3. Preocupação ética e social

O profeta tinha uma preocupação ética e social. Notamos como os profetas sempre denunciavam as injustiças e violências cometidas contra o povo. Havia essa grande preocupação com o bem-estar social. Veja a orientação dos profetas: Moisés (Dt 24.19-22; Lv 19.9-18) e Amós (Am 2.6-8; 5.11).
4. Aconselhamento e confrontação

O profeta tinha que aconselhar e, muitas vezes, confrontar reis. Muitas vezes o profeta tinha que desempenhar um papel ativo, próprio de estadista, nos negócios nacionais.

Vejamos exemplos disso no ministério de Natã (2Sm 7.1-7; 12.1‑15); de Isaías (2Rs 19.1-7, 20-37; 20.4-11); e de Eliseu (2Rs 5.11-14, especialmente v.6-8).
5. Pregação, proclamação e predição

O profeta combinava na pregação tanto proclamação como predição. Os profetas falavam por meio de advertências e encorajamentos concernentes ao presente e ao futuro. As conclamações ao arrependimento (Is 30.6-9) e os apelos à vida de santidade (Is 2.5) estão baseados na visão da ira vindoura divina.
6. Uso de símbolos

O profeta, às vezes, usava símbolos na entrega da sua mensagem. Jeremias e a botija de oleiro ( Jr 19.1); Ezequiel e o cerco (Ez 4.1-8).
7. Representante do povo

O profeta representava o povo perante Deus. Assim notamos esse aspecto intercessório do profeta (Êx 18.19; 1Rs 13.6; 2Rs 19.4). Mas, às vezes, o profeta era instruído a não exercer essa função de interceder pelo povo ( Jr 7.16; 11.14).
8. Homem da palavra de Deus

O profeta era primariamente um homem da palavra de Deus. Esta era a grande preocupação do profeta – transmitir fielmente a Palavra que tinha recebido do Senhor e que “permanece para sempre” (Is 40.8).

Profetas Menores para hoje
O profeta se preocupava com a situação do mundo ao seu redor e com as injustiças e exploração humana. Você se preocupa com os problemas sociais do Brasil?
IV. Os falsos profetas

Deuteronômio 18.15-22 é um trecho importante para nosso estudo de profecia em Israel.
1. Falar em nome de Deus

Nem todos que afirmavam falar em nome de Deus eram reconhecidos no Antigo Testamento como profetas legítimos. Pessoas davam recados que de maneira nenhuma refletiam a vontade de Deus ou a palavra de Deus ( Jr 23.9-40; Mq 2.6-11).
2. Profecia verdadeira

Profecia verdadeira era distinguida de más práticas como adivinhação, feitiçaria, etc. (Dt 18.10-12). É bom observar a afirmação do Senhor: “Pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor” (v.12).

Profetas Menores para hoje
Qualquer pessoa que usa esses métodos de ocultismo e qualquer pessoa que fala em nome de qualquer outro deus, não é, e nunca deve ser considerada um profeta do Senhor (Dt 18.20).
3. Comprovação de profecia

Quando um profeta “falar em nome do Senhor, e a palavra dele se não cumprir nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o Senhor não disse” (Dt 18.22). Jeremias enfatizou a mesma verdade: “O profeta que profetizar paz, só ao cumprir-se a sua palavra será conhecido como profeta, de fato, enviado do Senhor” ( Jr 28.9).
4. Profeta verdadeiro

A prova de um verdadeiro profeta não são seus milagres, mas sim a sua vida de santidade e a sua palavra que está em acordo com a revelação das Escrituras Sagradas (Mt 7.21-23.)


10 características de um falso profeta



Um falso profeta é aquele que afirma falar em nome Deus, sem contudo representar a Deus ou mesmo pertencer a Ele. Além disso um falso profeta propaga ensinos antagônicos as Escrituras, tomando para si uma autoridade que não lhe pertence afirmando ser aquilo que Deus diz que Ele não é.


Jesus ao falar deles disse:"Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis." (Mateus 7:15-20)


Já Paulo escreveu: "Rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao seu ventre; e com palavras suaves e lisonjas enganam os corações dos inocentes." (Romanos 16:17-18)


Pedro disse: "Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição." (2 Pedro 2:1)

10 características de um falso profeta:


1-) Um falso profeta relativiza as Escrituras. Para um falso profeta a Bíblia não é a Palavra de Deus. Para este as Escrituras são falíveis e não devem servir como plena referência para o cristão.


2-) Um falso profeta fala mais em dinheiro do que em Cristo. Um falso profeta comercializa o evangelho e vende as bênçãos de Deus mediante ofertas extravagantes.


3-) Um falso profeta considera sua palavra inquestionável colocando suas profecias e revelações em pé de igualdade com as Escrituras.


4-) Um falso profeta anuncia, prega e proclama um evangelho absolutamente antropocêntrico.


5-) Um falso profeta interpreta as Escrituras segundo a ótica do seu "próprio umbigo" relativizando o absoluto e inventando doutrinas segundo os desejos de seu coração.


6-) Um falso profeta prega o evangelho da confissão positiva, negando a possibilidade do sofrimento, e anunciando um cristianismo desprovido da cruz.


7-) Um falso profeta sincretiza o evangelho miscigenando a fé, introduzindo doutrinas espúrias as verdades inquestionáveis da Bíblia.


8-) Um falso profeta tem sede de poder, vive pelo poder e ama o poder.


9-) Um falso profeta se considera melhor do que os outros e em virtude disso, distingui-se do rebanho criando e fabricando novos títulos eclesiásticos.


10-) Um falso profeta fala de Cristo, entretanto o nega, prega sobre Cristo, mas não o conhece, fala em nome do Espírito Santo, sem contudo ter sido regenerado por ele. ................................................................................................................ .................................................................................................................
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