O Senhor Jesus disse que “o amor de muitos
esfriará” e a fome que atinge milhões de pessoas em todo o planeta é uma
prova disso. Na África, crianças morrem diariamente por falta de
comida.
Principal assessor do governo inglês afirma que vão faltar água, alimentos e energia para toda a população.
A
agência de notícias BBC Brasil divulgou matéria informando que o
aumento da população mundial e das demandas por água, energia e
alimentos poderão provocar uma “catástrofe” em 2030, segundo previsões
do principal conselheiro científico do governo britânico.
John
Beddington descreveu a situação como uma “tempestade perfeita”, termo
usado quando uma combinação de fatores torna uma tempestade que, por si
só, não teria tanto efeito, em algo muito mais poderoso. A analogia
também é usada para descrever crises econômicas, informa a agência.
Segundo
Beddington, com a população mundial estimada em 8,3 bilhões de pessoas
em 2030, a demanda por alimentos e energia deve aumentar em 50%, e por
água potável deve aumentar em 30%.As mudanças climáticas devem piorar
ainda mais a situação, vai advertir o cientista nesta quinta-feira, na
conferência Desenvolvimento Sustentável RU 09, em Londres.
Essas e outras previsões catastróficas estão registradas na Bíblia Sagrada. Em Mateus 24: 4, o Senhor Jesus
afirma aos discípulos: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane, porque
muitos virão em meu nome dizendo: Eu sou o Cristo e enganarão a muitos. E
ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis,
porque é mister
que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará
nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e
terremotos em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio das
dores”.
O cientista britânico diz: “Não
vai haver um colapso total, mas as coisas vão começar a ficar realmente
preocupantes se não combatermos esses problemas”, afirma Beddington.
“Minha principal preocupação é com o que vai ocorrer internacionalmente,
vai haver falta de alimentos e de água”, prevê o cientista.”O Programa
das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) prevê falta de água
generalizada na África, Ásia e Europa até 2025. A quantia de água
potável disponível por habitante deve diminuir dramaticamente neste
período.
Os que não são cristãos tem dificuldade em acreditar que estamos
vivendo nos últimos dias da história de esta Terra. A Bíblia diz em 2
Pedro 3:3-4 “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão
escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias
concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque
desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o
princípio da criação.” A vinda do anticristo é um sinal do fim. A Bíblia
diz em 1 João 2:18 “Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme
ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado;
por onde conhecemos que é a última hora.”
Que disse Jesus sobre quando o fim do mundo chegaría? A Bíblia diz em
Mateus 24:14 “E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro,
em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.”
Nos últimos dias haverão homens fazendo-se passar por Jesus para nos
enganar, A Bíblia diz em Mateus 24:23-24 “Se, pois, alguém vos disser:
Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir
falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de
modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.”
Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. A Bíblia diz em Mateus
24:29-30 “Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a
lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus
serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e
todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem
sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.”
Em que condição moral estará a nossa sociedade nos últimos dias? A
Bíblia diz em 2 Timóteo 3:1-5 “Sabe, porém, isto, que nos últimos dias
sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos,
gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus
pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores,
incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos,
orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo
aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta- te também
desses.”
Um aumento em conhecimento e habilidade de viajar é um sinal dos
últimos dias. A Bíblia diz em Daniel 12:4 “Tu, porém, Daniel, cerra as
palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma
parte para outra, e a ciência se multiplicará.”
Que outros sinais dos últimos dias menciona a Bíblia? A Bíblia diz em
Lucas 21:25-26 “E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a
terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e
das ondas. Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das
coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão
abalados.”
Conversaçôes sobre paz e segurança é outro sinal dos últimos dias. A
Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 5:2-3 “Porque vós mesmos sabeis
perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; pois
quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá
repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e
de modo nenhum escaparão.”
Que devem as pessoas fazer quando veem estes sinais? A Bíblia diz em
Mateus 24:42-44 “Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso
Senhor; sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que vigília da
noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa.
Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não
penseis, virá o Filho do homem.”
A água na Bíblia
De 26 a 31 de agosto decorre em Estocolmo, na
Suécia, a Semana Mundial da Água. Essencial à vida, a água está no
centro de inúmeras narrativas históricas da Bíblia e em seu torno foram
construídas imagens e alusões.
A precipitação média de chuva na Palestina é
suficiente para a agricultura, mas o país tem falta de rios, de
correntes de água perene e de lagos, sendo, por isso, mais árido do que
a Europa ou a maior parte das Américas. A estepe e o deserto são
realidades próximas. Daí a Bíblia demonstrar uma clara consciência do
valor da água e das terríveis consequências da sua falta.
A água é assegurada pelos poços e nascentes, ou pela
conservação da água da chuva em cisternas. A Bíblia menciona muitas
cisternas situadas em diversas cidades: Guibeon (2 Samuel 2,12),
Hebron (2 Samuel 4,12), Samaria (1 Reis 22,38), Jerusalém (Isaías 7,3;
22,9.11; 36,2; Neemias 2,14; João 5,2-4; 9,7.11).
A arqueologia descobriu uma quantidade de
complexas instalações hidráulicas para a canalização e o depósito de
água, proveniente de fontes, poços ou da chuva. A água era vendida nas
ruas da antiga Jerusalém (Isaías 55,1), como acontece ainda hoje nas
cidades do Médio Oriente.
Os direitos sobre a água foram muitas vezes ocasião de litígios,
e podiam ser conseguidos mediante pagamento (Números 20,19).
Paul Nicklen, National Geographic
Devido à escassez, a cortesia exigia que se
desse de beber ao vajante sedento, mesmo que fosse preciso tirá-la de
um poço profundo (Génesis 24,17; Job 22,7; saías 32,6; Mateus 10,42;
25,42; Marcos 9,41; Lucas 744; João 4,7).
A qualidade refrescante da água não é ignorada pelo poeta (Salmo 23,2; 42,2; Provérbios 25,25).
Saurabh Das/Associated Press
A “água viva”, isto é, a água de poço ou de fonte ou de corrente era referida à das piscinas ou cisternas.
Tirar a água é um serviço da mulher (Génesis 24,11; 1 Samuel
9,11; João 4,7), como se nota ainda hoje nas cidades e aldeias do Médio
Oriente. Por isso se compreende a indicação de Jesus, segundo a qual os
seus discípulos devem procurar um homem levando uma bilha de água
(Marcos 14,14; Lucas 22,10).
A água é usada nas abluções cultuais; é o
elemento fundamental da iniciação cristã no baptismo, no qual é posto
em evidência todo o seu simbolismo.
K.M.Chaudary/Associated Press
A água tem um significado cósmico, estando
relacionada com o caos primitivo. A água é o elemento primordial
(Génesis 1,2). Não é mencionada entre as obras da criação, mas é
pressuposta.
Na história do paraíso, o crescimento da vegetação começa com o correr dos quatro rios o paraíso (Génesis 2,10 ss.).
China Daily/Reuters
No conjunto das imagens bíblicas, a água é vida e
salvação. Os actos salvíficos de Iahweh em favor de Israel são
comparados á produção de água, especialmente àquela que brota no
deserto (Isaías 35,7; 41,18; 43,19; 44,3). O israelita que se sente
separado de Iahweh é como um deserto árido (Salmo 63,2; 143,6). Iahweh é
uma fonte de água viva (Jeremias 2,13; 17,13).
John Stanmeyer, VII, National Geographic
Jesus aplica a imagem da água a si próprio, prometendo dar água viva, que é a vida eterna (João 4,10.13 s.; 7,37-39).
O amor e a providência de Iahweh expressam-se na sua condução para águas tranquilas (Salmo 23,2).
O justo é como uma árvore plantada junto da água corrente, que não morre (Salmo 1,3; Jeremias 17,8).
Yusuf Ahmad/Reuters
O rei justo é uma bênção para o seu povo como as torrentes de água em terra seca (Isaías 32,2).
Os prazeres do amor são comparados à água
refrescante, na admoestação ao marido para que beba água da sua própria
cisterna (Provérbios 5,15).
Thomas P. Peschak, National Geographic
A Jerusalém do fim dos tempos não é concebível
sem o seu rio de água viva. Ezequiel 47,1-12 vê uma fonte que jorra do
templo e se torna um rio extenso na sua passagem pelo vale do Jordão,
regenerando a vida do país. Esta imagem é retomada em Apocalipse 22,1,
no rio de água viva, que brota debaixo do trono na nova Jerusalém.
Em Apocalipse 7,17; 21,6, a salvação dos justos consiste em beber da fonte de água da vida.
Albert Gonzalez Farran/AFP/Getty Images
As imagens da água aparecem noutras ocasiões: é o
símbolo do que perece. Job esquecerá a sua miséria como águas passadas
(Job 11,6). Os seres humanos são mortais, são como água derramada na
terra (2 Samuel 14,14). O salmista pede que o ímpio se dilua como água
que escorre (Salmo 58,8).
Anupam Nath/Associated Press
A água é também sinal de ameaça destruidora, como
sucede na conceção do mar e na história do dilúvio. O trovão de muitos
povos (Isaías 17,12) e as águas que inundam Israel (Isaías 28,2.17)
significam a invasão dos inimigos. A Assíria inunda Israel como um rio
impetuoso (Isaías 8,7 ss.). As águas vêm do Norte como um aluvião
(Jeremias 47,2). Os profetas recorrem ao simbolismo do mar caótico para
descrever o cataclismo futuro: as “águas impetuosas” destroem a ordem
existente. A mesma imagem é aplicada também nas aflições pessoas (Salmo
32,6; 69,3.16); a libertação é concedida quando Iahweh tira o orante
das “águas torrenciais”.
Abd Raouf/Associated Press
Estes dois temas encontram-se fundidos no
batismo: a imersão na água é a morte do neófito para o pecado e para si
mesmo; mas a água é, simultaneamente, água da vida eterna.
Vahid Salemi/Associated Press
Algumas passagens bíblicas
No princípio, quando Deus criou os céus e a
terra, a terra era informe e vazia, as trevas cobriam o abismo e o
espírito de Deus movia-se sobre a superfície das águas. (Génesis 1)
Tim Laman, National Geographic
Deus disse: «Que as águas sejam povoadas de inúmeros seres vivos» (Génesis 1)
Ao cabo de sete dias, as águas do dilúvio
submergiram a Terra. Tendo Noé seiscentos anos de vida, no dia dezassete
do segundo mês, nesse dia romperam-se todas as fontes do grande
abismo, e abriram-se as cataratas do céu. A chuva caiu sobre a terra
durante quarenta dias e quarenta noites. (Génesis 7)
Diptendu Dutta/AFP/Getty Images
Estabeleço convosco esta aliança: não mais
criatura alguma será exterminada pelas águas do dilúvio e não haverá
jamais outro dilúvio para destruir a Terra. (Génesis 9)
E se suceder que não acreditem nestes dois sinais nem escutem a
tua voz, tomarás da água do rio e derramá-la-ás sobre a terra seca; e a
água que tiveres tirado do rio transformar-se-á em sangue sobre a
terra seca. (Êxodo 4) Muhammed Muheisen/Associated Press
Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor
fez recuar o mar com um vento forte de oriente toda a noite, e pôs o
mar a seco. As águas dividiram-se, e os filhos de Israel entraram pelo
meio do mar, por terra seca, e as águas eram para eles um muro à sua
direita e à sua esquerda. O Senhor disse a Moisés: «Estende a tua mão
sobre o mar, e que as águas voltem sobre os egípcios, sobre os seus
carros de guerra e sobre os seus cavaleiros.» Moisés estendeu a sua mão
sobre o mar, e o mar voltou ao seu leito normal, ao raiar da manhã, e
os egípcios a fugir foram ao seu encontro. E o Senhor desfez-se dos
egípcios no meio do mar. As águas voltaram e cobriram os carros de
guerra e os cavaleiros; de todo o exército do faraó que entrou atrás
deles no mar, não ficou nenhum. (Êxodo 14)
James A. Sugar, National Geographic
O povo litigou com Moisés, e disse: «Dá-nos água
para beber.» Disse-lhes Moisés: «Porque litigais comigo? Porque pondes o
Senhor à prova?» Ali o povo teve sede de água, e murmurou contra
Moisés, dizendo: «Porque nos fizeste subir do Egito para nos fazer
morrer à sede, a nós, aos nossos filhos e ao nosso gado?» (Êxodo 17,
2-4)
Aamir Qureshi/AFP/Getty Images
Quem se sentar no lugar em que se sentou aquele
que tem o fluxo, lavará as vestes, banhar-se-á em água e ficará impuro
até à tarde. Aquele que tocar no corpo do que tem o fluxo, lavará as
vestes, banhar-se-á em água e ficará impuro até à tarde. (Levítico 6)
Tu e Aarão, teu irmão, falareis ao rochedo diante
de todos, e ele dará as suas águas; farás jorrar para eles água do
rochedo e darás de beber à assembleia e seus rebanhos. Estas são as
águas de Meribá, onde os filhos de Israel discutiram com o Senhor e Ele
lhes mostrou a sua santidade. (Números 20)
Paul Nicklen, National Geographic
Derrame-se como chuva o meu ensinamento, espalhe-se como
orvalho a minha palavra, como aguaceiros sobre a erva, como chuvisco
sobre a relva! (Deuteronómio 32)
Quando morremos, somos como a água que, uma vez derramada na terra, não mais se pode recolher. (2 Samuel)
Brent Lewin/Bloomberg
Todo o exército dos assírios, a infantaria, os
carros de combate e os cavaleiros mantiveram o cerco durante trinta e
quatro dias, até que todos os recipientes de água dos habitantes de
Betúlia ficaram vazios; as suas cisternas começaram a ficar esgotadas,
sem água para poderem beber a sua porção diária, uma vez que a água era
racionada. As crianças mais pequenas estavam abatidas e as mulheres e
os jovens começaram a desfalecer de sede e a cair pelas ruas e às
portas da cidade. Estavam no limite das suas forças. (Judite 7)
Alastair Grant/Associated Press
Então clamaram a Deus e, quando levantaram a voz, eis que uma
pequena fonte se transformou num grande rio, com grande abundância de
água. (Ester 1)
O Senhor é meu pastor: nada me falta. Em verdes prados me faz descansar e conduz-me às águas refrescantes. (Salmo 23)
Simon Chandra/AFP/Getty Images
A minha alma tem sede de ti; todo o meu ser anela por ti, como terra árida, exausta e sem água. (Salmo 6)
Das tuas altas moradas regas as montanhas; com a bênção da chuva sacias a terra. (Salmo 1) Oli Scarff/Getty Images
«Regarei as plantas do meu jardim e saciarei de
água os meus canteiros.» E eis que o meu curso de água se tornou um
rio, e o meu rio se tornou um mar. (Ben-Sirá, 24)
Os pobres e os necessitados buscam água e não a
encontram. Têm a língua ressequida pela sede. Mas Eu, o Senhor, os
atenderei. (Isaías 41)
Justin Falls/Daily News-Record/Associated Press
Todos vós que tendes sede, vinde beber desta água. Mesmo os que não tendes dinheiro, vinde. (Isaías 55)
Assim como a chuva e a neve descem do céu, e não
voltam mais para lá, senão depois de empapar a terra, de a fecundar e
fazer germinar, para que dê semente ao semeador e pão para comer, o
mesmo sucede à palavra que sai da minha boca: não voltará para mim
vazia, sem ter realizado a minha vontade e sem cumprir a sua missão.
(Isaías 55)
John Stanmeyer, VII, National Geographic
O meu povo cometeu um duplo crime:abandonou-me, a
mim, nascente de águas vivas, e construiu cisternas para si,
cisternas rotas, que não podem reter as águas. (Jeremias 2)
Derramarei sobre vós uma água pura, e sereis purificados. (Ezequiel 36)
P Deliss/Godong/Corbis
Eu batizo-vos com água, para vos mover à
conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu e
não sou digno de lhe descalçar as sandálias. (Mateus 3)
Uma vez batizado, Jesus saiu da água e eis que
se rasgaram os céus, e viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e
vir sobre Ele. E uma voz vinda do Céu dizia: «Este é o meu Filho muito
amado, no qual pus todo o meu agrado.» (Mateus 3)
AP Photo/Altaf Qadri
De madrugada, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar.
Pedro disse-lhe: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as
águas.» «Vem» - disse-lhe Jesus. E Pedro, descendo do barco, caminhou
sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do
vento, teve medo e, começando a ir ao fundo, gritou: «Salva-me,
Senhor!» Imediatamente Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e disse-lhe:
«Homem de pouca fé, porque duvidaste?» (Mateus 14) Hans Strand, National Geographic
Pilatos, vendo que nada conseguia e que o
tumulto aumentava cada vez mais, mandou vir água e lavou as mãos na
presença da multidão, dizendo: «Estou inocente deste sangue. Isso é
convosco.» (Mateus 27)
Bobby Haas, National Geographic
Seja quem for que vos der a beber um copo de água por serdes
de Cristo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa.
(Marcos 9)
Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não me
deste água para os pés; ela, porém, banhou-me os pés com as suas
lágrimas e enxugou-os com os seus cabelos. (Lucas 7)
STR/AFP/Getty Images
Disse-lhes Jesus: «Enchei as vasilhas de água.»
Eles encheram-nas até cima. Então ordenou-lhes: «Tirai agora e levai ao
chefe de mesa.» E eles assim fizeram. O chefe de mesa provou a água
transformada em vinho, sem saber de onde era - se bem que o soubessem os
serventes que tinham tirado a água. (João 2)
Camille Seaman, National Geographic
Jesus, cansado da caminhada, sentou-se, sem mais, na borda do
poço. Entretanto, chegou certa mulher samaritana para tirar água.
Disse-lhe Jesus: «Dá-me de beber.». Disse-lhe a mulher: «Senhor, não
tens sequer um balde e o poço é fundo... Onde consegues, então, a água
viva? Replicou-lhe Jesus: «Todo aquele que bebe desta água voltará a
ter sede; mas, quem beber da água que Eu lhe der, nunca mais terá sede:
a água que Eu lhe der há de tornar-se nele em fonte de água que dá a
vida eterna» (João 4) Reuters/Nicky Loh
Se alguém tem sede, venha a mim; e quem crê em
mim que sacie a sua sede! Como diz a Escritura, hão de correr do seu
coração rios de água viva. (João 7)
Cuauhtemoc Beltran, National Geographic
Jesus deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que atara à cintura. Chegou,
pois, a Simão Pedro. Este disse-lhe: «Senhor, Tu é que me lavas os
pés?» Jesus respondeu-lhe: «O que Eu estou a fazer tu não o entendes
por agora, mas hás de compreendê-lo depois.» Disse-lhe Pedro: «Não! Tu
nunca me hás de lavar os pés!» Replicou-lhe Jesus: «Se Eu não te lavar,
nada terás a haver comigo.» Disse-lhe, então, Simão Pedro: «Ó Senhor!
Não só os pés, mas também as mãos e a cabeça!» Respondeu-lhe Jesus:
«Quem tomou banho não precisa de lavar senão os pés, pois está todo
limpo. E vós estais limpos, mas não todos.» (João 13)
Eranga Jayawardena/Associated Press
De uma mesma boca procedem a bênção e a maldição.Mas isto não
deve ser assim, meus irmãos. Porventura uma fonte lança pela mesma
bica água doce e água salgada? (Tiago 3) Bates Littlehales, National Geographic
O que tem sede que se aproxime; e o que deseja beba gratuitamente da água da vida. (Apocalipse, 22)
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Citaremos
as 3 (três) festas bíblicas e seu significado. Festas que não são
celebradas pela igreja a mais de 1700 anos, e são mandamentos perpétuos
do Eterno.
FESTA DE PESSACHOU FESTA DE PÁSCOA
A
Festa de Pessach celebra a vida. Comemorar Pessach é obedecer ao
Eterno, a sua Palavra e aos seus mandamentos - e perceber a extensão
espiritual e vivê-la. Pessach ocorre no décimo quinto dia do mês de
Nissan, na estação da primavera. É comemorada de acordo com o
direcionamento bíblico por um período de sete dias. Destes, o primeiro e
o último dia são considerados como Yom Tov (Dia Festivo – festas) nos
quais nenhum trabalho é realizado. Nos outros dias que se seguem um
trabalho leve é permitido.
No relato bíblico do livro de Êxodo,
Pessach surge com a intervenção carinhosa de Elohim para libertar seus
filhos da escravidão do Egito. Segundo a tradição bíblica judaica,
Pessach comemora a saída do povo judeu da nação do Egito. De fato, a
cerimônia de Pessach segue uma ordem pré-estabelecida pela Torah e pela
tradição bíblica. A Torah ordena: “Conservareis, de geração em geração,
como instituição perpétua”. Êxodo 12:14. A idéia básica do Seder é a
obrigação que cada um tem de reviver e recriar a experiência da noite em
que os nossos irmãos judeus partiram do Egito. A simbologia do Seder é
para judeus e gentios.
Para nós a Páscoa é realizada como a obra
perfeita para toda a humanidade - Yeshua HaMashiach quando foi entregue
como “O Cordeiro Perfeito” derramando o seu sangue em favor de toda
humanidade, para nos livrar da morte e perdoar os nossos pecados. “...
pois Yeshua, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós”. Pelo que celebremos
a festa, não com fermento velho, nem com o fermento da maldade e da
malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade” (I Co 5:7b,8). O
apóstolo João quando viu Yeshua disse: “... Eis o Cordeiro de Elohim,
que tira o pecado do mundo”! (Jo 1:29b). O Cordeiro Pascal torna-se
símbolo do preço pago por Elohim pelo resgate de Israel e do mundo
inteiro. Assim sendo, somos ordenados a cumprir o estatuto perpétuo)
como nos ensinam as Escrituras Sagradas: comendo pães ázimos e ervas
amargas para que possamos lembrar quão amargo é viver na escravidão e no
sofrimento do Egito (símbolo do mundo e do pecado). Fazendo assim,
estaremos obedecendo ao mandamento. “Naquela noite comerão a carne
assada ao fogo, com pães ásmos e ervas amargas”. (Ex. 12:8) Além de
celebrarmos Pessach, devemos fazer com que esta mitzvah seja conhecida
por todos - assim nos ordena o Eterno: “Portanto, guardai isto por
estatuto para vós e para vossos filhos, para sempre. Quando vossos
filhos vos perguntarem: que cerimônia é esta? Respondereis: Este é o
sacrifício da Páscoa ao Eterno, que passou por cima das casas dos filhos
de Israel no Egito, quando feriu os Egípcios e livrou as nossas casas.
Então o povo se inclinou e adorou”. (Êxodo 12: 24, 26,27).
Podemos
com toda liberdade, e sem nenhum preconceito, restaurar as raízes
bíblicas judaicas da nossa fé, saboreando as comidas simbólicas do Seder
que têm como intenção ajudar, aos que foram chamados para serem
santos, a obedecer às Escrituras Sagradas, e a vivenciar o sofrimento e a
redenção do povo de Elohim.
São aproximadamente 1700 anos que a
Igreja não comemora esta importante festa bíblica, como se deve. É uma
festa que fala de libertação, que simboliza a “passagem” das trevas para
A luz, a “Luz do Senhor”. É a única festa bíblica que traz o juízo de
D’us sobre os espíritos malignos que atuam na vida do homem e potestades
que atuam nas cidades.
Celebraremos Pessach dia 19/04/2011, na Sede do Logos & Rhema. Informações: (37)3232-5777. Você é nosso Convidado!
FESTA DE SHAVUOT OU FESTA DE PENTECOSTES
“CHAG
HA'SHAVUOT" significa "Festa das Semanas"; o término da contagem de
sete semanas (Sefirat Ha' Omer) que se inicia no segundo dia de Pessah
(Páscoa). Ou "Festa da Ceifa" e Yom Ha' Bikurim, ressaltando seu caráter
agrícola.
O que significa OMER?
OMER é uma antiga medida
agrícola. No segundo dia de Pessah costuma-se levar ao templo uma oferta
de um OMER de cevada recém colhida, em comemoração "SEFIRAT OMER", a
contagem dos 49 dias entre Pessah e Shavuot (Pentecoste).
Em Pessah
comemoramos a libertação do povo Judeu do cativeiro no Egito. Porém, a
liberdade física não é um fim em si, mas sim, um meio para um fim maior;
a liberdade espiritual. E esta é associada à entrega da Torá ao povo de
Israel no Monte Sinai, em "Shavuot". O Êxodo marcou o nascimento dos
judeus como um povo, enquanto que a revelação no Sinai forneceu ao povo
recém-nascido a substância moral e ética que o sustentaria através dos
tempos.
A liberdade não tem sentido se não for acompanhada do
COMPROMISSO. Se não há lei e disciplina, deveres e obrigações, a
liberdade transforma-se em anarquia.
E nós, como seguidores de Jesus,
celebramos também a constituição da "Igreja", que deve ser para todos
nós uma grande alegria celebrar "Shavuot". Atos 2:1-2; Atos 2:5; ;Atos
2:41.
FESTAS DAS SEMANAS
A base Bíblica para
celebrarmos Shavuot encontra-se na Torah – cinco primeiros livros da
Bíblia Sagrada – através dos seguintes mandamentos: “E proclamareis
nesse mesmo dia, e haverá para vós convocação de santidade, nenhuma obra
servil fareis; estatuto perpétuo em todas as vossas habitações pelas
vossas gerações”. Levítico 23:21
FESTA DE "SUCOT" OU TABERNÁCULOS
“Fala
aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do Senhor que
proclamareis, são santas convocações. São estas as minhas festas”.
(Levítico 23:1-2). As festas são estatutos perpétuos estabelecidos e
ordenados por D'us. Podemos citar: Páscoa (Pessach) Levítico 23:4-8,
Pentecostes (Shavuot) Levítico 23:15-22, Tabernáculos ( Sucot) Levítico
23:33-43. Convocar o povo à festejar e proclamar as santas solenidades
do Senhor é papel nosso como Igreja fundada por Yeshua Ha Mashiach,
Jesus o Cristo. Em hebraico o termo convocação significa “chamar para
reunião”.
Por isso, o povo se reúne, com alegria e ações de graça, em
agradecimento à D'us por tudo que Ele tem feito a nosso favor. Através
desta festa, somos estimulados a proceder de maneira reta e santa diante
de D'us, pois só há colheita se houver plantio. Isto quer dizer que
vivemos dentro de um ciclo anual que só se torna completo quando todas
as etapas são bem executadas. Assim, somos compelidos a viver em
obediência e santidade ao Senhor durante todo o ano, para que a colheita
seja bem sucedida. Duas ordenanças devem ser observadas neste período
festivo: A Sucah
“Celebrareis esta Festa ao
Senhor durante sete dias cada ano. É estatuto perpétuo pelas vossas
gerações: no sétimo mês a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas”.
Levítico 23:41-42. A palavra Sucah significa: cabana, tenda ou uma
construção frágil e temporária; seu teto é feito de ramos, palha,
arbustos ou ripas de madeira soltas, para que as estrelas sejam vistas;
por ele infiltram chuva, vento e a luz do sol. Base bíblica para
convocação de não judeus celebrarem a Festa dos Tabernáculos “Então
todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém,
subirão de ano em ano para adorar o Rei, O Senhor dos Exércitos, e para
celebrar a Festa dos Tabernáculos. Se alguma das famílias da terra não
subir a Jerusalém, para adorar o Rei, O Senhor dos Exércitos, não virá
sobre ela a chuva”. Zacarias 14: 16-17.
(Hag)
Festa, Festa Religiosa
(Hagag) é um verbo que
significa: “Festejar”
deriva provavelmente da raiz
“houng” que significa
“círculo”, de onde vem a
idéia de fazer uma roda,
dançar evocando o rito das
danças Sagradas, ou de andar
em volta de um altar
sacrificial, um rito de
peregrinação quase
universal.
A idéia básica é: Observar
uma festa ou celebrar um
dia de “santificação”.
Ordem de Deus para Faraó.
“Depois foram Moisés e Arão
e disseram a Faraó: Assim
diz o Senhor, o Deus de
Israel: deixa ir o meu povo,
para que me celebre uma
Festa no deserto.” (Ex 5:1)
O Substantivo “Hag” designa
as vocações Sagradas
durante as quais são
realizados os ritos próprios
de cada solenidade. Na
Bíblia “todas as Festas” tem
como origem um mandamento de
Adonai, mesmo quando suas
raízes se encontram nos
ciclos da natureza e das
estações. O Mandamento é
usado para expressar
autoridade Divina.
Todos esses dias estão
baseados em Mandamentos
específicos da Torah e será
como memorial; no hebraico é
“Zikarôm”.
“Este dia vos será por
memorial, e celebrá-lo-eis
por Festa ao Senhor; nas
vossas gerações o
celebrareis por estatuto
perpétuo.”(Ex 12:14)
“Dize aos filhos de Israel:
No sétimo mês, ao primeiro
do mês, tereis descanso
solene, um memorial com som
de trombeta, santa
convocação.”(Lv 23:24)
Este é um termo técnico
muito preciso mediante o que
as pessoas tem em sua
memória avivada, trazendo a
lembrança à essência do
culto religioso para
proveito do homem.
- A raiz da palavra memorial
significa: Ferroar,
espinhar, fazendo-nos
lembrar o que foi dito.
Aquilo que espinhar,
penetra ou estimula a mente
e serve-nos de lembrete.
Exemplo: A Páscoa faz-nos
lembrar como o Senhor poupou
o seu povo, tirando-os das
mãos de Faraó. “Portanto,
guardai isto por estatuto
para vós e para os vossos
filhos, para sempre. Quando
tiverdes entrado na terra
que o Senhor vos dará, como
tem dito, guardareis esta
cerimônia. Quando vossos
filhos vos perguntarem: Que
cerimônia é esta?
Respondereis: Este é o
sacrifício da Páscoa ao
Senhor, que passou por cima
das casas dos filhos de
Israel no Egito, quando
feriu os egípcio, e livrou
as nossas casas. Então o
povo se inclinou e adorou.”
(Ex 12:24-27)
No Novo Testamento a
palavra Memorial aparece
por três vezes.
1º. A Mulher que ungiu a
Yeshua com ungüento caro,
preparando o seu corpo para
sepultamento.
O
Memorial servirá em favor
dela (Cf Mt 26:13)
2º. Oração do justo Cornélio
servirá de perene
Memorial em favor dele.
(Cf At 10:4)
3º. Todas as vezes que
celebramos a “ceia” temos o
propósito de relembrar,
trazer a memória à pessoa de
Yeshua. (Cf Lc 22:19) (I Co
11:24-25)
As Memórias servem para
destacar aquilo que é
importante do comum. O
Shabat é relacionada no
Decálogo como um
memorial.“Lembra-te do dia
de sábado, para o
santificar”. (Ex 20:8)
A primeira Festa citada no
Código de Santidade é o “Shabat”.
“Disse o Senhor a Moisés:
Fala aos filhos de Israel e
dize-lhes: As festas fixas
do Senhor, que proclamareis,
serão santas convocações;
são estas as minhas festas.
Seis dias trabalhareis, mas
o sétimo será o sábado do
descanso solene, santa
convocação; nenhuma obra
fareis; é sábado do Senhor
em todas as vossas moradas.”
(Lv 23:1-3).
O
Sábado vem à frente, como a
primeira Festa, como que
encabeçando, ou melhor,
convencendo o homem e
persuadindo-o, a um objetivo
único “Santidade”.
“... sem a santificação
ninguém verá o Senhor.” (Hb
12:14b)
A guarda do Sábado é um dia
de “Festa” onde devemos
“honrar” esse dia que nos é
dado pelo Criador como um
presente, uma dádiva dos
céus. O “Shabat” significa
no hebraico descansar,
cessar algo que se estava
fazendo, repouso.
Em Êxodo 20:10 o mandamento
associa a guarda do “Shabat”
ao fato do próprio Deus ter
descansado no sétimo dia,
depois de seis dias de
trabalho. (Cf Gn 2:2-3)
O Sábado, portanto é um
convite a reconhecer a “Soberania
de Deus”.
O Sábado é um sinal da
Aliança de Deus com o
homem. “Os filhos de Israel
guardarão o sábado,
celebrando-o nas suas
gerações por aliança
perpétua. Entre Mim e os
filhos de Israel será ele um
sinal para sempre, pois em
seis dias fez o Senhor o céu
e a terra e ao sétimo dia
descansou e tomou alento.”
(Ex 31:16-17) (Cf Ez 20:12)
Após o “Shabat” haver
terminado, a “havdalá” é
dita. A palavra “havdalá”
significa: “separação”. A
cerimônia deve ser realizada
para assinalar a divisão
entre o “Shabat” (que é
santo) e o resto da
semana que são dias comuns.
Podemos compreender bem, a
profundidade desta
cerimônia, e a necessidade
que temos como povo de Deus
de colocá-la em prática;
porque a cada semana que
guardamos o “Shabat”,
estamos profetizando
que iremos separar
com firmeza aquilo que é
santo do profano. O
profeta Ezequiel, quando
fala da “Restauração”, ele
deixa bem claro que a tarefa
dos sacerdotes e levitas é
ensinar o povo à diferença,
a divisar e identificar
entre o Santo e o profano.
“O meu povo ensinarão a
distinguir entre o Santo e o
profano, e o farão discernir
entre o impuro e o puro.” (Ez
44:23)
Assim sendo, as celebrações
bíblicas que estão
prescritas na Torah são tão
necessárias para nós, que ao
voltarmos a celebrá-las como
fazia a Igreja primitiva,
deve ser considerado uma
honra, um privilégio como
também um grande benefício
espiritual individual e
coletivo para o povo de
Deus.
“... As minhas leis e os
meus estatutos em todas as
minhas festas fixas
guardarão, e os meus sábados
santificarão.” (Ez 44:24b)
Zacarias profetiza que as
nações celebrarão as Festas.
Então compreendemos que elas
são determinadas pelo Senhor
não apenas para os judeus,
como também para os gentios.
“Então todos os que restarem
de todas as nações que
vieram contra Jerusalém,
subirão de ano em ano para
adorar o Rei, o Senhor dos
Exércitos, e celebrar a
Festa dos Tabernáculos. Se
alguma das famílias da terra
não subir a Jerusalém, para
adorar o Rei, o Senhor dos
Exércitos, não virá sobre
ela a chuva. Se a família
dos egípcios não subir, nem
vier, cairá sobre eles a
praga, com que o Senhor
ferirá as nações que não
subirem a celebrar a Festa
dos Tabernáculos. Este será
o castigo dos egípcios e o
castigo de todas as nações
que não subirem a celebrar a
Festa dos Tabernáculos.”(Zc
14:16-19)
O profeta Jeremias no
capítulo quatorze e quinze
compartilha da indignação de
Adonai por causa dos pecados
do povo. O Senhor estava
irado, principalmente
com os líderes, pois não
ensinavam o seu povo separar
o santo do profano.
Porque o modelo de serviço
dos líderes é o interesse
próprio. A Bíblia Sagrada
classifica esse
comportamento como aquele
que busca alguma coisa de
valor para si mesmo, e não
visa o bem estar da
comunidade. (Cf Ez 34:2)
O ensino de Yeshua está em
perfeita harmonia com a
Torah e os profetas, cujo
objetivo é orientar e
encaminhar o homem, a fim de
que seu comportamento seja
modificado; a alma tratada.
A principal coisa na
Restauração da Fé Bíblica é
a recuperação, o conserto,
pondo em bom estado as
nossas almas.
Yeshua diz assim: “... Se
alguém quiser vir após mim,
renuncie-se a si mesmo...”.
(Mt 16:26a)
“... renuncie-se a si
mesmo...”. É aquele que
conseguir libertar-se do seu
próprio “Eu” (ego); pode
então servir ao Senhor
completamente. O ego é a
personalidade do indivíduo,
a alma humana.
A segunda ordenança de
Yeshua é: “... tome a sua
cruz e siga-me.” (Mt 16:24b)
Para entendermos melhor a
citação do Senhor a respeito
da “cruz”, vejamos o
contexto histórico da época.
Quando Yeshua era criança,
tinha acabado de voltar do
exílio no Egito com seus
pais, que haviam fugido do
furor assassino de Herodes,
(Cf Mt 2:13-16) havia
explodido a revolta de Judas
o Galileu; todo o grupo de
pessoas unidas a ele contra
as determinações de Roma
(ano 6 d.C) foram
impiedosamente reprimidos
pelo governo romano, e a
cruz foi o instrumento de
tortura usado para que dois
mil homens fossem
crucificados. Você encontra
no livro de Atos dos
apóstolos Gamaliel se
referindo a Judas o Galileu.
(Cf At 5:37)
Não devemos nos esquecer que
a “cruz” é ferramenta de
tortura dos romanos e de
outros povos produzindo
violência física. A ocupação
militar romana executava
seus condenados à morte com
uma lei de escravo. Assim
fizeram com nosso rabino
Yeshua HaMashiach.
Hoje, Roma e outras nações
pagãs, não usam a cruz
física para submeter seus
oponentes à morte. Porém,
lança um dardo espiritual
inflamado tão poderoso,
que é capaz de aprisionar os
homens a eles mesmos e aos
seus ídolos.
A conseqüência é o cativeiro
do ser humano às suas
doutrinas filosóficas pagãs,
ao misticismo, vivendo num
mundo imaginário. Tudo isso
produz intenso sofrimento
moral, muita angústia que
pode gerar a morte. Esta é
uma forma sutil, porém,
violenta de submeter às
pessoas a tortura.
O profeta Jeremias recebeu
do Senhor uma amarga
responsabilidade:
retornar com o povo de Deus
para a sua Palavra,
principalmente para a Torah.
“Portanto assim diz o
Senhor: Se tu voltares,
então te trarei, e me
servirás...”. (Jr 15:19a)
Para que isto acontecesse,
seria necessário um processo
de refinamento (ato de
separar uma substância dos
elementos que lhe são
estranhos, purificar)
através do juízo de Adonai
(cativeiro babilônico) a
fim de separar a escória do
verdadeiro e precioso metal,
como a prata e o ouro. “...
se apartares o precioso do
vil, serás o meu
porta-voz...” (Jr 15:19b)
Se, obedecermos ao Senhor e
confessarmos os nossos
pecados, principalmente a
nossa infidelidade, como
reconheceu Esdras e Neemias,
os líderes do período da
Restauração; (Cf Ed 9:1-15)
(Ne 9:1-38) com certeza o
Eterno nos ouvirá e
ficaremos livres dos juízos
do Senhor.
Porque Deus insiste tanto na
celebração das Festas?
Primeiro: Porque
as celebrações Bíblicas nos
restituem o nosso Direito
de Unidade da nossa Fé com
Israel, acertando assim
a nossa situação jurídica
que estava pendente, pois, a
Lei (Torah) prescreve: “...
as Festas do Senhor, que
proclamareis como santas
convocações são estas.” (Lv
23:2)
Se deixarmos de cumprir a
ordenança do Eterno, a nossa
situação relativa ao direito
fica como que pendurada,
pendente, mais inclinada
para a queda que qualquer
outra coisa. Se obedecermos
ao que está prescrito,
entramos em acordo com as
normas da Torah e então
ganhamos a estima, a
regeneração moral perante
Israel, nossos verdadeiros
pais espirituais,
podendo assim cumprir em
nossa vida as palavras do
profeta Malaquias.
“Lembrai-vos da Lei de
Moisés, meu servo, a qual
lhe mandei em Horebe, para
todo o Israel, os estatutos
e juízos. Vede, Eu vos
enviarei o profeta Elias,
antes que venha o dia grande
e terrível do Senhor. Ele
converterá o coração dos
pais aos filhos, e o coração
dos filhos aos pais, para
que Eu não venha e fira a
terra com maldição.” (Ml
4:4-6)
A devolução do nosso Direito
de Unidade da nossa Fé com
Israel é um bem muito
precioso que teremos de
volta, que retornará às mãos
da Igreja de Yeshua.
Vejamos no livro de Bereshit
(Gênesis) para tentarmos
entender com base bíblica o
que estamos afirmando.
“Então o Senhor Deus fez
cair um sono pesado sobre o
homem, e este adormeceu;
tomou, então uma das suas
costelas, e fechou a carne
em seu lugar. Então da
costela que o Senhor Deus
tomou do homem, formou a
mulher, e a trouxe ao
homem.” (Gn 2:21-22)
Os Rabinos ensinam que o
fato de a mulher ter sido
tirada do corpo do homem
explica o desejo que “Ele”
possui de estar unido a ela.
Então podemos afirmar que a
unidade entre os dois foi
celebrada e determinada pelo
Eterno desde a criação da
mulher. O apóstolo Paulo
escrevendo aos Efésios ele
diz assim: “Afinal de
contas, nunca ninguém odiou
a sua própria carne, antes a
alimenta e sustenta, como
também o Senhor à Igreja;
pois somos membros do seu
corpo. Por isso deixará o
homem o seu pai e a sua mãe,
e se unirá a sua mulher, e
serão os dois uma só carne.
Grande é este mistério, mas
eu me refiro a Yeshua e a
Igreja.” (Ef 5:29-32)
O Mistério que o apóstolo
está se referindo, consiste
na Restauração da unidade
entre Israel e a Igreja,
antes, uma revelação oculta,
mas agora descoberta e
declarada.
E porque a mulher foi tirada
de uma costela, de um osso?
Para chamar a nossa atenção
em relação quanto a nossa
Vocação Sacerdotal, nosso
chamado espiritual. Nosso
chamado está limitado a um
corpo e no interior dele.
“Disse o homem: Esta é agora
osso dos meus ossos, carne
da minha carne; ela será
chamada mulher, pois do
homem foi tomada.” (Gn 2:23)
Tradução Original: “... Esta
aqui, esta vez, é osso dos
meus ossos, carne da minha
carne e esta será chamada
mulher, pois do homem foi
tomada.” Esta no hebraico é
“zôt” é empregado três vezes
neste versículo para marcar
a alegria do homem quando
ele recebe sua mulher. Ele a
acolhe com uma tríplice
benção: “... Esta aqui, esta
vez é osso dos meus ossos...
esta será chamada mulher”.
O corpo é sustentado pelo
arcabouço (esqueleto) os
ossos. Assim, podemos
afirmar que nos “ossos” está
a estrutura da Igreja; e que
o seu chamado é limitado a
um corpo e no interior dele.
Quando o Rei Davi consolidou
o Reino e o poder sobre todo
o Israel, ele unificou o
reino, reunindo-o como um só
corpo. (Atenção: O Reino de
Davi simboliza o reino de
Yeshua, firme, forte, sólido
e durável; e Ele fará
convergir todos para um só
fim). Os anciões de Israel,
representantes das tribos,
vieram a Davi que estava em
Hebrom, porque reconheceram
a sua autoridade sobre toda
a nação. A Bíblia diz que
uma multidão juntou-se ao
grupo e assim ocorreu uma
grande assembléia, com
numerosos representantes
vindos de todo o país, a fim
de dar posse a rei. “Dia a
dia vinha Davi para o
ajudar, até que se fez um
grande exército, como o
exército do céu. Ora estes
são os números dos chefes
armados para a peleja, que
vieram a Davi em Hebrom,
para transferir a ele o
reino de Saul, conforme a
Palavra do Senhor.” (I Cr
12:22-23)
A aliança foi selada com os
mesmos termos usados pelo
homem para marcar a sua
alegria quando ele recebeu a
sua mulher.
“Todo o Israel se ajuntou a
Davi em Hebrom, e disse:
Somos teus ossos e tua
carne.”
(II Sm 5:1) (Cf I Cr 11:1)
Cremos irmãos, que Adonai
não aceitará, outro termo de
compromisso para selar a
unidade entre Israel e
Igreja a não ser o que já
foi estabelecido na sua
palavra. “... Esta aqui,
esta vez, é osso dos meus
ossos, carne da minha carne
e esta será chamada mulher,
pois do homem foi tomada.” (Gn
2:23)
Cabe a nós clamarmos ao
Eterno por misericórdia,
sabedoria, discernimento,
coragem para declararmos com
as nossas atitudes a
unidade da nossa Fé com
Israel.
Segundo – Porque
as celebrações bíblicas
contêm elementos espirituais
muito ricos que tratarão o
nosso ser.
Terceiro – As
celebrações nos ajudarão
a preservar em nossa memória
aquilo que Deus aprova.
Então, precisamos ser bem
criteriosos, comedidos,
sinceros, cheios de
discernimento nas
celebrações, pois elas não
se resumem no “Shabat”. Se
ficarmos apenas no Shabat,
temos uma meia verdade, e
uma meia verdade não é
verdade.
O Calendário Bíblico
Religioso dá início do mês
de Nissân (março e abril)
ele marca o começo dos meses
religiosos.
“Disse o Senhor a Moisés e a
Arão na terra do Egito: Este
mês será para vós o primeiro
mês, o primeiro mês do ano.”
(Ex 12:1-2) (Cf Lv 23:5)
Dotado de dois calendários
especiais o povo de Deus
possui o Ano Religioso e o
Ano Civil. O ano civil dá
início no mês de “Tishri”
(setembro e outubro). Esse é
também o ano judaico. Entre
os dias festivos principais
chamados “Os Grandes Dias
Santos” se encontram
“Rosh Hashaná” (Ano Novo) e
“Hag Zikaron Teruah” (Festa
das Trombetas) (Cf Lv 23:24)
o “Yom Kippur” (O dia do
Perdão) no hebraico são
chamados: “Yomim Noraim”
(Dias de Temor).
As três Festas que são
denominados “Festa da
Peregrinação” em hebraico,
são chamados “Shalosh
Regalim” (As três
Peregrinações): “Sucot” (Tabernáculos),
“Pessach” (Páscoa) e
“Shavuot” (Pentecostes).
Porque os judeus em
obediência a Torah faziam
uma peregrinação, de todas
as partes de Israel, até o
templo em Jerusalém.
“Três vezes no ano me
celebrareis Festa. A Festa
dos pães asmos guardarás,
sete dias comerás pães asmos,
como te ordenei, ao tempo
apontado, no mês de Nissân,
pois nele saíste do Egito,
ninguém apareça de mãos
vazias perante Mim. Guardará
a Festa da sega dos
primeiros frutos do teu
trabalho quando tiveres
recolhido do campo os frutos
do teu trabalho. Três vezes
no ano, todos os homens
aparecerão diante do Senhor
Deus.”
(Ex 23:14-17) (Cf Dt
16:16-17)
“Rosh Hashaná”e “Hag Zikaron
Teruah”
“Rosh Hashaná” é o Ano Novo
Judaico. O primeiro dia é
conhecido como “Rosh Hashaná”
que quer dizer em hebraico
“Cabeça do Ano”. Trata-se de
uma festividade alegre, mas
ao mesmo tempo, solene,
celebrada durante dois dias;
junto com a Festa das
Trombetas em hebraico “Hag
Zikaron Teruah”. “Dize aos
filhos de Israel: No sétimo
mês, ao primeiro do mês,
tereis descanso solene, um
memorial com som de
trombeta, santa convocação.”
(Lv 23:24) (Cf Nm 29:1)
O termo “Zikaron Teruah”
significa o som (alarme) das
Trombetas.
1º. O Som do Shofar,
nós temos a obrigação de
tocar e ouvir.
Maimônides diz que: o Som do
Shofar é um chamamento à
nossa consciência, cujo
objetivo é despertar-nos,
dando-nos um impulso
inspirador para nos
dedicarmos a Torah. 2º. O Som do Shofar
nos liberta do engano
dos sentidos ou do espírito
que faz tornar a aparência
em realidade; as quais nós
nos perdemos enganados pelo
inimigo e levados pelos
nossos próprios instintos,
que juntos trabalham para
encobrir-nos a verdade (Torah).
3º. O Som do Shofar
confunde Satanás que
tenta nos subjugar e nos
derrotar, quando nós nos
despertamos para a verdade e
para o serviço de Deus. 4º. O Shofar é um
instrumento de convocação
dos pecadores ao
arrependimento. 5º. O Som do Shofar
anuncia a vinda do Senhor.
(Cf I Co 15:52) (I Ts
4:16-17) 6º. O Som do Shofar
anunciará os juízos de
Deus. (Cf Ap 8:7, 8, 10,
12)) (Ap 9: 1,13) (Ap
9:11-15)
Bênçãos do Shofar:
“Baruch ata Adonai Eloheinu
Melech Haolam, Asher
Kedshanu Bemitzvotav
vertzvanu lishmoa Kol Shofar.
B’Shem Yeshua HaMashiach.
“Abençoado é você Senhor
nosso Deus, criador do
universo, que nos torna
sagrados com suas bênçãos e
conclama-nos a ouvir o som
do Shofar. Em nome de Yeshua
HaMashiach.
“Baruch ata Adonai Eloheinu
Melech Haolam, Shehecheyanu
Vekinanu V’Higuianu Lazman
Hazé. B’Shem Yeshua
HaMashiach.
“Abençoado é você Senhor
nosso Deus, criador do
universo, por nos dar a
vida, sustentar-nos e
permitir-nos alcançar este
momento. Em nome de Yeshua
HaMashiach.
A partir do primeiro dia do
mês de “Ellul” um mês antes
de “Rosh Hashaná” são
recitados orações pelos
judeus “sefaradin” com uma
preparação para o “Grande
dia do juízo Divino”; pois,
esse dia abre o julgamento
decisivo e temeroso dos dez
dias que se seguem até “Yom
Kippur”.
Em “Rosh Hashaná” o Eterno
se coloca em seu trono de
juízo onde todas as
criaturas passam ante d’Ele
como um rebanho de ovelhas.
O julgamento vai determinar
não somente o nosso
destino material,
durante o Ano que inicia,
como também a avaliação
espiritual de cada um
segundo os frutos
produzidos. “Todo ramo em
Mim que não dá fruto Ele
corta, e todo ramo que
produz fruto Ele o poda,
para que produza mais fruto
ainda.”( Jo 15:2)
Mas a decisão que o Eterno
toma a nosso respeito nesse
dia, não é selada até o dia
de “Yom Kippur”. Então
compreendemos que ela pode
ser mudada para melhor no
decorrer dos dez dias
intermediários. Esses são
dias de exame da alma e
arrependimento, o que em
hebraico significa
literalmente “mudar”.
Então a ênfase recai não só
em sentir-se culpado pelo
que tenha feito ou deixado
de fazer, mas também
“decidir mudar” o estilo de
vida anterior que se vinha
seguindo e agir de modo
diferente no novo ano que
inicia. Em “Rosh Hashaná”
Deus apresenta-se a nós como
rei e isso nos compromete
aceitar sua vontade expressa
na Torah.
O serviço de “Rosh Hashaná”
é seguido em casa por um
“Kidush” (cálice com vinho)
e uma Festa. A “Chalá” (pão)
não é servido em forma de
trança como o resto do ano,
mas redonda simbolizando
o ano que apenas começou. É
costume comer o pão
mergulhado no mel, a fim
de indicar a “Esperança”
de que o ano vindouro seja
bastante doce. Usam também
Maçãs com Mel.
Algumas famílias
tradicionais comem a cabeça
de peixe nesta noite, pois,
a palavra “Rosh” significa
na verdade a cabeça do Ano.
“Yom Kippur”
Depois do juízo Divino que
teve lugar em “Rosh Hashaná”,
fixando o destino de cada um
para todo o Ano Novo que se
segue, um prazo nos é
outorgado até o grande e
temeroso dia de “Yom Kippur”
que sela o juízo.
Esse período de “Dez dias”,
entre “Rosh Hashaná” e “Yom
Kippur” é designado como os
“Dez Dias” de “teshuvá”.
Período durante o qual temos
que fazer um exame de
consciência e passar em
revista nossas ações e nossa
conduta, procurando ver se
elas estão em harmonia com a
Vontade do Eterno, expressa
em sua palavra. Devemos
procurar reparar nossas
faltas e buscar a
purificação de nossas almas.
Assim realizamos uma
“teshuvá” completa.
De acordo com a “Midrash”.
“O Senhor é a minha luz...”
em “Rosh Hashaná”. E em “Yom
Kippur” “... é a minha
salvação...” (Sl 27:1)
“Yom Kippur” é chamado em
inglês “Day of Atonement”
(Dia da Expiação) e em
português (Dia do Perdão).
“Isto vos será por estatuto
perpétuo; No sétimo mês, aos
dez do mês, afligireis as
vossas almas, e nenhuma obra
fareis. Nem o natural, nem o
estrangeiro que peregrina
entre vós”. (Lv 16:29) (Cf
Lv 23:27) (Cf Nm 29:7)
Ambas as denominações Dia da
Expiação e Dia do Perdão
estão corretas, embora as
palavras expiação e perdão
não signifiquem a mesma
coisa.
A palavra “Kippur” contém
ambos os sentidos:
expiação e perdão.
Expiação significa: remissão
dos pecados. “Porque nesse
dia far-se-á expiação por
vós, para serdes
purificados. Diante do
Senhor sereis purificados de
todos os vossos pecados.”
(Lv 16:30)
O significado literal: “...
far-se-á expiação por
vós...” no contexto da Torah
é que enquanto o templo
existiu o “Cohen Gadol”
(Sumo Sacerdote) fazia
expiação por Israel inteiro
nesse dia, como
representante do povo
Judaico. Não se deve pensar
que durante o serviço do
templo o Sumo Sacerdote
concedeu obsolvição. As
palavras “... sereis
purificados perante o
Senhor...” indicam que ele
apenas oficiava como o
representante do povo. O
perdão provém somente de
Deus.
O profeta Isaías anuncia
aquele que faria expiação
por nós perante o Eterno. (Cf
Is 53:4-11)
O apóstolo João anuncia-o
como o Cordeiro de Deus que
fará expiação pelos nossos
pecados. “... Eis o cordeiro
de Deus que tira o pecado do
mundo.” (Jo 1:29b)
Assim, por meio d’Ele os
homens têm acesso a Deus,
reconciliando tanto judeus
quanto gentios. “E pela cruz
reconciliar ambos com Deus
em um só corpo, matando com
ela a inimizade. E, vindo,
Ele evangelizou a paz a vós
que estáveis longes, e aos
que estavam pertos. Pois por
Ele, ambos temos acesso ao
Pai em um mesmo espírito”.(Ef
2:16-18)
As palavras “estatuto
perpétuo”. “Será sábado de
descanso para vós, e
afligireis as vossas almas;
é estatuto perpétuo.” (Lv
15:31) (Cf Lv 16:29) (Lv
23:31)
Mostra-nos claramente que a
expiação continuará a ser
feita por nós. Fazemo-la
através do jejum, da oração
e da confissão dos nossos
pecados tanto individuais
como comunitários. Devemos
fazê-la como uma “Mitsvot”
em obediência ao calendário
Bíblico, como está
determinado pelo Senhor em
sua Torah.
“No dia dez deste sétimo mês
será o dia da expiação.
Tereis santa convocação,
afligireis as vossas almas,
e oferecereis oferta
queimada ao Senhor.” (Lv
23:27)
A oração de Davi suplicando
ao Eterno que purifique o
seu ser. (Cf Sl 51:2) (I Jo
1:7-8)
A visão judaica é bem
clara quando ensina que
em “Yom Kippur” só são
perdoados os pecados
cometidos pelo homem contra
Deus. O pecado contra
Deus é pecado deliberado
(decidido, proposital,
premeditado). A Bíblia deixa
bem clara a diferença entre
o pecado por ignorância (Cf
Nm 15:25-28) e o pecado
deliberado. Nós devemos
saber discernir entre os
dois casos. “Mas a pessoa
que fizer uma coisa
deliberadamente quer seja
dos naturais, quer dos
estrangeiros, injúria ao
Senhor; tal pessoa será
eliminada do meio do seu
povo. Porque desprezou a
palavra do Senhor, e anulou
o seu mandamento, totalmente
será eliminada essa pessoa,
e a sua iniqüidade será
sobre ela”. (Nm 15:30-31)
Exemplo: Pecados dos filhos
de Elí. (Cf I Sm 2:25)
Pecado Saul. (Cf I Sm
13:8-14) (I Sm 15:1-26)
“... Rejeitaste a palavra do
Senhor e Ele te
rejeitou...”. (I Sm 15:26b)
Os pecados cometidos pelo
homem contra os seus
semelhantes, não serão
perdoados por Deus, até que
tenha sido perdoado pela
pessoa contra quem foi
cometido.
As palavras: “... é um
sábado solene para vós...”.
(Lv 16:31) mostra-nos que
todas as leis que se aplicam
ao “Shabat” com referência
ao trabalho aplicam-se
também ao “Yom Kippur”, e
que devemos flagelar nossas
almas pelo jejum. O
propósito do jejum nesse dia
não é por sinal de luto como
acontece com “Tisha B’Av”.
(9º dia de Av); mas sim o
purificar de nossos
pensamentos e buscar a graça
e a misericórdia do Eterno
em nosso favor.
No encerramento do dia de
“Yom Kippur”, pronunciamos
o:
“Shemá Israel, Adonai
Eloheinu, Adonai Echad”
(Ouve, ó Israel, O Eterno é
nosso Deus, o Eterno é
único)
Três vezes se repete:
“Baruch Shem Kvod
Malchutei Leolam Vaed”
(Bendito seja o nome daquele
cujo glorioso nome é Eterno)
Por sete vezes seguidas se
pronuncia a profissão de Fé:
“Adonai Hu HaElohim”
(Só o Eterno é Deus)
Faz-se então o toque do
Shofar, que é pronuncio a
“Redenção Final” ao
acompanhamento da
proclamação de: “Leshaná Habá
B’Yerushalaím”
(No ano vindouro em
Jerusalém)
No antigo calendário israelita estão relacionadas três festas (Ex
23.14-17; 34.18-23): a primeira é a Páscoa, celebrada junto à dos Ázimos
ou Asmos; a segunda é a Festa das Colheitas ou Semanas que, a partir do
domínio Grego, recebeu o nome de Pentecostes; finalmente, a festa dos
Tabernáculos ou Cabanas. As duas primeiras celebrações foram adotadas
pelo cristianismo, porém, a terceira foi relegada ao esquecimento.
Este
estudo abordará a Festa das Colheitas ou Semanas, a partir de sua
celebração no culto israelita. Seria extremamente exaustivo tentar
abordar a origem dessa festa a partir dos cananeus, ou de outros povos
do Antigo Oriente Médio. Todavia, é perfeitamente justo suspeitar que o
costume de realizar a Festa das Colheitas pertencia aos cananeus. Há
três razões que substanciam esta suspeita:
Os agricultores sedentários cananeus dominavam os férteis vales de Canaã quando os hebreus chegaram à Canaã;
Originalmente, os hebreus ou israelitas não eram agricultores, mas
pastores de ovelhas, vivendo como semi-nômades nas montanhas centrais e
estepes localizadas nas periferias das ricas regiões agrícolas de Canaã;
Pouco a pouco, o povo israelita veio tornar-se agricultor e sedentário.
No Antigo Testamento, a liturgia mais desenvolvida dessa
festa encontra-se em Lv 23.15-21. Porém, Dt 16.9-15 mostra uma outra
liturgia que reflete um diferente período e, conseqüentemente, um novo
ambiente de celebração. Este estudo tomará como base essas duas
liturgias.
Do nome
Pentecostes não é o
nome próprio da segunda festa do antigo calendário bíblico, no Antigo
Testamento (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida
com vários nomes:
Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se
tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse
segundo nome. Provavelmente, hag haqasir Festa da Colheita é o nome
original (Ex 23.16).
Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome
está no período de duração dessa celebração: sete semanas. O início da
festa se dá, cinqüenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o
encerramento acontece com a colheita do trigo (Dt 34.22; Nm 28.26; Dt
16.10).
Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome
tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos
primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26).
Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três
tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa,
entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou
Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e,
finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia
os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo,
especialmente.
Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos
últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos
assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito
popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot -
perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação
Pentecostes, cujo significado é cinqüenta dias depois (da Páscoa). Como o
Império Grego assumiu o controle do mundo, em 331 anos antes de Jesus, é
provável que o nome Pentecostes ganhou popularidade a partir desse
período.
Vale a pena uma observação. Além da Festa da Colheita ou
Semanas hag haqasir ou hag xavu´ot, o antigo calendário israelita
apontava uma terceira festa que acontecia no período do Outono, isto é,
nos meses de setembro e outubro. Na verdade, essa festa era também da
colheita, porém, sega das frutas, especialmente, uva, figo e tâmara. A
Bíblia Hebraica tem dois nomes para essa festa: Festa dos Tabernáculos
ou Cabanas hag hasucot e Festa da Colheita hag ha`asip (a palavra asip
colheita vem do verbo asap que significa colher e reunir.
Da cerimônia
Enquanto
a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era
uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde
se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas.
Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto,
particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não
revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns
passos dessa liturgia:
a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as
espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a
recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22;
Dt 16.11);
a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador
com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia
era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar
durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene
alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado
como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de
graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da
escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos
(Dt 16.12).
Observação: Era ilegal usufruir da nova produção da roça, antes do cerimonial da Festa das Colheitas (Lv 23.14).
Características da celebração
A Festa das Colheitas era alegre e solene (Dt 16.11);
A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
Era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus
famíliares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim,
todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o
compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços
comunitários, além do povo hebreu;
Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
Era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21);
Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus
estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do
alimento " da vida...
Observação: A Festa da Colheita não celebra um mito, mas a ação de Deus que cria e sustenta a vida do mundo criado.
Principais motivos da Festa das Colheitas
A
Festa das Colheitas (Cabanas ou Pentecostes) não era uma cerimônia
neutra, isto é, os celebrantes não se reuniam para um simples lazer ou
diversão. Toda a cerimônia buscava reafirmar e aprofundar o sentido da
fé em Javé, o Deus Criador e Libertador.
Aprender a fraternidade
Ao
ler todas as reportagens sobre a Festa das Colheitas (Semanas ou
Pentecostes) é possível captar partes da cerimônia e, conseqüentemente,
sua legislação. Um dos detalhes marcantes dessa "Santa Convocação" é o
fortalecimento da fraternidade entre os trabalhadores do campo,
incluindo a população israelita, os servos e estrangeiros.
Aprender a ter compromisso com Deus e com a comunidade
Ao
celebrar a festa, toda a comunidade aprendia a ser responsável para com
a vontade de Deus e com o próximo - não somente com os irmãos de sangue
e fé. O ritual da festa ensinava, pedagogicamente, que Deus é o Criador
e Sustentador das leis que regem o mundo. Ele fez uma distribuição
comunitária da terra e manda a chuva para hebreus e gentios, bons e
maus, homens e mulheres, jovens e crianças. O ritual da festa entendia
que o grande problema da humanidade é a falta de amor uns para com os
outros.
Aprender a repartir os dons
Primitivamente,
o povo bíblico convivia com as leis divinas de modo feliz, sem lhe
causar sofrimento. Por exemplo, a festa das Colheitas ensinou a
comunidade de trabalhadores do campo que se deveria entregar o excedente
de sua produção agrícola para Javé, a fim de que essa oferta seja
compartilhada com os menos favorecidos (Lv 25.6-7, 21-22). A pedagogia
dessa lei possui uma profunda sabedoria, pois ela tem como alvo educar o
povo dentro dos princípios da solidariedade e igualdade social.
Aprender a agradecer
Ao
agradecer a Deus pelo dom da terra - para morar, plantar e alimentar
dos frutos produzidos nela - o povo descobria os mistérios da graça
divina. Ser grato pela "terra que mana leite e mel", pela cevada, trigo e
outros grãos que sustentam vida representam uma alegria de enormes
proporções. Além da terra, os celebrantes eram ensinados a agradecer a
Deus pela instrução que disciplina e ordena a vida comunitária.
Conclusão
A
Festa da Colheita ou Semanas tomou o nome de Festa de Pentecostes, a
partir do Período Grego (fim do século IV antes de Cristo em diante).
Todas
as festas, ao longo da história do povo bíblico, sofreram metamorfoses.
São modificações e adaptações, perfeitamente normais, sofridas ao longo
da história, sem contudo, perderem as colunas principais de sua
estrutura de sustentação. Por exemplo, na formação cultural de Israel
ocorreram metamorfoses que se refletem no nome. Assim:
Com a Festa da Colheita ou Semanas, também, ocorreram transformações significativas:
... Festa da Colheita » Festa das Semanas » Festa de Pentecostes.
A troca do nome da festa
Originalmente,
a festa recebeu o nome "Festa da Colheita", porque se tratava de uma
cerimônia que girava em torno de uma sega de grãos, após o período de
formação e maturação. O nome "Festa das Semanas" também faz sentido,
porque ele diz respeito às sete semanas de duração da festa quando se
processava a colheita de trigo e cevada.
Como parte da forte
influência exercida pela cultura grega sobre os judeus, a partir do
século IV, antes de Cristo, o nome "pentecostes" - cujo significado é
"cinqüenta dias depois" - foi usado para substituir o nome da Festa das
Colheitas ou Festa das Semanas. O livro Atos dos Apóstolos usa o nome
Pentecostes (At 2.1).
Da natureza e do local da festa
Originalmente,
a festa das Colheitas era agrícola. Era uma reunião de agricultores que
se prolongava por sete semanas. O longo tempo de duração da festa e o
nome "colheita" sugerem que os agricultores reuniam-se, originalmente,
para uma sega em mutirão. Como na época dessa celebração (maio/junho)
não há chuva, em Israel, os celebrantes, que moravam longe do local da
colheita, se abrigavam em tendas.
Contudo, o livro de
Deuteronômio apresenta duas novidades à festa: a memória da libertação
do Egito e a recomendação de estudar os estatutos (a Torá de Javé)
durante as sete semanas de festa. Além disso, ele fornece uma outra
informação: o nome da festa para o livro de Deuteronômio é Semanas e o
local é o templo de Jerusalém (16.9-12). A centralização das festas foi
parte da política reformista do reinado de Josias (640-609 a.C.).
Quanto
ao relato do livro Atos dos Apóstolos, o nome da festa é Pentecostes e o
local é a cidade de Jerusalém, não especificando se a reunião foi
realizada no Templo ou próxima a ele. Quanto ao número de pessoas
presentes à festa, é possível crer que os relatos de Levítico (23.15-22)
e Deuteronômio (16.9-12) sugerem um limite máximo de pessoas bem
inferior ao número indicado no livro de Atos dos Apóstolos (2.1-13).
A "ecumenicidade" da festa
Basicamente,
a festa, tanto no período do Antigo Testamento como no Novo Testamento,
era cosmopolita, isto é, ela reunia pessoas de todas as raças e
condições sociais (conforme Dt 16.11 e At 2.1-13). O que varia entre os
dois relatos é a quantidade de pessoas presentes no evento: o relato de
Atos dos Apóstolos fala que uma multidão estava reunida em Jerusalém,
enquanto que o relato de Deuteronômio refere-se a uma presença bem
menor.
A fraternidade da festa
A
fraternidade era estimulada, entre os agricultores, na Festa das
Colheitas, conforme os textos de Levítico e Deuteronômio. Contudo, essa
fraternidade é descrita, em sua plenitude, na reunião reportada no livro
de Atos dos Apóstolos, através da palavra grega koinonia comunhão (At
2.42-47). Essa comunhão entre os trabalhadores do campo, na prática,
forma o mutirão para colher o trigo pronto para a ceifa.
O estudo da Bíblia na festa
Quando
mais necessitava de uma disciplina comunitária, a festa das Colheitas,
ou Semanas, agregou a prática de estudar a Tora (Pentateuco). No relato
de Atos dos Apóstolos, há uma ausência de informação sobre o estudo da
Torá.
Jerusalém como local da festa
Tudo
leva a crer que, originalmente, a Festa das Colheitas, ou Semanas, era
realizada na roça, particularmente, no campo de trigo. No projeto de
reforma, empreendido pelo rei Josias, no século VII a.C., todas as
festas foram levadas para o Templo em Jerusalém. Por que Jerusalém?
Jerusalém é a sede do governo, a capital política e espiritual;
Jerusalém é uma cidade que possui uma carga fortíssima de tradição (Sl 48);
Jerusalém encarna-se todas as contradições e conflitos;
Jerusalém é o centro de todas as tensões da vida judaica:
em Jerusalém, sente-se amor dentro da condição de ódio;
em Jerusalém, nasce a esperança em meio ao desespero;
em Jerusalém, o povo acredita que se dará a plenitude da vida;
No Novo Testamento, o sentido de Jerusalém atinge o sentido universal.
Assim, A escolha da cidade de Jerusalém, para celebrar a Festa das Colheitas, não é arbitrária.
Ensinando a importância da terra
Terra
é uma palavra muito significativa na Bíblia, particularmente no Antigo
Testamento (AT). Há duas importantes palavras hebraicas para terra: a
primeira é adamah terra, solo, chão. Originalmente, Adamah carregava o
sentido de "solo vermelho", arável e cultivável. Conforme o livro de
Gênesis - "... Javé Eloim modelou o 'adam ser humano com o pó da 'adamah
terra" (2.7) -o ser humano possui uma estreita relação com a terra.
Essa ligação fica mais íntima quando se pensa no alimento. O alimento,
como gerador da vida, tem a ver diretamente com o trabalho do adam ser
humano e a fertilidade do adamah terra. Por isso entre o ser humano e a
terra não poderá acontecer violência. Tanto o 'adam ser humano como a'
adamah terra são posses de Javé, e ambos estão sob o cuidado dEle (Gn
2.6). A segunda palavra hebraica para terra é eres, um substantivo
feminino que ocorre 2.500 vezes, no A.T. Seu significado é amplo: (a) no
sentido cósmico, eres possui o significado de terra em oposição ao céu,
o mar e a água (SI 89.11); (b) no sentido físico, eres carrega o
significado de solo, sobre o qual o ser humano vive, planta e colhe os
frutos (Dt 26.9); (c) no sentido geográfico, eres designa determinadas
regiões e zonas (Jr 16.13); (d) no sentido político, eres indica a
soberania de determinados clãs, tribos, estados e povos (Is 9.1) e, por
fim, (e) o sentido teológico, quando eres é definida como posse de Deus
(Lv 25.23). Como uma propriedade divina (Os 9.3), a terra espera de seu
usuário uma forte disciplina e uma profunda espiritualidade. Para tanto,
a violência contra a terra é considerada uma desobediência a Javé (Jr
2.7).
Resumindo
Pentecostes é uma
festa adotada pelo Cristianismo ao Judaísmo. Em primeiro lugar, a
palavra festa (hag, no hebraico) significa fazer um círculo. Isso revela
o sentido primitivo de festa, isto é, uma reunião comunitária (Êx 5.1).
Nela, o povo celebrante reunia, especialmente, para estudar os textos
sagrados que, mais tarde, viriam a ser a Bíblia. Em segundo lugar, o
nome Pentecostes vem da língua Grega e significa cinqüenta dias depois, a
saber, da festa da Páscoa. Originalmente, esta festa possuía três nomes
hebraicos: festa das Semanas, festa das Colheitas ou Dia das Primícias.
Estes três nomes revelam um pouco do conteúdo da festa: era agrícola e
situada no período das colheitas. A troca de nome para Pentecostes
deu-se a partir do período grego (333-63 anos antes de Cristo), quando a
Grécia dominou culturalmente o mundo. O mais primitivo motivo desta
festa foi gratidão a Deus pelo dom da terra. Posteriormente, o povo
bíblico incorporou o motivo de gratidão pela doação da Torá (450 anos
antes de Cristo). A Torá é a instrução divina por excelência, contida no
Pentateuco (cinco primeiros livros da Bíblia). Provavelmente, a festa
de Pentecostes, descrita em Atos dos Apóstolos 2, celebrava a doação da
Torá. Os salmos 19 e 119 mostram que a manifestação do Espírito Santo
está diretamente relacionada ao estudo da Torá.
“E que consenso tem o
templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo de Deus
vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e
eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.” 2 Co
6.16
Estamos
numa época do ano em que acontecem, como em todos os anos, as ditas
festas juninas, que apesar do nome acontecem também no mês de
julho. Festas estas consideradas como folclóricas, mas que tem as
suas raízes na idolatria. Vejamos: o Apóstolo João e o Apóstolo
Pedro foram homens que serviram fielmente ao Senhor, mas eram
homens comuns como nós que nasceram, cresceram, trabalharam,
envelheceram e morreram (João de morte natural e Pedro foi
crucificado de cabeça para baixo), mas nenhum deles ressuscitou
como Jesus. Se não ressuscitaram estão mortos aguardando a volta do
Senhor que virá buscar a Sua Igreja. Veja 1 Tessalonicenses 3:
16-17 que diz:
"Pois o mesmo Senhor descerá do
Céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus,
e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. . Depois nós, os
que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas
nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para
sempre com o Senhor”. 1 Tessalonicenses 3:
16-17
Ora, se
festejarmos ou participarmos destes eventos, até mesmo simplesmente
com a nossa presença, estamos sendo participantes de festa de
ídolos, o que é contrário à Palavra de Deus que diz em Êxodo 20:
4-5
"Não farás para ti imagem de
escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem em
baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a
elas nem as servirás, pois Eu, sou o Senhor teu Deus, sou Deus
zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e
quarta geração daqueles que me odeiam". Êxodo 20: 4-5
Isto é
maldição. Em Atos 15:20 Lucas diz que devemos nos abster das
contaminações dos ídolos. Em 1 Coríntios 8: 1-13, o Apóstolo Paulo
fala que "quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos,
sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão
um só", no versículo 7 deste capítulo o Apóstolo diz que a
nossa consciência poderá ficar contaminada.
Também baseado na
Palavra de Deus, tenho a considerar que qualquer festividade ou
homenagem de caráter religioso a alguém que não seja o Nosso Senhor
e Salvador Jesus Cristo é idolatria. E quando louvamos, buscamos,
veneramos, idolatramos ou consultamos a alguém morto, estamos
praticando a necromancia (culto aos mortos) o que é abominação ao
Senhor, baseado no capítulo 18 de Deuteronômio.
No Salmo 119: 11 o
salmista diz:
"Escondi a Tua Palavra do meu
coração, para não pecar contra Ti". Salmos 119: 11
E baseado
nesta Palavra orientamos aos nossos discípulos que se abstenham de
participar, organizar, freqüentar estas festas, pois será laço para
sua vida espiritual.
Oriente também aos
seus filhos e discípulos a não participarem de danças, quadrilhas e
não comerem as comidas, não vender rifas. Ao participar estarão
firmando uma aliança com os chamados padroeiros.
“Filhinhos
guardai-vos dos ídolos. Amém.” 1 João
5.21
Abaixo a
transcrição de texto retirado do site da Uol, o que demonstra que
não temos parte nestas ditas festas folclóricas, que na verdade são
rituais pagãos. A nossa orientação é que não participem, não
permita que seus filhos participem, que vendam rifas e comam
comidas típicas (são comidas consagradas a ídolos – At
15.29). A idolatria é abominação diante de Deus - Ap 21.8.
"A
tradição de celebrar o mês de junho é bem velha. Há mais de dois
mil anos, os povos antigos da Europa já festejavam nesta época do
ano o início das colheitas. Fogueiras, danças e muita comida sempre
fizeram parte destes rituais pagãos.
No Brasil, a data
é celebrada desde 1583. O costume foi trazido para cá pelos
portugueses e espanhóis, ainda como uma forma de agradecer pelas
colheitas, mas também como uma maneira de homenagear os santos do
mês de junho. O Dia de Santo Antônio, 13 de junho, costuma marcar o
início dos festejos. Também são homenageados São João, no dia 24/6,
e São Pedro, no dia 29/6.
Aos poucos, outros
elementos foram sendo introduzidos nas festas juninas. A quadrilha,
por exemplo, chegou ao Brasil no século 19, trazida pela corte
portuguesa. O costume de acender uma fogueira, por sua vez, vem de
uma lenda: Santa Isabel, grávida de São João, era prima de Maria,
mãe de Jesus. Ela estava morando nas montanhas e, para poder avisar
Maria quando seu filho nascesse, combinou de acender uma fogueira.
Desde então, a prática virou costume e é realizada no dia 23 de
junho.
Os fogos e as
biribinhas também têm sua razão de ser: eles são utilizados para
espantar o mau-olhado. Os balões -que são muito legais de fazer,
mas que não se deve soltar, para evitar queimadas e acidentes-
surgiram com o intuito de enviar mensagens a São João.
Atualmente, cada
região do país possui seus próprios costumes. No Nordeste, por
exemplo, festa junina é sinônimo de forró. Já no Sul do país, no
lugar de roupas caipiras as pessoas usam trajes típicos, com
direito a bombacha e chimarrão"
Nada. O Natal não é mencionado nenhuma vez nas
Escrituras. Todos os anos, em todo o mundo, algumas pessoas guardam
o dia escolhido pelos homens para comemorar o nascimento de Jesus.
Algumas pessoas o guardam como um dia santo especial, enquanto
muitas outras fizeram dele um tempo de comercialização, de
interesses egoístas.
As modernas comemorações do Natal têm pouco a ver com os fatos da
Bíblia. A Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem
mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não
autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para
comemorar o nascimento de Jesus. Evidentemente, a Bíblia não dá
aprovação ao materialismo egoísta, tão comum nessa época do
ano.
Mas Jesus nasceu, e por um motivo muito bom. Ele veio para
salvar-nos do pecado (1 Timóteo 2:6). Ele é o Rei, não só dos
judeus, mas de todos os homens (Mateus 28:18-20). Sua grande
vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e
ressurreição. Esta é a vitória que o faz nosso Redentor, digno de
honra e adoração (Apocalipse 5:8-14).
Hoje, precisamos imitar os magos, que procuraram tão esforçadamente
encontrar Jesus. Não podemos nos contentar com as crenças
tradicionais, as doutrinas humanas, ou os dogmas das igrejas. Temos
que examinar as Escrituras (Atos 17:11). Temos que aceitar o que é
certo e rejeitar o que é errado (1 Tessalonicenses 5:21-22). Temos
que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que ele
voltará para chamar-nos ao julgamento (Atos 17:30-31; 2
Coríntios 5:9-10).
Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião
superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós
devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de
Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos
que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem a
mesma coisa. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade
dele!
Assunto: A figura do Cordeiro Pascal se faz
realidade em Jesus Cristo.
Festa em que os israelitas comemoram a libertação dos
seus antepassados da escravidão no Egito. (Êxodo-
12:1-20).
A FESTA DOS PÃES ASMOS.
Festa realizada no início do ano; PÁSCOA e PÃES ASMOS;
“Sete dias especiais de comemorações religiosas dos
israelitas:
LEVÍTICOS- 23 :6,7,8 - E aos quinze dias
deste mês é a festa dos pães ASMOS do SENHOR; sete dias
comereis pães ASMOS . “Sem
fermento”
1)
Substância que faz o pão crescer. 2) Símbolo da divulgação do reino dos
céus (Mateus -13.33, 34,35).
3) Símbolo de ensinos indesejáveis (Mateus-
16:6 ) Símbolo da multiplicação do
mal.
1CORÍNTIOS - 5:7,8 -Alimpai-vos,
pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como
estais sem fermento. Porque
Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso
façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento
da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da
verdade.
No
primeiro dia da festa dos pães asmos os discípulos perguntaram ao
Mestre: onde celebraremos os preparativos para comermos a
Páscoa?
João
Batista O chamou de “Cordeiro de Deus” que tira o
pecado do mundo (João- 1.29). Paulo disse que Ele é a nossa
páscoa , e Ele mesmo prometeu a libertação a todos quantos crerem
n’Ele (João- 8.32,36 e Mateus- 11.28).
No Velho Testamento: Na festa dos pães asmos
ao iniciar, era feita a santa convocação… para a purificação
pessoal.
No
quinto dia era novamente feita a segunda convocação para a
purificação do cordeiro santo que deveria ser imolado para expiação
do pecado… O cordeiro pascoal era separado no décimo dia 14
de Abibe (abril) e examinado minuciosamente antes do seu
sacrifício, pois o cordeiro tinha que ser “…
imaculado, perfeito”.
Lucas registra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém
poucos dias antes da crucificação, o faz exatamente na hora em que
o povo estava trazendo os seus cordeiros pascoais para serem
examinados pelos sacerdotes. Segundo Hebreus- 7: 26.
Jesus tinha que ser declarado “Santo”,
irrepreensível, imaculado, e inviolado pelos pecadores.
O cordeiro da Páscoa era submetido a um exame pelos sacerdotes que
o julgavam, com base sua perfeição, apto para ser
sacrificado.
Jesus O Cordeiro de Deus, sendo examinado por Herodes,
saduceus, escribas e fariseus e nenhum deles conseguiram achar
n’Ele nenhum defeito que o incriminasse pelas autoridades
civis.
João- 18: 13,14,19, á 24- Anás levou Jesus ao
tribunal na casa de Caifás, e como era ocasião da páscoa, os judeus
não podiam entrar no tribunal para não se contaminarem, pois se
assim fizessem não poderiam comer da páscoa. Naquele momento
também, os cordeiros pascoais estavam também sendo
examinados.
E
Caifás queria evidências para o entregar a Pilatos, mas não as
encontrou; por isso, ao invés de apresentar ofensa, disse apenas
que se Ele não fosse ofensor não seria entregue (João-18:29).
Pilatos por sua vez, após ter examinado Jesus, “… não
achou n’Ele crime algum…” (João- 19:4). E com
estas palavras, o veredicto legal e civil estava dado, e três vezes
Pilatos declarou que Jesus era inocente (João- 18: 28 - 19:
4,6).
A
lei dizia que o cordeiro teria que ser sem defeito algum, senão,
ele não poderia ser sacrificado ao Senhor.
Jesus foi achado sem defeito diante de todos, só depois
foi crucificado.
Tendo em vista que o sacrifício do cordeiro pascoal era suficiente
para justificar os hebreus. Diante do destruidor, o sacrifício de
Cristo também foi suficiente para justificar o homem diante de Deus
satisfazendo a justiça divina.
A
páscoa, comemorada pelo mundo, não nos traz nenhum
beneficio. Quando entendemos que nossa Páscoa é Cristo!!! Aí é
diferente!!!
E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa,
antes que padeça; porque vos digo que não a comerei mais até que
ela se cumpra no reino de Deus e, tomando o cálice, e havendo dado
graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; porque vos digo que
já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus e,
tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo:
Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de
mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este
cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.
(Lucas- 22: 15- 20)
No
corpo de Cristo se fez a nossa expiação do pecado, nas suas
pisaduras fomos sarados de toda maldição e purificados de todo
o nosso pecado; libertos da escravidão de Satanás.
A nossa
Páscoa: é o dia que festejamos em comemoração a
morte e ressurreição do nosso Salvador “O Cordeiro
Pascal” O corpo de Cristo que foi oferecido por amor a todos
.
João- 6:54 - Quem come a minha carne e bebe o meu sangue
tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último
dia.
Temos vida eterna… Nunca veremos a morte, pela
sua
graça temos a ressurreição.
O
partir do pão (Atos- 2:42).
A
Ceia do Senhor (1 Coríntios- 11:20).
Esta
cerimônia foi instituída na véspera da morte de Jesus Cristo, e na
presença dos Seus discípulos mais intimamente a Ele ligados,
mostrando isto que só podiam tomar parte naquele ato os que
já estavam
instruídos nasdoutrinas do Mestre,
e não os que se andavam preparando para ser do número dos
crentes.
Ele
havia simbolizado antecipadamente a Sua morte em linguagem
altamente metafórica. (Mateus- 16:21), explicando que esse
fato era “pela vida do mundo” (João - 6:51), pois
ia dar sua vida em resgate por muitos’ (Mateus-
20:28).
Cerimônia que Cristo instituiu na noite em que foi
traído, logo depois da refeição da PÁSCOA, para servir de lembrança
da sua morte (1Co- 11:23-34). “é um MEMORIAL ” do
cumprimento das profecias anunciadas.
Isaias- 53: 4,5 - Verdadeiramente Ele tomou
sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si;
e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele
foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa
das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre
ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
O templo
construído pelos homens que ofereciam sacrifícios de animais foi
destruído e não ficou pedra sobre pedra. Mas o
corpo de Cristo que foi morto e foi levantado feito primícias
dos mortos, ressuscitou para dá formação a um novo povo
nascido do Espírito Santo para
Deus.
Posteriormente, a morte de Cristo fez
a expiação definitiva a favor dos crentes, para sempre tornando
desnecessário qualquer sacrifício pelo
pecado.(Hebreus- 9,23-28).
A Ceia
da Páscoa.
Neste sentido, a Páscoa deve ser celebrada por nós com
profunda reverência, afinal, Cristo é a nossa Páscoa. Sua vida foi
posta como Cordeiro que sendo morto derramou seu sangue em favor de
muitos. A nossa libertação espiritual foi conquistada na cruz por
Cristo Jesus.
Pr. Nélson R.Gouvêa
www.ministeriocomfamilia.com.br
Mais uma
celebração vem por aí. O Brasil é tradicionalmente conhecido como o
país do carnaval. Normalmente esta festa da carne, esta celebração
pagã acontece no mês de fevereiro de cada ano. Em todas as cidades
e principalmente nas capitais, milhares de pessoas se preparam para
o tão sonhado acontecimento. Em algumas regiões semanas inteiras
são dedicados aos foliões que se habilitam a percorrerem as
principais avenidas atrás de um carro de som extravasando suas
emoções e suas paixões carnais.
Um Site da Bahia faz o seguinte convite: "Pule o carnaval Carnal,
lúdico, dilacerador, espiritualizado, físico, o Carnaval da Bahia é
a maior festa urbana do Brasil, criada e mantida pelo povo. Uma
manifestação espontânea, criadora, livre, pura, onde todos são-com
maior ou menor competência-sambistas, frevistas, loucos dançarinos,
na emoção suada atrás do som estridente, eletrizante, do trio. Ou
no ritmo calmo, forte, tranqüilizante, orientalizado, do afoxé,
incorporado num só movimento. Um ato de entrega, de transe e
êxtase, de liberação de todas as tensões reprimidas e da
envolvência absoluta entre o real e o fantástico, capaz de, num
único e frenético impulso, balançar o chão da praça."
Fantasias das mais variadas cores extravagantes e modelos com
criatividades sem precedentes, desfilam pelas passarelas. O culto à
sensualidade já marca o compasso de espera e é a marca registrada
dos componentes, dos integrantes das escolas de samba que desfilam
seus carros alegóricos em meios às luzes dos refletores e câmaras
de TVs tentando focar os corpos desnudos das mulheres em meios aos
gritos desconexos vindo das arquibancadas abarrotadas de multidões
esperando suas escolas passarem para serem aclamadas e
reverenciadas como um culto explicito ao paganismo declarado.
Durante quatro dias toda esta movimentação aparentemente harmoniosa
com ritmos atordoantes e alucinantes regados a bebidas alcoólicas e
sexo sem limites enchem ilusoriamente o coração de seus
participantes nos variados clubes das noites, na esperança de
poderem neste espaço de tempo ceder sem nenhum temor a Deus às suas
luxurias, na ignorância de que na quarta-feira confessando os seus
excessos pecaminosos, através da figuração das cinzas, serão de
seus pecados perdoados como se Deus tivesse permitido, dado o seu
aval para outros deuses serem venerados e adorados nesta
celebração.
Talvez você não concorde comigo, porém Infelizmente o maior inimigo
do ser humano é a sua ignorância. A ignorância têm cegado o
entendimento, a lucidez da mente, porém Deus declara com muita
rigidez em sua Palavra, a Bíblia as seguintes advertências:
Num.14:18-O Senhor é longânimo, e grande em misericórdia, que
perdoa a iniqüidade e a transgressão, que o culpado não tem por
inocente, e visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos até à
terceira e quarta geração.
Rm. 8.5-8,12-14 - que "os que são segundo a carne inclinam-se para
as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as
coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a
inclinação do Espírito é vida e paz.
Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é
sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser; e os que estão na
carne não podem agradar a Deus. Portanto, irmãos, somos devedores,
não à carne para vivermos segundo a carne; porque se viverdes
segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito
mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são
guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.
Gal.5:13,24-Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não
useis então da liberdade par dar ocasião à carne, mas servi-vos uns
aos outros pelo amor. Os que são de Cristo crucificaram a carne com
as suas paixões e concupiscências.
Gal.6:8-Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a
corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida
eterna.
Amigo(a) internauta. No período de carnaval do ano 1976 eu me
preparava mais uma vez para celebrar esta festa pagã com meus
primos, quando Deus mudou radicalmente a história da minha vida. À
convite de meu irmão Nilson R. Gouvêa escolhi participar naquele
ano de um retiro de jovens em um local chamado Acampamento Clay na
cidade de Paracambí-RJ. Em meio a vários jovens, Deus restaurou a
minha vida naqueles dias. Deu-me uma nova visão da Vida Eterna,
perdoou os meus pecados. A seguir Deus me preparou, me capacitou,
me deu uma esposa maravilhosa, filhos maravilhosos e um ministério
que pretendo continuar desenvolvendo com a Graça Dele até os
últimos dias da minha vida. Nestes vinte e oito anos de vida com
Deus não me arrependo um só instante daquele período de carnaval em
que tomei a mais sábia decisão de todos os tempos, ou seja,
Entregar-me sem reservas a Único e Soberano Deus dos deuses, Rei
dos Reis e Senhor dos Senhores.
Naquela oportunidade impar lembro-me da declaração de entrega que
fiz ao Senhor. Eu disse para Ele com toda sinceridade:"Senhor. Eis
a minha vida em tuas mãos. Faz da minha vida aquilo que tu queres".
Todas as bênçãos que tenho continuadamente obtido do Senhor teve a
sua origem nesta simples, porém sincera declaração de
entrega.
Hoje querido(a) amigo(a) Deus está lhe dando uma oportunidade
através deste breve comentário. Ele quer que você mude, cancele os
seus planos de "se envolver neste carnaval". Tome a melhor decisão
de sua vida. Escolha Jesus Cristo.
Veja que você pode fazer:
1. Se arrependa de seus pecados
2. Confessá-os ao Senhor
3. Peça que Jesus faça morada em sua vida
4. Ande em novidade de vida.
Tome uma decisão inteligente e racional. Saia da ignorância e pare
de ouvir os pedidos do diabo para que você se envolva mais uma vez
este ano. Jesus está pronto para libertá-lo (a) desta prisão que
você se encontra. Venha para a Vida, Venha para Jesus.
A verdadeira vida você só encontra em Jesus.
A verdadeira alegria está em Jesus
A verdadeira paz é Cristo Jesus
Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
Em minhas palavras finais quero incentivá-lo (a) a procurar uma
Igreja evangélica mais próxima de sua casa.
Veja a programação desta Igreja para o período de carnaval. Se
inscreva nas atividades. Mude a sua trajetória radicalmente e me
conte depois o que Deus fez em sua vida. Eu tenho a certeza
absoluta que Jesus Cristo não vai decepcioná-lo (a). Sua vida não
vai ser mais a mesma. Você vai experimentar a presença, a unção
saudável do Espírito Santo em sua vida. Tudo vai ser diferente e
coisas antigas vão ficar definitivamente para trás no passado
Receba a oração:
Amado Deus. Tudo que o Espírito me pediu que eu escrevesse, eu
escrevi. Não cabe a mim a tarefa do convencimento. Somente o Senhor
pode fazê-lo. Eu não sei quantas pessoas terão acesso a estas
informações de sua Palavra, porém estou certo em fé que aquelas
cujo coração for maleável, terra boa, com certeza milagres irão
acontecer.
Quero orar pedindo ao Senhor que as correntes que estão enlaçando
milhares de vida este ano nesta festa da carnalidade e do paganismo
caia por terra em nome de Jesus de Nazaré. Salve e liberte agora
mesmo esta pessoa que está lendo esta oração e que ainda não
entregou a sua vida para Jesus. Que o povo de Deus concorde com
estas declarações, porque a tua Palavra é bem clara quando diz:
"Que se ligarmos alguma coisa aqui na terra o Senhor ligará no céu.
Declaramos portanto que os intentos do diabo sobre a nossa nação
bem como a salvação e libertação de milhares e milhares de pessoas
seja uma realidade notória este ano, como nunca antes se viu nos
anais da história. Oro em nome de Jesus a quem dou Honras,
ELE NASCEU PARA
MORRER POR NÓS - VALE A PENA
COMEMORARA maior festa de aniversário do Mundo está
chegando, um menino nasceu e mudou a história, por mais que o
paganismo possa desconsiderar a pessoa de Jesus, aceitar que tudo e
todos foram marcados antes e depois dele é inevitável, a historia
mundial, os acontecimentos da tecnologia, e até o homem. O profeta
Isaias declarou em alta e boa voz "Porque um menino nos nasceu, um
filho se nos deu; o principado está sobre os seus ombros, e o seu
nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade
e Príncipe da Paz. Mas será que Jesus nasceu neste dia? Devemos
comemorar o Natal? De onde veio a idéia desta data?
Tenho em mente que vale muito a pena comemorar o Natal, quero dizer
que respeito à posição das pessoas que não comemoram, mas gostaria
muito que você pensasse sobre esta comemoração lendo esta
matéria. ORIGEM DO NATAL Natal vem do latim "natale", que significa
nascimento, os cristãos primitivos não tinha interesse de comemorar
o natal, logo na metade do século III d.C., Hipólito, bispo de
Roma, escolheu a data de dois de Janeiro para comemorar o
nascimento de Jesus, outros cristãos escolheram outras datas. Em
325 a 354 d.C. fica acertada a data de 25 de Dezembro para a
comemoração universal do Nascimento de Jesus. Olhando para a
Palavra de Deus, não existe nenhum registro especifico para o
nascimento de Jesus, o que conhecemos sobre este dia é que houve
grande jubilo no céu e na terra marcados por um exercito de anjos,
presentes, e uma alegria incomparável de Deus o criador universal.
Por mais que esta data não seja a verdadeira data do nascimento de
Cristo, isto seria um argumento legalista demais para não
comemorar, será que você nunca viu ninguém nascer em um dia e ser
registrado no outro? O que importa é que JESUS NASCEU e por isso o
povo de Deus deve se alegrar. Mas esta data deve ser comemorada com
mais alegria ainda pelos cristãos, sabe porque?
Quando olhamos o que era comemorado neste dia, e que foi esquecido,
isto demonstra a soberania de Cristo em todos os aspectos. O
Império Romano neste dia, 25 de Dezembro comemorava a festividade
do Natal do Sol Invicto, esta festividade era comemorada pelos
adoradores do "Sol Invicto". Estes adoradores eram identificados
com Mitra. O Mitraismo era um culto semelhante ao cristianismo.
Quando o dia 25 de Dezembro foi cogitado para o nascimento de
Cristo, o cristianismo entrou em conflito com o mitraismo, mas quem
venceu foi Jesus Cristo. Neste dia o cristianismo ofuscou as
festividades pagãs. O profeta Malaquias profetiza no Capitulo 4v.2
"Mas vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e
cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerro da
estrebaria." O sol da justiça nasceu e o costume pagão foi
esquecido ao longo dos anos e até hoje Cristo é honrado pelo seu
nascimento.
Este acontecimento é como se o de um feriado de uma festa pagã
fosse substituído por uma comemoração cristã. Como no dia do
Carnaval fosse colocado o dia de Ações de Graça, no dia 31 de
Outubro dia de Halloween fosse substituído por qualquer dia que
honre a Cristo. A pergunta é: Se acontecesse a troca destes dias
por uma comemoração Cristã, você comemoraria com alegria ou não?
Não importa se o dia é ou não 25 de Dezembro, mas devemos exaltar o
acontecimento: JESUS NASCEU!
Não estamos preocupados no dia propriamente dito, mas o fato de
Cristo nascer, já nos dá um gozo em nossa alma porque o plano de
Deus estava preste a acontecer, a aliança entre você e Deus, a
comunhão do homem com Deus, seria estabelecido pela morte de
Cristo, e para morrer é necessário nascer, o inicio de uma nova
vida estava prestes a acontecer.
O que deve ficar claro é que este dia podia ser comemorado em
qualquer dia do ano, os cristãos não estão se apegando a data em
si, mas sim o acontecimento. JESUS NASCEU NO INVERNO OU
NO VERÃO? Existe duas teses que serão colocadas aqui, cada uma
defendendo a sua posição, mas vale a pena conhece-las para que você
possa abrir o seu leque de conhecimentos.
A primeira é que Jesus não nasceu no inverno. Levando o contexto de
Lucas, que da a entender que Jesus teria nascido no verão, por
causa do recenseamento determinado por César Augusto (Lucas 2-
1-2).
Outra posição defendida é que os pastores estavam no campo durante
a noite, para quem já vez uma viagem a Israel, é de conhecimento
que à noite em alguns lugares o frio é muito forte e que os
pastores não conseguiriam agüentar estando com o rebanho. Outra
situação contraria ao inverno é o deslocamento de uma grande
quantidade de pessoas de um local para o outro, fato que não seria
comum ou apropriado no inverno, então da a entender que poderia ter
acontecido no período entre Abril e Novembro.
Por outro lado gostaria de colocar uma posição contraria que
defende o nascimento de Jesus no Inverno. Levando em conta que o
decreto foi dado pelo Imperador e devia ser obedecido, os
Governantes romanos poderiam dar o recenseamento não importando se
estava no inverno ou no verão. Outro ponto que devemos analisar é
que todos eram obrigados alistar-se, não importando a situação em
que se encontrava, até mesmo Maria grávida teve que ir. O
recenseamento Romano tinha 2 finalidades:
1- Declaração dos nomes das pessoas,sua ocupação, esposas, filhos,
servos e propriedades.
2- Declaração do valor de suas propriedades, do dinheiro e outros
recursos com que esperavam contribuir para a manutenção do governo,
o fornecimento de homens e dinheiro.
Por ser uma obrigação, não sabemos a necessidade do governo nesta
época, na qual poderia ser uma chamada extraordinária, sabemos que
o povo esperava um libertador de Israel, mas terreno porque não
suportavam mais viver debaixo das vontades do governo Romano. Este
poderia ser um recenseamento para obter mais imposto ou poderia ser
que o governo Romano estava precisando de mais dinheiro e esta foi
à saída para a ocasião.
Outra situação que deve ser levada em conta é que Jesus não nasceu
no relento como é demonstrado nos presépios, ele nasceu na
estrebaria.
As casas da época normalmente tinham um lugar de colocar os animais
dentro da casa, seria como se a casa tivesse uma garagem e ali
fosse o primeiro nível da casa aonde os animais poderiam ficar no
inverno. Jesus estava na manjedoura, isto para alguns defensores do
inverno demonstra que Jesus estava dentro da casa, ou seja,dentro
do 1º nível.
Na questão dos pastores que estariam com as ovelhas no campo,
existe uma posição de R.N.Chaplin, que na Mishnah indica que as
ovelhas reservadas para o sacrifício no templo eram postas a pastar
nos campos que circundavam Belém, e que as ovelhas para o
sacrifício não poderiam ser confinadas. Estes pastores deveriam ser
homens preparados para esta tarefa, cuidando das ovelhas que eram
em beneficio a adoração efetuada no templo. Os pastores foram
abençoados por Deus e tiveram a oportunidade de ver o menino Jesus
que seria a substituição dos sacrifícios, por amor e submissão à
ordem do Senhor. Deus tinha dado aos pastores a certeza de que
aquele sacrifício de ficar tomando conta das ovelhas iria acabar em
breve.
Aqui colocamos algumas questões, mas não importa se ele nasceu no
inverno ou no verão, importa que JESUS NASCEU! ELE NASCEU PARA MORRER POR
NÓS As datas, o tempo ficam em segundo plano para o
Cristão, o que não podemos esquecer é que Jesus foi uma promessa de
Deus para resgatar o Homem. Quando olho para a Bíblia o nascimento
de Jesus indica esperança, Ele foi o libertador, o profeta, o
sacerdote, e o próprio sacrifício. Para qualquer cristão o natal
deve lembrar a materialização do Amor de Deus, a revelação do
próprio Deus para o homem, a porta que nos dá entrada ao reino
Celestial.
Por isso quero lembrar Isaias 53:
Quem deu credito a nossa pregação? E a quem se manifestou o braço
do Senhor?
Porque foi subindo como um renovo perante ele, e como raiz de uma
terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele,
não havia boa aparência para que o desejássemos. Era desprezado, e
o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, experimentado nos
trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era
desprezado, e não fizemos caso dele caso algum. Verdadeiramente ele
tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre
si, e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas
ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por
causa das nossas iniqüidades, o castigo que nos trouxe a paz estava
sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós
estávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu
caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele à iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca, como um cordeiro
foi levado ao matadouro, e como ovelha muda perante os seus
tosquiadores, assim ele não abriu a boca.
Da opressão e do juízo foi tirado, e quem contará o tempo de sua
vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes, pela
transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua
sepultura com os ímpios, e com o rico na sai morte; ainda que nunca
cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
Todavia, ao Senhor agradou moê-lo. fazendo enfermar, quando sua
alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade,
prolongará aos seus dias, e o bom prazer do Senhor prosperará na
sua mão.
Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com
o conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque
as iniqüidades deles levará sobre si. Por isso lhe darei a parte de
muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto
derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores,
mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos
transgressores.
ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS.
FELIZ ANIVERSÁRIO - JESUS
Fontes:
http://www.montesiao.pro.br/estudos/festasbiblicas/estudo_festasbiblicas.html
http://portal.metodista.br/fateo/materiais-de-apoio/estudos-biblicos/a-festa-de-pentecostes-no-antigo-te
http://www.escoladeprofetas.net/index.php?option=com_content&task=view&id=69
http://estudosbiblicos.spaceblog.com.br/r5516/Festas-Pagas/
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